-
Trump comparecerá à final da Copa do Mundo e entregará troféu ao campeão
-
Deschamps volta à França após morte de sua mãe e não comandará equipe contra Noruega
-
Rodovias da Bolívia são desobstruídas após sete semanas de bloqueios
-
Técnico da Escócia busca, contra o Brasil, classificação inédita para 2ª fase de uma Copa
-
'Vou fazer tudo o que estiver ao meu alcance para me recuperar', diz Raphinha
-
Apresentadora americana pede ajuda após relatos da morte de sua mãe sequestrada
-
CR7 faz dois e Portugal goleia Uzbequistão (5-0) na Copa do Mundo
-
Argentina volta aos treinos sem seus titulares na véspera do aniversário de Messi
-
Começa evacuação de 11 mil marinheiros bloqueados em Ormuz
-
Empresária americana Michele Kang chega a acordo para compra do Lyon
-
João Fonseca sente desconforto no ombro a seis dias de Wimbledon
-
Histórias de diversidade marcam a Copa do Mundo da diáspora
-
Brilho de Messi na Copa do Mundo será suficiente para a Argentina?
-
Ações de tecnológicas despencam e arrastam principais bolsas mundiais
-
EUA impõe sanções contra cinco empresas cubanas e nora de Raúl Castro
-
Cristiano Ronaldo se torna o primeiro jogador a marcar em seis Copas do Mundo
-
Pausa de 30 minutos, 13 quilômetros: o protocolo em caso de tempestade na Copa do Mundo
-
Brasil e Escócia voltam a se enfrentar em uma Copa do Mundo
-
Semana de Moda Masculina começa em plena onda de calor em Paris
-
FIA anuncia mudanças nos motores da Fórmula 1 em 2027 e 2028
-
Delegação do governo talibã negocia com UE a repatriação de afegãos
-
Marco Rubio viaja ao Golfo para tranquilizar seus aliados abalados pela guerra
-
Torcedor morre na Jordânia após tumulto durante jogo da Copa do Mundo
-
Barcelona exerce opção de compra da jovem promessa egípcia Hamza Abdelkarim
-
Turistas ficam presos em mirante durante operação contra o tráfico no Rio
-
Gattuso assina com a Lazio após fiasco na seleção italiana
-
Apesar dos problemas internos e externos, Trump soma aliados na América Latina
-
Expedição vai recuperar o corpo de 'Botas Verdes', icônica vítima do Everest
-
Gnabry retoma os treinos com o Bayern de Munique
-
Zelensky ausente de conferência-chave sobre Ucrânia na Polônia
-
Endrick e Rayan pedem espaço em um Brasil que aguarda Neymar
-
Bolsas mundiais operam em queda impactadas pelo setor de tecnologia
-
Possível retorno do Reino Unido volta ao radar da UE, mas enfrenta resistência
-
Brexit completa 10 anos entre dúvidas da população britânica
-
Atacantes brilham na Copa, enquanto Cristiano Ronaldo tem nova chance nesta terça
-
Simetria quase perfeita: dois casais de gêmeos se casam na Nigéria
-
Presidente Arévalo descarta operações militares dos EUA na Guatemala
-
Euro digital é aposta para acabar com dependência europeia de Visa e Mastercard
-
Onda de calor avança na Europa
-
Comissão da ONU denuncia 'genocídio' em Gaza por ataques contra crianças
-
Bolsas na Ásia e Europa operam em queda impactadas pelo setor de tecnologia
-
Fundador de startup indiana é o novo diretor do WhatsApp
-
Irã reitera que pretende manter controle de Ormuz
-
Candidato de esquerda pede anulação dos votos do exterior na eleição peruana
-
Argélia elimina Jordânia (2-1) e segue viva no Grupo J da Copa; Argentina avança como líder
-
Bucks negociam superastro Giannis Antetokounmpo com Miami Heat
-
Colômbia busca parceiro ideal para Luis Díaz no duelo contra RD Congo
-
Antoine Semenyo, um jogador-chave de Gana e ameaça 'interna' para a Inglaterra
-
Técnico de Portugal exalta o 'ícone' Cristiano Ronaldo
-
Noruega vence Senegal (3-2) com dois de Haaland e vai aos 16-avos da Copa
EUA a caminho de novo 'shutdown' em meio a críticas democratas por mortes de manifestantes
Três meses após o último 'shutdown', os Estados Unidos devem retornar à meia-noite desta sexta-feira (30) a uma situação de paralisação orçamentária, apesar do acordo alcançado na quinta-feira entre a Casa Branca e os democratas, que deveria evitar uma crise duradoura.
