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Trump ameaça BBC com ação judicial de um bilhão de dólares
Donald Trump ameaçou processar a BBC em 1 bilhão de dólares, (5,3 bilhões de reais) por uma edição enganosa de um discurso que fez no dia do ataque ao Capitólio em Washington em 2021, indicou nesta segunda-feira (10) uma fonte próxima à equipe jurídica do presidente americano.
A fonte, que preferiu não revelar sua identidade, confirmou uma informação da Fox News segundo a qual Trump enviou uma carta à emissora britânica na qual deu até sexta-feira para retirar a transmissão e se retratar.
Um porta-voz da equipe jurídica de Trump confirmou que uma carta havia sido enviada à BBC e acusou a empresa de ter "difamado" Trump, mas não deu mais detalhes.
"A BBC difamou o presidente Trump ao editar intencional e enganosamente seu documentário com o objetivo de tentar interferir nas eleições presidenciais", disse o porta-voz em um comunicado à AFP.
"O presidente Trump continuará responsabilizando aqueles que traficam mentiras, equívocos e notícias falsas", acrescentou.
O diretor-geral da BBC anunciou sua renúncia no domingo devido à controvérsia. O grupo audiovisual pediu desculpas nesta segunda-feira, reconhecendo um "erro de julgamento".
Segundo a Fox News, que teve acesso à carta, Trump exige que a BBC se retrate pelas "afirmações falsas, difamatórias, depreciativas e incendiárias" e ameaça com ações judiciais caso não obtenha satisfação antes de sexta-feira (14).
"Examinaremos a carta e responderemos diretamente no devido tempo", indicou um porta-voz da BBC.
A emissora está sendo criticada por editar um discurso do presidente americano, de forma a parecer que ele incitou seus apoiadores a marcharem ao Congresso para "lutar como demônios".
No entanto, na declaração original, Trump disse: "Vamos marchar até o Capitólio e vamos encorajar nossos bravos senadores e representantes no Congresso".
A frase "lutar como demônios" correspondia a outro trecho do discurso.
A edição enganosa do discurso de Trump foi incluída em um documentário exibido em outubro de 2024, uma semana antes das eleições presidenciais dos EUA.
- "Jornalistas corruptos" -
Trump denunciou, no domingo (9), os "jornalistas corruptos" e "imorais" da BBC em sua rede social Truth Social.
A BBC se manifestou nesta segunda-feira, com as desculpas apresentadas por Samir Shah, presidente do grupo audiovisual, em uma carta à presidente da Comissão Parlamentar de Cultura, Mídia e Esportes, Caroline Dinenage.
"Reconhecemos que a forma como o discurso foi editado deu a impressão de um apelo direto à violência. A BBC deseja pedir desculpas por este erro de julgamento", escreveu Shah.
Em sua carta, prometeu "reforçar" a supervisão das diretrizes editoriais do grupo.
A presidente da comissão havia declarado que a BBC "deve dar o exemplo" diante do aumento da desinformação.
Diante da polêmica, o diretor-geral do grupo político, Tim Davie, e a chefe da BBC News, Deborah Turness, anunciaram sua demissão no domingo.
O governo britânico, por meio de um de seus porta-vozes, declarou nesta segunda-feira que "apoia uma BBC forte e independente", que desempenha "um papel vital na era da desinformação", mas exigiu que ela "mantenha a alta qualidade" e "corrija seus erros rapidamente".
O caso do discurso de Trump soma-se a outras acusações de parcialidade.
Em outubro, o órgão regulador da mídia havia repreendido a BBC por "violar as regras de transmissão" em uma reportagem sobre Gaza, na qual o narrador principal, uma criança, era filho de um funcionário de alto escalão do movimento islamista palestino Hamas.
- Críticas da classe política -
A líder da oposição, Kemi Badenoch, do Partido Conservador, lamentou "uma série de falhas graves". O líder do partido de extrema direita Reform UK, Nigel Farage, pediu "uma reforma completa e radical" da emissora pública.
A BBC obtém grande parte de seus recursos da taxa anual (174,50 libras, cerca de 1.230 reais), paga por 22,8 milhões de famílias, totalizando 3,8 bilhões de libras (cerca de 26 bilhões de reais).
A reputação da BBC por sua honestidade, que é "sua marca registrada em todo o mundo, agora está manchada", disse Karen Fowler-Watt, chefe do departamento de jornalismo da Universidade City St. George's, em Londres, à AFP.
Em uma nota interna, divulgada pelo The Telegraph, o ex-assessor do conselho editorial da BBC, Michael Prescott, afirmou que seus responsáveis negam qualquer violação das regras na edição do discurso de Trump.
O.Karlsson--AMWN