-
ستاندرد آند بورز تثبت تصنيف السعودية عند A+
-
دول عربية ومنظمات تدين استهداف خط أنابيب في السعودية
-
الأرصاد السعودية تتوقع سيولاً وأمطاراً رعدية في خمس مناطق
-
Houthis anunciam ataque contra base saudita após novos combates com forças do Iêmen
-
'Estou bem': Céline Dion renasce nos palcos de Paris
-
Rybakina vence Sabalenka e conquista seu primeiro US Open
-
Com gol de Bruno Guimarães, Arsenal vence Sunderland e mantém início perfeito no Inglês
-
Com 2 de Mbappé, Real Madrid goleia Rayo Vallecano no Espanhol
-
Forças do governo iemenita atacam houthis na costa do Mar Vermelho
-
Documentário israelense sobre ataques contra civis em Gaza ganha Prêmio Especial do Júri em Veneza
-
Banco Master, o escândalo financeiro que abala a campanha presidencial
-
Brasileiro Guto Miguel perde final do US Open juvenil
-
Premiados no 83º Festival de Cinema de Veneza
-
Dinamarquesa May el-Toukhy ganha Leão de Ouro em Veneza com drama histórico 'Woman Unkown'
-
Milan busca empate no 2º tempo e interrompe série de vitórias da Lazio
-
França minimiza hipótese de ato deliberado após descarrilamento de trem
-
Gigantes da IA concordam em frear seu desenvolvimento
-
Incêndio em lar de idosos no Chile deixa 16 mortos
-
Zelensky disposto a se reunir com Putin no G20, mas Moscou recusa
-
Trump diz que unificação da Irlanda seria 'fantástica'
-
Monaco empata com Strasbourg e interrompe sequência 100% no Francês
-
Incêndio em balsa nas Filipinas deixa 76 mortos
-
'O Segredo de Widow's Bay' e 'The Pitt' chegam como favoritos ao Emmy
-
França investiga possível ato deliberado após descarrilamento de trem
-
Zelensky está disposto a se reunir com Putin no G20 em Miami
-
Raphinha está "em outro nivel", destaca Hansi Flick
-
Freiburg é o novo líder do Campeonato Alemão; Dortmund segue 100%
-
Conselho de Supervisão da Meta pede que verificação não seja substituída por 'Notas da Comunidade'
-
Guerra no Oriente Médio 'não atende aos interesses comuns', denuncia Xi em reunião do Brics
-
Trump chega à Irlanda para torneio de golfe e reuniões de alto nível
-
PF investiga Flávio Bolsonaro por suspeita de corrupção e lavagem de dinheiro
-
Nasce primeiro filho da cantora Lady Gaga (imprensa)
-
Conversas entre Israel e Líbano em Roma são adiadas para outubro
-
Anthropic revela uso indevido de IA em armas, espionagem e vigilância
-
Matemáticos alertam para 'efeito destrutivo' da IA em sua disciplina
-
Rebeldes do Iêmen tomam estreito estratégico
-
Descarrilamento de trem deixa 44 feridos no norte da França
-
Siniakova e Townsend vencem torneio feminino de duplas do US Open
-
Abel Ferreira é suspenso por três jogos após chutar microfone
-
McLaren 'avança muito bem' para 2027, diz seu diretor técnico
-
Americana é detida no México acusada de fornecer armas para o tráfico
-
Antonelli faz o melhor tempo no segundo treino livre para o GP da Espanha de F1
-
Emirados usaram IA contra especialistas da ONU sobre Sudão, diz Anthropic
-
Filme brasileiro é premiado no Festival de Veneza
-
Presidente colombiano remove das redes sociais vídeos de corpos após ordem judicial
-
Ataques russos a postos de gasolina em Kiev deixam 2 mortos
-
Venezuela assina com Suriname acordo de cooperação em hidrocarbonetos
-
Rebeldes houthis do Iêmen tomam estratégico Estreito de Bab el-Mandeb
-
Aeroporto de Nashville, nos EUA, será renomeado em homenagem a Dolly Parton
-
EUA recorda os atentados de 11 de setembro 25 anos depois
O riso deixa os bonobos mais otimistas
O riso ajuda os bonobos a verem o lado positivo da vida. Graças às vocalizações que fazem enquanto brincam, estes símios conseguem gerar emoções que influenciam em seu comportamento mútuo, sugere um estudo.
