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Cassino na fronteira com Camboja escondia centro de golpes online, diz Exército tailandês
Monitores de computador quebrados em escritórios bombardeados, uniformes falsos de polícia espalhados, notas falsas de cem dólares e até uma sala montada para imitar uma delegacia da Polícia Federal do Brasil: esses são os vestígios de uma fuga apressada de supostos cibercriminosos que abandonaram um resort na fronteira entre Camboja e Tailândia.
O sudeste asiático tornou-se o epicentro da indústria bilionária de golpes online, na qual centenas de milhares de golpistas - alguns vítimas de tráfico humano, outros trabalhadores voluntários - enganam usuários da internet em todo o mundo com esquemas de romance e de investimento em criptomoedas.
Nesta quinta-feira (12), a AFP foi convidada para uma visita organizada pelo Exército tailandês a uma área de O'Smach, no Camboja, que as forças da Tailândia capturaram durante confrontos na fronteira no ano passado.
A Tailândia afirma que a área era usada como base de operações pelo Exército cambojano e também por criminosos que conduziam golpes transnacionais.
Os dois países vizinhos travaram confrontos mortais ao longo de sua fronteira disputada por três semanas em dezembro, o episódio mais recente de um conflito fronteiriço de longa data.
A Tailândia afirmou naquele mês que suas forças atingiram vários cassinos do outro lado da fronteira, alegando que eram utilizados como depósitos de armas e posições de disparo pelas forças cambojanas. Pelo menos dois foram identificados por observadores como fachadas que operavam como centros de golpes online.
"Foi por coincidência - o ataque a essas instalações ocorreu porque eram usadas como bases militares pelas forças cambojanas", disse a jornalistas durante a visita o porta-voz do Ministério da Defesa da Tailândia, Surasant Kongsiri.
Quando as tropas tailandesas avançaram para neutralizar a ameaça do lado cambojano, "descobriram que as instalações atrás dos cassinos eram centros de golpes", afirmou.
Desde que uma trégua frágil foi acordada no fim de dezembro, o Exército tailandês mantém presença na área - apesar dos repetidos pedidos do Camboja para que a Tailândia retire suas tropas de O'Smach e de outras zonas fronteiriças anteriormente controladas pelo país.
O ministro da Informação do Camboja, Neth Pheaktra, acusou a Tailândia de tentar justificar sua "anexação de fato" do território cambojano "sob o pretexto de operações contra golpes online".
"Essas ações representam um uso perigoso de narrativas de aplicação da lei para justificar incursões militares", afirmou em comunicado à AFP nesta quinta-feira.
- Roteiros de golpe e listas telefônicas -
A destruição e os escombros que permanecem em O'Smach mais de dois meses após o fim dos combates indicam uma fuga apressada de milhares de pessoas.
Jornalistas foram conduzidos por escritórios e dormitórios com beliches onde ficaram para trás as ferramentas usadas nos golpes: cenários falsos de escritórios policiais de Brasil, Austrália, Canadá e Índia, roteiros para ligações golpistas e pilhas de papéis com números de telefone de alvos em todo o mundo.
O Exército tailandês afirmou que cerca de 20 mil supostos golpistas que viviam ali escaparam pouco antes de os mísseis atingirem a área.
Segundo um analista ouvido pela AFP em dezembro, O'Smach e outros complexos de cassinos atacados pela Tailândia durante os combates poderiam abrigar milhares de vítimas de tráfico humano.
Os locais visitados nesta quinta-feira - alojamentos para golpistas do Vietnã e da Indonésia e escritórios para chefes chineses, segundo os militares tailandeses - ficavam em frente ao resort e cassino O'Smach, propriedade do senador e empresário cambojano Ly Yong Phat.
Ele foi alvo de sanções de Washington em 2024 pelo suposto papel de sua empresa em "graves abusos de direitos humanos relacionados ao tratamento de trabalhadores traficados submetidos a trabalho forçado em centros de golpes online", segundo autoridades americanas.
Ly Yong Phat negou em novembro reportagens que o vinculavam a redes de crimes cibernéticos e lavagem de dinheiro, classificando as acusações como "falsas e prejudiciais à sua reputação" em entrevista a um veículo de imprensa cambojano.
Prapas Sornchaidee, da Força Aérea da Tailândia, afirmou que o Camboja - que prometeu eliminar as operações de golpes antes de maio - deveria reconhecer a proliferação dessas atividades e buscar apoio internacional para combatê-las.
"Se o Camboja reconhecesse que essas atividades estão ocorrendo e que não consegue controlá-las, e coordenasse com a Tailândia e outros países para enfrentar o problema, seria muito melhor", afirmou.
A.Mahlangu--AMWN