-
Paquistão e Afeganistão anunciam cessar-fogo durante fim do Ramadã
-
Membros de comboio internacional começam a chegar a Cuba com ajuda humanitária
-
'Contate-nos': Mossad israelense busca espiões no Irã em plena guerra
-
Nova partícula é descoberta pelo Grande Colisor de Hádrons
-
Paquistão anuncia cessar-fogo com Afeganistão durante fim do Ramadã
-
Com lesão no ombro, Kasper Schmeichel fala em possível aposentadoria
-
Senegal pede investigação por 'suspeita de corrupção' após ter título da CAN retirado
-
Israel mata outro alto dirigente iraniano e dá liberdade de ação ao seu Exército
-
Eurodeputados querem proibir criação de imagens sexuais falsas geradas por IA
-
EUA diz que IA da Anthropic representa 'risco inaceitável' para o Exército
-
Promotoria na Noruega pede mais de 7 anos de prisão para filho de princesa julgado por estupros
-
Ryan Gosling quer levar o público aos cinemas com 'Devoradores de Estrelas'
-
Ucranianos recebem seus prisioneiros de guerra à beira da estrada
-
ONG confirma que ataque contra clínica de Cabul deixou 'centenas de mortos e feridos'
-
Pelo menos 12 mortos em bombardeios israelenses no centro de Beirute
-
Federação de Senegal vai recorrer contra decisão 'injusta' que retirou o título do país da Copa Africana
-
Irã promete vingar a morte de Larijani
-
Com aprovação do Paraguai, Mercosul ratifica acordo comercial com a UE
-
Bukele endurece guerra contra grupos criminosos em El Salvador
-
ONU alerta para redução dos avanços contra a mortalidade infantil
-
Bia Haddad é eliminada na primeira rodada do WTA 1000 de Miami
-
Colômbia denuncia suposto bombardeio do Equador em meio a crise diplomática
-
Cerimônia do Oscar tem audiência 9% menor
-
Nvidia retoma produção de chips para clientes da China
-
Brasil reforça proteção de menores na internet
-
CAF retira título do Senegal e declara Marrocos campeão da Copa Africana de Nações
-
Atlético de Madrid tenta, contra o Tottenham, confirmar vaga nas quartas da Champions
-
Com dois gols de Vini, Real Madrid volta a vencer City (2-1) e vai às quartas da Champions
-
Arsenal vence Leverkusen (2-0) e avança às quartas de final da Champions
-
PSG volta a vencer Chelsea (3-0) e vai às quartas da Champions
-
Szoboszlai lidera Liverpool na luta pela virada contra o Galatasaray
-
Petróleo sobe diante de perturbações no fornecimento
-
Sporting goleia Bodo/Glimt (5-0) e avança às quartas de final da Champions
-
Milei critica Irã em aniversário de atentado contra embaixada de Israel na Argentina
-
Messi está em 'perfeitas condições' para jogo contra Nashville, diz Mascherano
-
Colômbia denuncia suposto bombardeio do Equador em plena crise diplomática
-
Três lesionados em uma semana: Bayern e sua escassez de goleiros contra a Atalanta
-
Defesa do chileno Zepeda pede novas investigações em julgamento por homicídio na França
-
Tudor acha difícil, "mas não impossível", virada do Tottenham contra o Atlético de Madrid
-
Técnico do Newcastle quer que time cresça com pressão do Camp Nou
-
EUA aumenta pressão sobre Cuba enquanto ilha luta contra apagão em massa
-
Liverpool precisa dar motivos aos torcedores 'para se empolgarem', diz Robertson
-
Guerra no Oriente Médio reacende temores de nova crise do petróleo
-
Sem Finalíssima, Argentina fará amistoso contra Guatemala em Buenos Aires
-
Autoridade antiterrorista dos EUA renuncia em protesto contra a guerra no Irã
-
Cuba restabelece gradualmente energia elétrica após apagão geral
-
México se diz aberto a receber jogos do Irã na Copa do Mundo
-
Starmer insta a manter a atenção na Ucrânia após reunir-se com Zelensky
-
Equador nega suposto bombardeio em território colombiano
-
EUA abre nova era de cooperação antidrogas com aliados na América Latina
Expectativa e protestos antes da primeira coroação de um rei britânico em 70 anos
Setenta anos depois de sua mãe, Charles III será coroado no sábado (6) em uma cerimônia repleta de tradição e simbolismo, que reunirá milhares de admiradores em Londres, mas não estará livre de protestos do movimento antimonarquista britânico.