"Sabe-se que as emoções influenciam uma ampla gama de funções cognitivas, como a memória, a atenção e a tomada de decisões", lembra, em declarações à AFP, Sasha Winkler, coautora do estudo publicado nesta quinta-feira (26) na revista Scientific Reports.
No entanto, as emoções positivas têm sido menos estudadas do que as negativas, como o medo, que "têm correlações comportamentais evidentes, como a imobilização ou a fuga, fáceis de observar e medir", assinala a pesquisadora em antropologia evolutiva da Universidade Duke, nos Estados Unidos.
Segundo esta especialista, este viés nas pesquisas também se deve à "reticência em atribuir emoções aos animais".
O riso é tradicionalmente considerado um traço exclusivo do ser humano.
No entanto, há muitas semelhanças entre ele e os sinais emitidos por outros animais durante as brincadeiras.
Os grandes símios produzem vocalizações parecidas ao riso quando recebem cócegas ou durante brincadeiras bruscas, assim como as nossas crianças.
Estas vocalizações compartilham uma origem evolutiva comum com o riso humano e os cientistas acreditam que sirvam para reduzir o risco de que a brincadeira seja interpretada como uma agressão.
Ao invés disto, seriam o veículo de um contágio emocional, um processo pelo qual sinais emocionais emitidos por um indivíduo desencadeiam estados similares em outros.
Para verificar a influência do riso, as autoras do estudo fizeram um experimento com bonobos do centro de estudo e conservação Ape Cognition and Conservation Initiative, em Des Moines, nos Estados Unidos.
- Empatia -
Este experimento exigiu ensaios durante dois a quatro meses.
"Uma das principais dificuldades era que os bonobos só participavam se assim o desejassem: podiam escolher se separar voluntariamente de seu grupo para participar das sessões em outra sala", relata Winkler.
Mali, uma bonobo fêmea de 14 anos; e Teco, Nyota e Kanzi, três machos de 12, 24 e 41 anos, respectivamente, primeiro se familiarizaram com uma caixa preta que continha comida e uma caixa branca vazia.
As pesquisadoras os ensinaram a afastar a caixa branca, que não tinha recompensas.
Em seguida, acrescentaram ao acaso três caixas de cores ambíguas, do cinza-claro ao cinza-escuro, que só continham comida em metade dos casos.
Em alguns testes, emitiram gravações de risos de bonobos, enquanto que em outros só reproduziram o som do vento.
Os bonobos se aproximaram da caixa preta em 93% dos casos e da caixa branca em apenas 1%.
Quando deparados com as caixas cinzas, eles se aproximavam mais frequentemente das caixas escuras do que das claras. Mas tinham três vezes mais chances de checar as caixas cinzas quando ouviam risos.
"Tendiam a se comportar de forma mais otimista", resumem as autoras.
Estes resultados apoiam a teoria segundo a qual os sinais comunicativos "evoluíram principalmente para modificar o comportamento dos receptores, influindo em seus estados afetivos, mais do que para transmitir informação precisa", afirma Winkler.
"O simples fato de que ouvir um riso, sem nenhum contexto visual ou social, influencie a tomada de decisões dos bonobos mostra até que ponto estes efeitos emocionais podem ser amplos", acrescenta.
O contágio emocional é considerado um componente essencial da empatia, que desempenha um papel "importante na evolução dos comportamentos pró-sociais, permitindo a cooperação em larga escala, que se observa nas sociedades humanas", continua a antropóloga.
"Compreender em que momento nossos ancestrais comuns com os outros grandes símios desenvolveram estes aspectos da empatia tem implicações importantes para compreender melhor nossa própria sociabilidade", ressalta.
P.M.Smith--AMWN