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Trump ressuscita fantasma nuclear com mais dúvidas que certezas
O presidente americano Donald Trump reiterou nesta sexta-feira (31) sua intenção de retomar os testes de armamento nuclear. Mas, assim como fez na véspera, quando o anúncio provocou um abalo internacional, o presidente evitou esclarecer que tipo de ensaios pretende realizar.
Questionado nesta sexta-feira sobre se esses testes envolveriam armas capazes de transportar ogivas atômicas ou explosões nucleares, Trump foi taxativo diante dos jornalistas que viajavam a bordo do Air Force One, entre eles repórteres da AFP: "Não vou dizer", respondeu.
"Vocês saberão muito em breve, mas vamos fazer alguns testes, sim, e outros países também fazem. Se eles vão fazer, nós também faremos", acrescentou.
Somente a Coreia do Norte realizou testes com explosivos nucleares nas últimas décadas. Assim como os Estados Unidos, tanto a Rússia quanto a China interromperam esses ensaios na década de 1990.
Como de costume, Trump recorreu às redes sociais para anunciar que os Estados Unidos vão retomar os testes nucleares. O anúncio foi feito na quinta-feira, minutos antes de se reunir com o presidente chinês, Xi Jinping, na Coreia do Sul.
A decisão do republicano causou repercussão mundial. O Irã, rival histórico dos Estados Unidos, afirmou que a medida "irresponsável" representa "uma ameaça à paz e à segurança internacionais".
O ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi, referiu-se a Trump como "um bandido armado com armas nucleares" que "demonizou o programa nuclear pacífico do Irã".
Da mesma forma, o grupo japonês Nihon Hidankyo — composto por sobreviventes dos bombardeios atômicos de Hiroshima e Nagasaki — considerou que a medida "contradiz diretamente os esforços de nações ao redor do mundo que buscam um mundo pacífico sem armas nucleares e é totalmente inaceitável".
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Guo Jiakun, instou os Estados Unidos a "cumprirem rigorosamente" os acordos que proíbem os testes nucleares.
Washington assinou, em 1996, o Tratado de Proibição Completa dos Testes Nucleares, tanto para fins militares quanto civis.
O secretário-geral da ONU pediu que não sejam realizados testes nucleares "sob nenhuma circunstância". "Devem ser evitadas todas as ações que possam levar a erros de cálculo ou a uma escalada com consequências catastróficas", acrescentou.
A Rússia rejeitou a ideia de que seus recentes testes de armamentos justifiquem a decisão de Trump e questionou se o presidente americano está bem informado sobre suas atividades.
Os recentes exercícios com armas "não podem ser interpretados de forma alguma como um teste nuclear", declarou um porta-voz do Kremlin. "Esperamos que a informação tenha sido transmitida corretamente ao presidente Trump", disse.
O Kremlin ainda insinuou que a Rússia poderia realizar seus próprios testes de detonação se Trump o fizer primeiro.
Os Estados Unidos realizaram 1.054 testes nucleares entre 1945 e 1992 e são o único país que já utilizou esse tipo de arma. Lançou duas bombas atômicas em 1945, durante a Segunda Guerra Mundial, sobre as cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki.
O último teste com explosão realizado pelos Estados Unidos foi em setembro de 1992.
Um mês depois, o então presidente americano George H. W. Bush decretou uma moratória sobre novos testes. Uma decisão mantida pelas administrações seguintes, inclusive pelo primeiro governo de Trump.
Os testes nucleares foram substituídos por simulações computacionais avançadas.
burs-sms/iv/dga/mel/lm/am
M.Fischer--AMWN