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Petro convoca sua embaixadora no Equador em meio à crise diplomática
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, ordenou na quinta-feira (9) que sua embaixadora no Equador retorne "imediatamente" ao país, em meio ao agravamento da crise diplomática bilateral após Quito elevar para 100% as tarifas sobre importações do país vizinho.
Os dois países sul-americanos mantêm há meses uma guerra comercial iniciada pelo Equador, ao alegar que teve de aumentar seus gastos em defesa porque Bogotá não faz o suficiente para proteger a fronteira comum.
As tarifas afetaram as relações bilaterais, o comércio e a cooperação energética.
O episódio mais recente da deterioração diplomática ocorre após Petro pedir a libertação do ex-vice-presidente equatoriano Jorge Glas, preso por corrupção, a quem classifica como um "preso político".
O novo aumento das tarifas para até 100% ocorre diante da "falta de implementação de medidas concretas e efetivas em matéria de segurança fronteiriça por parte da Colômbia", afirmou mais cedo o Ministério da Produção do Equador em comunicado.
Petro respondeu às declarações na noite de quinta-feira na rede social X e afirmou ser o presidente "que mais apreendeu cocaína em toda a história do mundo".
O presidente ordenou que sua embaixadora, María Antonia Velasco, retorne "imediatamente" ao país e convocou seus ministros para uma reunião em "um ponto da fronteira" binacional.
- "Monstruosidade" -
Seu homólogo equatoriano afirmou mais cedo que "não se pode chegar a acordos com quem não tem o mesmo compromisso para lutar contra o narcoterrorismo".
Petro classificou o aumento das tarifas como "uma monstruosidade" e levantou a possibilidade de a Colômbia se retirar da Comunidade Andina (CAN), bloco de integração que inclui Peru, Bolívia e Equador. Também pediu à sua diplomacia que gestione a adesão plena ao Mercosul, do qual seu país é Estado associado.
A quatro meses do fim de seu governo, Petro, impedido por lei de se reeleger, busca manter a esquerda governista no poder, que aparece como favorita para as eleições gerais de maio, segundo pesquisas.
Sua Chancelaria sustenta que as tarifas impostas por Quito violam um tratado de cooperação econômica de 1969 conhecido como Acordo de Cartagena, assinado por membros da CAN, que atua desde março na mediação de negociações entre os dois países.
A chefe da diplomacia equatoriana, Gabriela Sommerfeld, disse a jornalistas que essas conversas estão hoje suspensas.
O Equador alega que o imposto é necessário porque precisa investir cerca de 400 milhões de dólares (R$ 2,06 bilhões) adicionais para proteger a fronteira comum de cerca de 600 quilômetros.
Na região atuam grupos dedicados ao tráfico de drogas, armas e pessoas, além da mineração ilegal.
- "Decisão improvisada" -
Desde o início da guerra comercial, a Colômbia respondeu de forma recíproca com tarifas sobre importações equatorianas e suspendeu a venda de energia ao Equador, que em 2024 sofreu apagões de até 14 horas diárias e teve de importar eletricidade do país vizinho.
O novo aumento promovido por Noboa "fecha definitivamente qualquer possibilidade de comércio entre Colômbia e Equador", afirmou em declaração em vídeo o colombiano Javier Díaz, presidente da Associação Nacional de Comércio Exterior.
Trata-se de "uma decisão unilateral, improvisada, equivocada", disse à AFP Pablo Cerón, presidente de uma associação de transportadores de carga na província fronteiriça equatoriana de Carchi.
A crise escalou quando, na segunda-feira, Petro voltou a chamar Glas de "preso político", a quem concedeu a nacionalidade colombiana.
Glas foi vice-presidente entre 2013 e 2017 no governo do então presidente de esquerda Rafael Correa, um dos principais opositores de Noboa.
O ex-funcionário enfrenta várias condenações por corrupção, peculato e associação criminosa e, desde novembro, está detido em uma prisão de segurança máxima inaugurada por Noboa na província costeira de Santa (sudoeste).
Em 2024, o governo de Noboa deteve Glas em uma operação com equipes táticas na embaixada do México em Quito, que havia lhe concedido asilo político. O episódio levou à ruptura das relações entre México e Equador.
A.Mahlangu--AMWN