-
Zverev vence Shelton e conquista seu primeiro US Open
-
PSG vence a 1ª no Francês; Lille de Davide Ancelotti é o novo líder
-
Yamal faz 2 na vitória do líder Barça; Atlético vence Real Sociedad
-
Napoli, enfim, vence em casa; Juve sofre 1ª derrota
-
Ultradireitista Le Pen defende "prioridade nacional" na campanha para eleições na França
-
Trump critica Zelensky e promete eliminar tarifas sobre uísque ao fim de visita à Irlanda
-
Esquerda social-democrata lidera eleições na Suécia e extrema direita perde terreno
-
Napoli, enfim, vence em casa e dá respiro a Allegri
-
Kane dá vitória ao Bayern sobre o modesto Elversberg no Alemão
-
Seis mortos e 129 desaparecidos após naufrágio de balsa na Indonésia
-
Manchester City, com dez, vence clássico contra Manchester United
-
Trump critica Zelensky e a busca por desacelerar a IA durante sua visita à Irlanda
-
Polônia denuncia 'escalada' de Moscou após ataque a trem na fronteira com Ucrânia
-
Alison dos Santos é campeão do Mundial de Atletismo Ultimate com 3º melhor tempo da história
-
Yamal faz 2 na vitória do líder Barça sobre o Levante
-
Governo dos EUA reluta em regulamentar IA
-
Lille de Davide Ancelotti vence Troyes e é o novo líder do Francês
-
Restringir IA em excesso pode beneficiar China, diz presidente da Câmara dos EUA
-
Espanha afirma que mais de 5.300 migrantes deixaram Ceuta neste mês
-
Kimi Antonelli vence GP da Espanha de F1
-
Diretor da Casa Argentina em Paris renuncia ao cargo
-
Suécia vota em eleições acirradas com extrema direita em busca do governo
-
'Segunda chance': sobrevivente do Nepal relata sua odisseia preso em um túnel
-
Trump encerra visita à Irlanda após seu controverso apoio à reunificação do país
-
OpenAI anuncia que não abrirá seu capital este ano
-
Cúpula do Brics defendeu a cooperação econômica e o crescimento global 'inclusivo'
-
張國榮70歲誕辰音樂會西九舉行 唐鶴德錄音致意
-
鏈球選手周柏言身形被質疑 教練指出其香港青年紀錄成績
-
ONU alerta que mais de 2.000 pessoas já fugiram do Iêmen para Djibuti
-
iPhone 18預購後出現可疑扣款 四間銀行調查未授權交易
-
Seis mortos e mais de 100 desaparecidos após naufrágio de balsa na Indonésia
-
《浪花男女》辦特別謝票場 馮志強談票房與導演客串拍攝
-
Enel é autuada por Procon após falha de energia no Shopping Plaza
-
Galaxy Tab S12系列效果圖曝光 Ultra擬配雙鏡頭及瀏海螢幕
-
Mãe de Daniel Vorcaro busca doações para pagar contas com recursos bloqueados
-
Viés estético: como a beleza das borboletas europeias determina o seu destino na conservação
-
فليك يضم حمزة عبد الكريم إلى قائمة برشلونة بعد أربعة أهداف في الإعداد
-
حمزة قورقماز يناقش العلاقة بين وضوح المبادئ واحترام الاختلاف
-
بزشكيان يؤكد رفض الاستسلام وسلطات إيران تعلن مقتل شخص في استهداف سفينة
-
اليورو يستقر في البنوك المصرية وأعلى سعر للبيع 59.85 جنيه
-
دول عربية ومنظمات تدين استهداف خط أنابيب في السعودية
-
ستاندرد آند بورز تثبت تصنيف السعودية عند A+
-
الأرصاد السعودية تتوقع سيولاً وأمطاراً رعدية في خمس مناطق
-
Houthis anunciam ataque contra base saudita após novos combates com forças do Iêmen
-
'Estou bem': Céline Dion renasce nos palcos de Paris
-
Rybakina vence Sabalenka e conquista seu primeiro US Open
-
Com gol de Bruno Guimarães, Arsenal vence Sunderland e mantém início perfeito no Inglês
-
Com 2 de Mbappé, Real Madrid goleia Rayo Vallecano no Espanhol
-
Forças do governo iemenita atacam houthis na costa do Mar Vermelho
-
Documentário israelense sobre ataques contra civis em Gaza ganha Prêmio Especial do Júri em Veneza
Avanço do HIV é um perigo real devido à queda do financiamento a seu combate
A ciência nunca foi tão sólida, mas o apoio político atravessa seu pior momento: especialistas em aids alertaram nesta segunda-feira (27) que a luta contra o HIV está em sério perigo, depois que seu financiamento caiu 20% no ano passado.
