-
Remoção do nome de Trump da fachada do Kennedy Center é concluída
-
Reis da Suécia celebram bodas de ouro
-
George Russell faz a pole do GP de Barcelona-Catalunha de F1
-
Luka Modric, o rosto eterno da Croácia
-
Anthropic suspende acesso à sua IA mais poderosa por ordem do governo dos EUA
-
Harry Kane, artilheiro e capitão insubstituível da Inglaterra
-
Governo de Gana protesta contra visto canadense negado a Thomas Partey
-
Paquistão afirma que Irã e EUA estão próximos de acordo de paz
-
Russell lidera treinos livres no GP de Barcelona-Catalunha de F1
-
Brasil entra em campo na Copa do Mundo em meio a dúvidas
-
Acordo de paz EUA-Irã provavelmente será finalizado em 24 horas, diz Paquistão
-
Juiz nega recurso para impedir retirada do nome 'Trump' do Kennedy Center
-
Argentino Martín Anselmi é o novo técnico do Elche
-
Polícia dos EUA investiga roubo de material de treino da Inglaterra
-
Pulisic descarta lesão grave após ser substituído na vitória sobre o Paraguai
-
EUA estreia na Copa do Mundo com goleada (4-1) sobre o Paraguai
-
Chefe da gangue venezuelana Tren de Aragua morre em ataque dos EUA
-
Mboko ficará de fora de Wimbledon, mas espera voltar a jogar duplas com Serena
-
Fifa renomeia estádios da Copa do Mundo para ocultar marcas comerciais de terceiros
-
Pressão sobre chefe de gabinete argentino aumenta após dinheiro não declarado
-
Irã e EUA preveem acordo de paz iminente
-
Cadáver é encontrado em frente ao estádio onde a seleção iraniana treina no México
-
França treina diante de 400 torcedores a quatro dias da estreia na Copa
-
McTominay está 'pronto' para estreia da Escócia na Copa contra o Haiti, garante técnico
-
Canadá vive estreia histórica como anfitrião de uma Copa do Mundo
-
Ancelotti avisa que Brasil pode competir "com qualquer seleção do mundo"
-
Canadá estreia na Copa do Mundo em casa com empate (1-1) contra Bósnia
-
Rua em Haia se cobre de laranja para torcer pela 'Oranje' na Copa
-
Nova Jersey homenageia Bruce Springsteen com museu
-
'Ninguém tem medo', diz técnico do Marrocos antes da estreia na Copa contra o Brasil
-
Copa do Mundo de 2026 luta para despertar entusiasmo nos EUA
-
Pouco aproveitado no Atlético de Madrid, Almada é cotado para ser titular da Argentina
-
'Talvez a Itália se classifique' com 64 seleções na Copa do Mundo, brinca Infantino
-
Canadá nega visto ao jogador ganês Thomas Partey, acusado de estupro na Inglaterra
-
Norris é o mais rápido na segunda sessão de treinos livres do GP de Barcelona-Catalunha
-
Barcelona abre ação judicial contra Florentino Pérez por 'calúnia'
-
UE proibirá companhias aéreas de cobrar de pais para sentarem ao lado dos filhos
-
Medalha de Pelé da Copa de 1958 será leiloada na Inglaterra
-
Seleção da Inglaterra deve se sentir 'amada' na Copa do Mundo, diz Bellingham
-
Tenistas comemoram aumento da premiação de Wimbledon
-
Cidades e minas fantasmas na Venezuela após operação militar contra máfias
-
Jogadores com dupla nacionalidade: um trunfo para o Marrocos
-
Programa-chave de espionagem dos EUA expira em meio à Copa do Mundo
-
Irã afirma que acordo com EUA 'nunca esteve tão próximo'
-
Superfã de Messi e da Argentina vira atração na Indonésia
-
Aos 91 anos, jornalista argentino vai para sua 18ª Copa do Mundo
-
Rivalidade com a China estará em pauta na cúpula do G7 na França
-
Djalminha não acredita em favoritismo do Brasil na Copa do Mundo
-
SpaceX tem estreia recorde na Bolsa de Valores
-
França se despede de menina cujo suposto assassinato chocou o país
EUA ameaça retomar guerra com o Irã em meio a negociações estagnadas
Os Estados Unidos afirmaram neste sábado (30) que dispõem dos meios necessários para retomar a guerra com o Irã, e advertiram que um acordo de paz só será possível se suas "linhas vermelhas" forem respeitadas.
Washington e Teerã mantêm negociações indiretas há semanas para encerrar o conflito no Oriente Médio. Mas o resultado das conversas é incerto após os confrontos desta semana, os mais graves desde que uma trégua entrou em vigor em 8 de abril.
Fontes em Washington haviam mencionado, na quinta-feira, que as partes chegaram a um acordo-quadro que previa uma prorrogação de 60 dias do cessar-fogo, mas as negociações continuam em um impasse. Uma reunião de duas horas realizada na sexta-feira na Casa Branca não resultou em nenhum anúncio imediato.
"O Irã deve aceitar que nunca terá armas nucleares", escreveu o presidente Donald Trump em sua rede, Truth Social, na sexta-feira. O mandatário também exigiu que as reservas de urânio altamente enriquecido da república islâmica sejam "DESTRUÍDAS".
Os Estados Unidos e Israel, cujo ataque conjunto de 28 de fevereiro contra o território iraniano desencadeou a guerra, acusam o Irã de querer se dotar da arma nuclear, o que o país nega.
Teerã insiste em tratar da questão nuclear após a assinatura do protocolo de acordo atualmente em discussão.
- Abrir o Estreito de Ormuz "imediatamente" -
Outro ponto de atrito é o Estreito de Ormuz, uma rota fundamental para o comércio mundial de hidrocarbonetos pela qual, segundo organismos internacionais, transita cerca de 20% do abastecimento, e que o Irã mantém praticamente bloqueada desde o início da guerra.
"Deve ser aberto imediatamente", e Teerã deve se comprometer a desminá-lo, afirmou Trump na sexta-feira. Seu governo impõe, por sua vez, um bloqueio aos portos do Irã.
Segundo marinheiros iranianos citados pela agência de notícias Tasnim, os Estados Unidos continuam impedindo a circulação de navios comerciais do Irã.
Na noite de sexta-feira, um funcionário da Casa Branca indicou à AFP que "o presidente Trump só fará um acordo que seja bom para os Estados Unidos e respeite suas linhas vermelhas".
Em resposta ao republicano, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baqaei, assegurou que "as trocas de mensagens continuam" com os EUA.
Também defendeu "a situação especial" de Ormuz, devido à sua localização geográfica em águas territoriais do Irã e de Omã.
Por este motivo, o parlamentar iraniano Alireza Salimi declarou à agência de notícias Isna que apenas Irã e Omã estão "autorizados a decidir" sobre sua gestão.
Neste contexto, o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, advertiu neste sábado, que os Estados Unidos são "mais do que capazes" de retomar as hostilidades contra o Irã "se for necessário".
"Nossas reservas são mais do que adequadas para isso, tanto lá quanto em todo o mundo, devido à forma como equilibramos munições de alta precisão e mais abundantes", afirmou o chefe do Pentágono durante o Diálogo Shangri-La, a principal cúpula de segurança da Ásia.
burx-roc/tmt/arm/mvl/yr
O.Karlsson--AMWN