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Palestinos fogem em massa da Cidade de Gaza, alvo de uma ofensiva israelense
A pé, de bicicleta ou em veículos, os palestinos fogem em massa da Cidade de Gaza, alvo de uma grande ofensiva do exército israelense, cujos bombardeios deixaram dezenas de mortos em todo o território nesta quarta-feira (17).
Na terça-feira, Israel anunciou o início de uma grande ofensiva terrestre e aérea na Cidade de Gaza a fim de "eliminar" o grupo islamista Hamas, cujo ataque em 7 de outubro de 2023 em solo israelense foi o estopim da guerra na Faixa de Gaza.
O conflito provocou uma catástrofe humanitária e devastou o pequeno território, sitiado por Israel. Os cerca de dois milhões de pessoas que moram em Gaza tiveram que se deslocar em várias ocasiões.
"É como viver o juízo final ou no inferno, mas até mesmo o inferno seria mais clemente", diz Fatima Lubbab, que caminhou a pé com seus quatro filhos por cerca de dez quilômetros para chegar a Deir al Balah após fugirem da Cidade de Gaza na véspera.
"Não aguentamos mais", admite à AFP esta mulher de 36 anos, que teve que dormir na rua com seus filhos.
Dia e noite, a pé, de carro, caminhão ou em carroças puxadas por burros, os palestinos fogem da maior cidade do território, levando consigo alguns pertences pessoais, após os chamados militares à evacuação, segundo imagens da AFP.
No entanto, Oum Ahmed Younes, de 44 anos, diz que não consegue pagar os altos custos do transporte. Além disso, "não há barracas de campanha ou, se há, os preços são exorbitantes. É mais barato morrer".
Os militares israelenses anunciaram a abertura de "uma rota de passagem temporária através da rodovia Salah al Din", que cruza o centro da Faixa de Gaza de norte a sul.
No entanto, este corredor permanecerá aberto apenas até a sexta-feira ao meio-dia (06h de Brasília).
- Novo êxodo -
Segundo estimativas da ONU, cerca de um milhão de pessoas moravam no fim de agosto na Cidade de Gaza e seus arredores.
Jornalistas da AFP observaram um novo êxodo nos últimos dias, enquanto o exército israelense informou, nesta quarta-feira, que "mais de 350.000" pessoas já tinham fugido para o sul do território.
Diante desta situação, o papa Leão XIV manifestou, nesta quarta, sua solidariedade aos moradores de Gaza e denunciou que "uma vez mais" são vistos deslocados de forma "forçada".
O exército prosseguiu com os bombardeios em outras áreas do território palestino. A Defesa Civil local, que opera sob a autoridade do Hamas, informou pelo menos 40 mortos, 23 deles na Cidade de Gaza.
Desde que iniciaram sua ofensiva terrestre na Cidade de Gaza, na terça-feira, as forças israelenses afirmaram ter atacado "mais de 150 alvos terroristas" na localidade.
Restrições aos veículos de comunicação em Gaza e dificuldades de acesso a muitas áreas impedem que a AFP possa verificar de forma independente os dados fornecidos pelos dois lados.
Além de sua campanha militar em Gaza, Israel também atacou o Hamas no exterior e, na semana passada, lançou um bombardeio sem precedentes contra vários líderes do grupo palestino no Catar.
Morreram no ataque cinco palestinos membros do movimento islamista e um policial catari.
Ghazi Hamad, um dos principais líderes do Hamas, apareceu nesta quarta-feira em uma entrevista ao vivo transmitida pela emissora Al Jazeera, do Catar. Ele é o primeiro alto dirigente do movimento islamista a reaparecer desde então.
- "Genocídio em Gaza" -
Durante o ataque daquele dia em solo israelense, combatentes islamistas mataram 1.219 pessoas, a maioria civis, segundo um balanço da AFP com base em dados oficiais.
Das 251 pessoas sequestradas na ocasião, 47 seguem em cativeiro em Gaza, 25 das quais foram declaradas mortas pelo exército israelense.
A campanha de represália israelense matou pelo menos 65.062 palestinos na Faixa de Gaza, também civis em sua maioria, segundo dados do Ministério da Saúde do território - governado pelo Hamas -, considerados confiáveis pela ONU.
Na terça-feira, a Comissão Internacional Independente de Investigação da ONU, que não fala em nome das Nações Unidas, afirmou que "um genocídio em Gaza está em curso".
Israel repudiou "categoricamente este informe enviesado e mentiroso".
D.Moore--AMWN