-
Elon Musk ironiza derrota republicana após forte apoio financeiro a Trump
-
Vitória democrata amplia escrutínio sobre centros de dados para inteligência artificial
-
Abdul El-Sayed torna-se primeiro muçulmano eleito para o Senado dos EUA
-
Hakeem Jeffries promete responsabilização por corrupção ao assumir liderança da Câmara
-
Trump atribui derrota republicana à guerra no Irão e aceita resultado eleitoral
-
Ouro recupera e petróleo recua enquanto maioria democrata influencia mercados
-
Manifesto de quase 50 personalidades recoloca habitação no centro do debate
-
Lufthansa antecipa decisão mais rápida de Bruxelas sobre entrada na TAP
-
Pedro Duarte condena intervenção policial contra manifestantes no Porto
-
Uría Menéndez apoia Estado português na reprivatização da TAP
-
Ordem dos Advogados contesta limite horário e atuação policial em protestos
-
Caixa prevê prêmio superior a R$ 1 bilhão na Mega da Virada
-
Niterói testa pagamento por Pix em três linhas municipais de ônibus
-
Enel instalará 240 painéis solares nas instalações da Clin em Niterói
-
Futebolista espanhol morre após colisão com guarda-redes durante jogo
-
Rio de Janeiro reúne 3,3 mil vagas de emprego, estágio e aprendizagem
-
Senado aprova PEC da Segurança Pública sem baixar maioridade penal
-
Operação contra tráfico no Caniçal termina com três detidos
-
PRF detém homem com drogas escondidas no estepe de carro em Petrópolis
-
Confirmadas as empresas participantes e os palestrantes do Blue Magic Netherlands, de 17 de novembro
Custo de vida irrita americanos nas eleições legislativas
Preços da gasolina, de alimentos e de cuidados com a saúde... os eleitores americanos começaram a dar seu veredicto nas urnas sobre o governo de Donald Trump, irritados com o aumento contínuo do custo de vida nos Estados Unidos.
Muitos já votaram antecipadamente nas eleições legislativas de meio de mandato, que serão realizadas em 3 de novembro.
Segundo uma pesquisa do Pew Research Center, 84% dos eleitores têm a economia como sua maior preocupação.
"É ridículo. Tudo aumentou, da gasolina ao transporte", diz Kyler Daugherty, um profissional de saúde de 43 anos, em Fort Lauderdale.
Os preços dos combustíveis subiram 9,1% em setembro, de acordo com dados oficiais, um verdadeiro desafio em um estado como a Flórida, onde as pessoas dependem do carro para se deslocar.
Esses preços dispararam nos últimos meses em meio ao conflito entre os Estados Unidos e o Irã, que abalou os mercados de energia.
- Promessas -
Trump conseguiu a reeleição em 2024 com a promessa de reduzir os preços, que já eram uma preocupação durante o governo de seu antecessor, o democrata Joe Biden.
"Não acreditei nele naquela época e não acredito agora. Muita coisa precisa mudar para que os preços caiam", opina Melissa Reer, assistente social de 49 anos. Sua principal preocupação agora são os aumentos nos seguros de automóvel e de residência.
Duas decisões de Trump contribuíram para a pressão sobre os preços: as tarifas e a guerra com o Irã, diz William Galston, pesquisador do Brookings Institution.
"Cabe ao presidente eliminar a maioria das tarifas que impôs (...) e pôr fim à guerra que iniciou", afirma.
A Casa Branca defende que suas políticas estão revitalizando a economia e tornando a vida mais acessível para os americanos.
- Dificuldades econômicas -
Cerca de 41% dos 132 milhões de lares vivem abaixo de um limite conhecido como ALICE, uma medida elaborada pela United Way que identifica pessoas que trabalham, mas cuja renda não é suficiente para cobrir despesas básicas como moradia, alimentação, transporte e assistência médica.
"As dificuldades econômicas estão começando a se espalhar nos Estados Unidos, particularmente entre a classe média", alerta Symeria Hudson, CEO da United Way Miami, uma organização sem fins lucrativos que atua em educação, estabilidade financeira e apoio comunitário.
"Não sei como vou pagar (meus medicamentos). Estou literalmente reduzindo as doses de certos remédios porque não posso pagar por eles", desabafa Daugherty.
J.Oliveira--AMWN