Começou no Rio de Janeiro a maior conferência internacional sobre aids, a primeira desde que os Estados Unidos cortaram drasticamente a ajuda externa após o retorno de Donald Trump à Casa Branca. Países europeus como França, Alemanha e Reino Unido seguiram o mesmo caminho.
"Nunca antes o financiamento dos doadores havia caído tanto e tão rápido, e os mais vulneráveis já estão pagando o preço", afirmou Beatriz Grinsztejn, presidente da Sociedade Internacional de Aids (IAS), que advertiu para um "perigo real" no combate ao HIV, o vírus responsável pela aids.
Os avanços científicos transformaram a infecção por HIV, que em outra época era sinônimo de morte, em um vírus manejável para milhões de pessoas.
"O fim da aids já não está limitado pela ciência. Os cientistas fizeram sua parte. Agora o que limita é a desigualdade. A ciência cumpriu seu papel, agora a política precisa cumprir o seu", declarou a diretora-executiva do programa da ONU sobre aids (Unaids), Winnie Byanyima.
Byanyima ressaltou que o mundo vive "um dos momentos mais empolgantes na história da ciência do HIV", com medicamentos preventivos de eficácia quase comparável à de uma vacina. No entanto, milhões de pessoas ainda não têm acesso a eles.
"Quando a prevenção desaparece, aumentam as infecções. Quando o tratamento é interrompido, as pessoas morrem", alertou Byanyima.
O número de novos casos de HIV e de mortes relacionadas à aids caiu, em 2025, ao seu nível mais baixo em mais de 30 anos. Mas, em 21 países, as novas infecções aumentaram.
- Países em desenvolvimento na "linha de frente" -
O financiamento mundial para a luta contra o HIV em países de baixa e média renda caiu 18% no ano passado, segundo um relatório da Unaids divulgado na conferência no Rio.
Desde 2011, a contribuição dos países europeus diminuiu 58%, de acordo com o relatório. Os Estados Unidos, apesar dos cortes de Trump, continuam respondendo por 74% do financiamento governamental dos doadores.
Os países com as taxas mais altas de HIV, muitos deles na África Subsaariana, estão "assumindo a linha de frente", disse à AFP a diretora-executiva adjunta da Unaids, Angeli Achrekar. O financiamento doméstico já representa 60% do total.
Ainda assim, esses números continuam sendo "uma gota no oceano" em comparação com o que é necessário, disse Byanyima à AFP em junho. Muitos países africanos de baixa renda dependem da ajuda internacional para financiar até 90% de sua resposta ao HIV.
Para os especialistas, ainda é cedo para medir plenamente as consequências desses cortes.
- Novos medicamentos -
A ONU pretende pôr fim à aids como ameaça à saúde pública até 2030. Um dos objetivos é que 20 milhões de pessoas tenham acesso aos antirretrovirais que previnem a propagação do HIV. Quase metade das crianças que vivem com o vírus não recebeu esses medicamentos no ano passado.
Achrekar pediu às farmacêuticas que tornem "acessíveis a todos" os novos medicamentos, considerados revolucionários.
Antes da conferência, a americana Merck anunciou planos para permitir que fabricantes da África e da Índia produzam versões genéricas mais baratas de seu comprimido antirretroviral mensal, o alimatravir, ainda não aprovado.
A organização Médicos Sem Fronteiras (MSF) pediu, além disso, à farmacêutica Gilead que disponibilize seu preventivo lenacapavir a mais países, já que ele requer apenas uma injeção a cada seis meses.
Os países onde foram realizados os ensaios clínicos do medicamento, entre eles Brasil, Argentina, México e Peru, estão excluídos dos acordos atuais que permitem a venda de versões genéricas, apontou a MSF.
O lenacapavir pode ser produzido por 40 dólares (233 reais, na cotação atual) por pessoa ao ano, mas nos Estados Unidos custa até 28 mil dólares (163 mil reais) por paciente por ano, segundo a organização.
Y.Kobayashi--AMWN