-
Grêmio anuncia retorno do técnico Renato Gaúcho
-
Ataques russos à rede ferroviária da Ucrânia 'se intensificam', diz diretor à AFP
-
Venezuela é convidada para reuniões do G20 nos EUA sobre 'abundância energética'
-
Ministro israelense pede investigação das fontes do documentário 'NAZA'
-
Houthis atacam base saudita e Irã nega envolvimento na guerra no Iêmen
-
Maior refinaria da África abre seu capital na bolsa
-
Tottenham não relaciona Richarlison para Copa da Liga Inglesa
-
Rússia intensifica ataques contra Ucrânia e aumenta pressão sobre a Europa
-
Oasis anuncia nova turnê mundial para 2027
-
Trump diz que há uma 'conspiração doentia' contra a IA
-
Trump denuncia suposta 'conspiração doentia' contra a inteligência artificial
-
Líderes de Escócia, Gales e Irlanda do Norte afirmam 'direito à autodeterminação'
-
A inteligência artificial pode aniquilar a humanidade?
-
Cantos ofensivos a Diogo Jota geram críticas no futebol saudita
-
Atletas dos Jogos Asiáticos criticam condições de alojamentos no Japão
-
ONU pede 'ação urgente' para conter IA por riscos sem precedentes
-
Para Laura Linney, filme sobre a doença de Parkinson marcou um ponto de virada
-
Rússia minimiza ataque perto da Polônia e afirma que visa toda a Ucrânia
-
Bebês prematuros compartilham incubadora em hospital de Gaza
-
Novo Nordisk, fabricante do Ozempic, encurta nome para 'Novo'
-
EUA impede presença de chefe do setor nuclear do Irã em reunião em Viena
-
Irã nega envolvimento na guerra do Iêmen
-
Líderes da Escócia, Gales e Irlanda do Norte afirmam 'direito à autodeterminação'
-
Suécia enfrenta incerteza política após eleições acirradas
-
Kennedy Center enfrenta risco de falência e fechamento, afirma Washington Post
-
Governantes europeus discutem situação do Ártico
-
Líder de extrema direita australiana provoca indignação ao chamar indígenas de 'primitivos'
-
Houthis anunciam ataques contra alvos militares na Arábia Saudita
-
Rússia quer 'intimidar' aliados da Ucrânia, afirma chefe da diplomacia da UE
-
Indonésia retoma busca de desaparecidos após naufrágio de balsa
-
Resultado indefinido nas eleições da Suécia; extrema direita perde terreno
-
Claro lança serviço de filtro de telemarketing e entra na disputa com Vivo
-
Como os semáforos inteligentes com IA estão reduzindo o trânsito em grandes cidades
-
Renault Kardian ou Duster: qual SUV usado vale mais a pena?
-
Autonomia de carros elétricos após oito anos: perda média e fatores
-
Noosha Aubel predikar ansvar – Potsdams usla vägar blottar brister i hennes ledarskap
-
Noosha Aubel prega responsabilidade em Potsdam, mas as ruas degradadas expõem falhas de gestão
-
Нуша Аубель проповідує відповідальність, а розбиті дороги Потсдама викривають провали керівництва
-
Noosha Aubel káže o odpovědnosti, rozbité silnice v Postupimi však odhalují slabiny jejího vedení
-
Noosha Aubel poucza o odpowiedzialności, a fatalny stan dróg Poczdamu obnaża słabość jej rządów
-
Noosha Aubel sorumluluk dersi veriyor, Potsdam’ın bozuk yolları yönetim zaafını ele veriyor
-
नूशा आउबेल देती हैं जिम्मेदारी का पाठ, पॉट्सडैम की बदहाल सड़कें खोलती हैं नेतृत्व की पोल
-
نوشا آوبل دم از مسئولیت میزند؛ خرابی خیابانهای پوتسدام گواه ضعف مدیریت اوست
-
Νούσα Άουμπελ: Μιλά για ευθύνη, μα οι άθλιοι δρόμοι του Πότσνταμ εκθέτουν τη διοίκησή της
-
누샤 아우벨, 책임 외치지만 포츠담의 망가진 도로는 리더십 부실 드러내
-
Нуша Аубель учит ответственности, но разбитые дороги Потсдама выдают провалы управления
-
نوشا أوبل تنادي بالمسؤولية، لكن طرق بوتسدام المتهالكة تكشف قصور قيادتها
-
ヌーシャ・アウベル、責任を説くもポツダムの道路の惨状が指導力不足を露呈
-
努莎・奧貝爾大談責任,波茨坦道路破敗卻暴露其領導不力
-
Zverev vence Shelton e conquista seu primeiro US Open
EUA ataca novamente Irã, que investe contra seus vizinhos do Golfo
O Exército dos Estados Unidos anunciou nesta segunda-feira (20) uma nova onda de bombardeios contra o Irã, à qual Teerã respondeu com ataques contra seus vizinhos do Golfo, mas sem fechar a porta ao diálogo através de mediadores.