Em meio à indignação provocada pelas mortes de manifestantes contrários às operações anti-imigração ordenadas pelo presidente Donald Trump, a oposição democrata se recusou inicialmente a aprovar um pacote de gastos composto por seis projetos de lei destinados a financiar mais de 75% do governo federal.
Os democratas haviam prometido bloquear a medida, exceto em caso de separação e renegociação do financiamento do Departamento de Segurança Interna (DHS) para incluir salvaguardas sobre o Serviço de Imigração e Alfândega (ICE), a agência de segurança pública mais bem financiada dos Estados Unidos.
O ICE, responsável pelas operações anti-imigração com fins de deportação, está na berlinda pelas mortes de manifestantes em Minneapolis.
Caso aconteça, este será o segundo "shutdown" — quando o financiamento de todo ou de diferentes áreas do governo americano é temporariamente congelado — desde que Trump retornou à presidência, em janeiro de 2025.
Contudo, esta paralisação pode durar pouco: Donald Trump anunciou na noite de quinta-feira que alcançou um compromisso com os democratas para que estes aprovem cinco dos seis itens que compõem o pacote orçamentário.
A parte que diz respeito à DHS, e portanto ao ICE, será negociada novamente nas próximas semanas.
"O único fator que pode atrasar nosso país é outro longo e nefasto 'shutdown' do governo federal", afirmou o republicano em sua plataforma Truth Social.
O Senado deverá submeter esse novo texto à votação nesta sexta-feira.
Mas, como a versão é diferente da que havia sido aprovada pela Câmara dos Representantes, a proposta de lei terá que retornar à Câmara, que não poderá votá-la até segunda-feira.
Assim, o governo federal voltará a entrar em um cenário de paralisação parcial à meia-noite de sexta-feira.
- "Brutalidade" -
O presidente republicano da Câmara dos Representantes, Mike Johnson, declarou que os congressistas estudarão a nova versão assim que retornarem a Washington.
"Vamos fazer isto imediatamente", declarou à imprensa durante a estreia em Washington do filme "Melania", produzido pela primeira-dama Melania Trump.
Na semana passada, tudo indicava que o texto seria aprovado no Senado antes de 31 de janeiro, quando expira o prazo, mas os acontecimentos do sábado passado em Minneapolis mudaram o rumo da votação.
As mortes de Renee Good e de Alex Pretti, ambos baleados por agentes federais do ICE com poucas semanas de diferença nesta cidade do norte dos Estados Unidos, provocaram grande indignação entre a classe política.
"O que o ICE está fazendo (...) é brutalidade sancionada pelo Estado e deve parar. E o Congresso tem a autoridade, e a obrigação moral, de agir", disse na quinta-feira o líder da minoria democrata no Senado, Chuck Schumer, antes da votação.
As paralisações congelam temporariamente o financiamento de operações federais não essenciais, obrigam as agências a suspender seus serviços e a mandar para casa ou a forçar o trabalho sem pagamento de salário de centenas de milhares de funcionários públicos.
Segundo o plano atual, departamentos responsáveis por áreas como educação, transporte, habitação, saúde e defesa podem ser afetados.
Ironicamente, a medida não impactaria tanto o próprio ICE, para o qual foi destinada uma verba de quase 75 bilhões de dólares (389 bilhões de reais) em quatro anos, por meio de uma lei promovida por Trump e assinada em 2025.
L.Miller--AMWN