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Ucrânia e EUA conversarão na Suíça sobre plano de Trump
A Ucrânia iniciará em breve conversas com os Estados Unidos na Suíça para discutir o plano de Donald Trump para pôr fim à guerra com a Rússia, que prevê importantes concessões para Kiev.
O presidente americano deu à Ucrânia menos de uma semana para aprovar o plano de 28 pontos que impõe ao país ceder territórios à Rússia, reduzir seu Exército e se comprometer a não ingressar na Otan.
Acolhido com satisfação por Vladimir Putin, o plano gerou rejeição no dirigente ucraniano, Volodimir Zelensky, que adiantou na sexta-feira que buscaria "alternativas" com Washington.
"Nos próximos dias serão realizadas consultas com aliados sobre os passos necessários para terminar a guerra", afirmou Zelensky após emitir um decreto que forma sua equipe negociadora.
Esta será liderada pelo chefe de gabinete presidencial, Andrii Yermak, e contará com os chefes de segurança, de inteligência e do Exército.
"Nossos representantes sabem como defender os interesses nacionais da Ucrânia e o que é necessário para evitar que a Rússia lance uma terceira invasão", afirmou Zelensky.
Segundo o secretário do Conselho de Segurança ucraniano, Rustem Umerov, também integrante da delegação negociadora, as conversas começarão "nos próximos dias" na Suíça.
O decreto assinado por Zelensky indica que as negociações incluirão "representantes da Federação Russa". Moscou não confirmou se participará do encontro.
- Reunião no G20 -
Donald Trump deu a Kiev até o dia 27 de novembro para responder à proposta. "Ele [Zelensky] terá que gostar, e se não gostar, então simplesmente terá que seguir lutando", declarou o dirigente americano.
Por sua vez, Putin considerou que o texto pode servir "como base para uma solução pacífica definitiva" do conflito iniciado em 2022 e se declarou disposto a "discutir em profundidade todos os detalhes".
Em caso de rejeição por parte de Kiev, ameaçou continuar as conquistas territoriais na frente, onde seu Exército tem vantagem.
Diante da dupla pressão americana e russa, Zelensky também iniciou consultas com seus principais aliados na Europa, muitos deles reunidos na cúpula do G20 na África do Sul.
Em um comunicado conjunto, os líderes de países europeus-chave, assim como Japão e Canadá, disseram que o plano de Washington "é uma base que requererá trabalho adicional".
"Somos claros no princípio de que as fronteiras não devem ser alteradas pela força. Também nos preocupam as limitações propostas às Forças Armadas da Ucrânia, que deixariam o país vulnerável a futuros ataques", afirmaram.
- "Ilusão" de vitória -
O vice-presidente americano, JD Vance, respondeu às críticas ao plano afirmando que "se baseiam em uma má compreensão do contexto ou em uma interpretação equivocada de algumas realidades cruciais no terreno".
"Existe a ilusão de que se simplesmente dermos mais dinheiro, mais armas ou impusermos mais sanções, a vitória estará ao alcance da mão", acrescentou.
Zelensky reconheceu na sexta-feira que seu país vive "um dos momentos mais difíceis de (sua) história". "Poderia enfrentar uma escolha muito difícil: a perda de dignidade ou o risco de perder um parceiro-chave", os Estados Unidos, afirmou.
Segundo o texto americano, as regiões orientais de Donetsk e Luhansk, assim como a Crimeia, anexada em 2014, seriam "reconhecidas como russas", inclusive pelos EUA. Isto significaria que Moscou ganharia territórios ucranianos que ainda hoje estão sob controle de Kiev.
A Rússia também veria o fim de seu isolamento no Ocidente com sua reintegração ao G8 e o levantamento gradual das sanções, além da garantia de afastar para sempre Kiev da Aliança Atlântica, algo que deveria ser incorporado à Constituição ucraniana.
A Ucrânia teria que limitar seu Exército a 600.000 militares e depender de uma proteção de aviões de combate europeus baseados na Polônia, enquanto a Otan se comprometeria a não estacionar tropas em território ucraniano.
Segundo um responsável americano, o plano inclui, no entanto, garantias de segurança por parte de Washington e de seus aliados europeus equivalentes às da Otan em caso de um ataque futuro.
A.Mahlangu--AMWN