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Israel diz que todas as partes assinaram 1ª fase do plano de Trump para cessar-fogo em Gaza
Israel afirmou, nesta quinta-feira (9), que todas as partes assinaram a versão final da primeira fase do acordo com o Hamas para um cessar-fogo em Gaza e a libertação dos reféns israelenses, com vistas a pôr fim a dois anos de guerra.
Este acordo entre Israel e Hamas foi elaborado a partir de um plano de 20 pontos apresentado pelo presidente americano, Donald Trump, e prevê a libertação dos reféns israelenses vivos em troca da soltura de cerca de 2.000 presos palestinos.
A porta-voz do governo israelense, Shosh Bedrosian, informou que todas as partes assinaram no Egito a versão final deste acordo para a primeira fase do plano, após negociações indiretas na cidade turística de Sharm el Sheikh, com a mediação de Estados Unidos, Catar e Turquia.
A proposta deve ser aprovada pelo gabinete do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, às 15h GMT (12h de Brasília), após um encontro de seu gabinete de segurança uma hora antes.
Em Khan Yunis, no sul da Faixa de Gaza, território devastado e assolado pela fome extrema, segundo a ONU, os palestinos aplaudiram, gritaram de alegria e dançaram após o anúncio do acordo, segundo imagens da AFP.
"Apesar de todos os mortos e da perda de entes queridos, hoje estamos felizes com o cessar-fogo. Apesar da tristeza e apesar de tudo, estamos felizes", afirmou Aiman al Najar.
Na praça dos reféns, em Tel Aviv, as pessoas também se abraçaram e comemoraram o anúncio que dá esperança de um retorno dos cerca de 20 sequestrados que seguem vivos.
Ainda persistem dúvidas sobre outros temas propostos pelo presidente americano, como o desarmamento do Hamas e a gestão de Gaza após a guerra por uma autoridade de transição chefiada por ele mesmo.
Os reféns que permanecem vivos após dois anos de cativeiro em Gaza desde o ataque do Hamas, em 7 de outubro de 2023, que desencadeou a guerra, serão libertados "em função das condições no terreno", disse uma fonte do movimento islamista palestino.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, comemorou "um grande dia para Israel" e disse que Trump deveria receber o Prêmio Nobel da Paz.
- Israel espera visita de Trump no domingo -
A Presidência de Israel afirmou que espera a visita de Trump a Jerusalém no domingo.
Israel informou que o cessar-fogo começará nas 24 horas seguintes à sua aprovação pelo gabinete de segurança do governo israelense, uma frágil coalizão liderada pelo partido Likud de Netanyahu, mas dependente de outros partidos de extrema direita.
O ministro das Finanças, Bezalel Smotrich, um aliado crucial do partido Sionismo Religioso, já antecipou que não vai apoiar o acordo.
O pacto visa a pôr fim a dois anos de guerra em Gaza, um conflito que começou com o ataque do Hamas em Israel, em outubro de 2023, que deixou 1.219 mortos, a maioria civis, segundo um balanço da AFP a partir de dados oficiais.
Em resposta, Israel lançou uma ofensiva que deixou pelo menos 67.183 mortos em Gaza, também civis em sua maioria, segundo dados do Ministério da Saúde do governo do Hamas, considerados confiáveis pela ONU.
A porta-voz do governo israelense declarou que o preso palestino Marwan Barghuti, um prominente membro do Fatah, facção palestina rival do Hamas, não fará parte da troca.
- Bombardeios em Gaza continuam -
Após o anúncio, a Defesa Civil de Gaza informou que os bombardeios israelenses continuaram no território.
Para que o intercâmbio se concretize, o exército israelense anunciou que prepara a retirada de suas tropas na Faixa de Gaza, cujo território controla em aproximadamente 75%.
Das 251 pessoas sequestradas pelo movimento islamista no ataque de outubro de 2023, 47 permanecem em Gaza, 25 das quais teriam morrido, segundo o Exército israelense.
O Fórum das Famílias de Reféns, principal organização de familiares dos sequestrados, convidou o presidente americano a se reunir com seus representantes quando visitar Israel.
- Gaza receberá ao menos 400 caminhões diários de ajuda -
O Hamas pediu a Trump que pressione Israel para aplicar o acordo plenamente.
Segundo uma fonte do movimento islamista, está previsto que pelo menos 400 caminhões de ajuda humanitária entrem diariamente na Faixa nos primeiros cinco dias de cessar-fogo.
A organização Crescente Vermelho egípcia afirmou, nesta quinta-feira, que 153 caminhões com ajuda humanitária estão a caminho da Faixa de Gaza.
A Classificação Integrada de Segurança Alimentar (IPC), organismo apoiado pela ONU, declarou estado de fome extrema em Gaza e uma agência das Nações Unidas atribuiu a situação à "obstrução sistemática de Israel", uma afirmação desmentida pelos israelenses.
Quase uma em cada seis crianças sofrem de desnutrição aguda em Gaza por causa da guerra, segundo um estudo publicado na revista The Lancet e financiado pela Agência das Nações Unidas para os Refugiados Palestinos (UNRWA).
A.Mahlangu--AMWN