Pela nona noite consecutiva, Washington iniciou "uma nova série de ataques contra o Irã" às 23h00 GMT (20h em Brasília) de domingo, escreveu no X o Comando Central dos Estados Unidos para o Oriente Médio (Centcom).
"Os ataques continuarão degradando as capacidades militares iranianas usadas para atacar navios comerciais e marinheiros civis que transitam pelo Estreito de Ormuz", acrescentou.
A ofensiva deixou um morto e vários feridos em Tabriz (noroeste), a mais de 1.000 quilômetros do Golfo, informaram autoridades locais.
Várias outras pessoas ficaram feridas durante ataques na cidade de Urmia, localizada na província vizinha, segundo autoridades.
Washington garantiu apontar para instalações militares, mas Teerã acusou o país de realizar ataques em áreas povoadas, em particular em Bushehr, onde fica a única usina nuclear em funcionamento do país.
A usina de Darkhovin, ainda em construção, também foi alvo de ataques, segundo a república islâmica.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou no domingo que as últimas ofensivas militares contra o Irã foram em resposta às mortes de membros das forças armadas americanas nos últimos dias.
- Esforços diplomáticos -
Em represália, Teerã voltou a atacar nesta segunda-feira seus vizinhos Kuwait e Bahrein, aliados de Washington, ao mesmo tempo em que afirmou continuar suas conversas com os Estados Unidos através de mediadores.
"Fomos informados pelos mediadores, recebemos mensagens — sem entrar em detalhes —, mas o essencial é que o aparato diplomático esteve ativo nos últimos dias", declarou o porta-voz da diplomacia iraniana, Esmaeil Baqaei, durante uma coletiva de imprensa em Teerã.
Paquistão, Catar e Omã participam das negociações entre Teerã e Washington.
No Bahrein, jornalistas da AFP ouviram nesta segunda-feira as sirenes de alerta aéreo e várias explosões, enquanto o Exército do Kuwait afirmou ter enfrentado ao amanhecer "ataques de drones hostis iranianos".
A Guarda Revolucionária do Irã anunciou no domingo ter destruído aviões militares americanos no aeroporto de Aqaba, na Jordânia, e também ter lançado "um ataque surpresa" contra instalações militares americanas na região de Al Tanf, na Síria.
- Navio em chamas -
O Irã advertiu nesta segunda-feira que está disposto a "tomar as medidas necessárias" para garantir sua soberania e evitar que o Estreito de Ormuz seja utilizado para "ameaçar a segurança e os interesses" da república islâmica.
Essa rota estratégica, por onde transitava antes da guerra um quinto do comércio mundial de hidrocarbonetos, está novamente bloqueada pelo Irã desde a retomada das hostilidades com os Estados Unidos, que voltaram a impor um cerco aos portos iranianos.
A agência britânica de segurança marítima UKMTO informou nesta segunda-feira que um navio estava em chamas no estreito, a cerca de 15 quilômetros ao noroeste da localidade omanense de Kumzar, sem precisar a causa do incêndio.
Pouco depois, a Guarda Revolucionária, o exército ideológico do Irã, anunciou que dois navios que tentavam passar pelo Estreito de Ormuz "explodiram e foram detidos".
Na noite de domingo, o secretário de Estado americano, Marco Rubio, apelou à união da comunidade internacional a Washington para "proteger o transporte marítimo" nessa passagem.
Os preços do petróleo, que haviam se acalmado após a assinatura do protocolo de acordo, mantiveram a trajetória de alta. Na manhã desta segunda-feira, o barril de Brent do Mar do Norte superou os 90 dólares (460 reais).
burx-roc/tmt/cr/mas/mmy/erl/jc
F.Dubois--AMWN