Fãs da realeza estão acampados há vários dias no Mall, a longa avenida no centro de Londres que segue até o Palácio de Buckingham, para garantir um lugar privilegiado e observar o cortejo real.
"É um momento histórico. Temos muita sorte de vivenciar uma coroação", declarou Marie Scott, 52 anos, uma das primeiras a chegar ao Mall. Acompanhar os eventos reais presencialmente não é o mesmo que assistir na televisão, afirma.
Outros, como Mimi Gill, uma americana de 43 anos e fã da série da Netflix "The Crown", no pretendem acompanhar o evento pela TV e comentar em tempo real nas redes sociais, "como fãs em todo o mundo".
E milhares de visitantes estrangeiros chegarão a Londres para desfrutar a celebração nas ruas, decoradas com bandeiras britânicas e símbolos reais.
A cerimônia incluirá elementos com séculos de história, como as joias da coroa, mas com toques modernos, com a participação de bispas, líderes religiosos de grupos minoritários e uma lista de convidados baseada na "meritocracia", em vez da "aristocracia".
A questão ambiental também terá um papel importante, com um óleo de unção vegano e elementos cerimoniais reciclados.
A coroação de Elizabeth II em 1953, a primeira exibida pela televisão, foi assistida por 27 dos então 36 milhões de britânicos. A cerimônia de Charles III desperta bem menos interesse, de acordo com uma pesquisa do instituto YouGov de abril: 64% das pessoas entrevistadas responderam que não estavam interessadas no evento.
Outra pesquisa do mesmo instituto, divulgada na quarta-feira (3), mostrou que 62% dos britânicos apoiam a monarquia, contra 25% que preferem um chefe de Estado eleito, mas os partidários desta segunda opção alcançam 40% entre os jovens de 18 a 24 anos
Coroado aos 74 anos, oito meses após a morte de sua mãe, Charles III tem dificuldades para consolidar sua imagem entre as novas gerações, apesar dos esforços para mostrar-se alguém próximo e caloroso.
Ele também é ativo em questões diplomáticas, como a guerra da Ucrânia, e colaborativo em temas delicados, como a investigação dos laços históricos da monarquia com a escravidão.
E sem contar que defende com veemência sua paixão de longa data pela ecologia.
Tudo isto não impediu os protestos com o lema "Not my king" (Não é o meu rei).
- Críticas aos custos -
Charles III, cujo papel é meramente cerimonial e não possui poder político, chegou ao trono do Reino Unido em um momento de vários desafios: das aspirações separatistas na Escócia e Irlanda do Norte até a a grave crise pelo custo de vida.
"Não temos a mesma vida, muitas pessoas estão sofrendo atualmente", destaca Eden Eawit, uma londrina de 38 anos que lamenta o custo elevado da cerimônia.
O grupo antimonárquico "Republic" planeja organizar um protesto no centro de Londres no sábado.
A Jamaica, país da Commonwealth do qual Charles III também é rei, afirmou na quinta-feira que deseja a separação a coroa britânica.
E o primeiro-ministro de Belize, Johnny Briceño, destacou que seu país será "provavelmente" o próximo membro da Comunidade Britânica que se tornará uma república. Ele criticou o papel histórico da Inglaterra no tráfico de escravizados.
O rei, apesar das críticas, teve algumas satisfações, como quando recebeu na quinta-feira líderes dos povos indígenas do Canadá e do Brasil.
Dois deles, Uyunkar Domingo Peas e Atossa Soltani, ativistas da Amazônia, o presentearam com uma coroa de penas "em reconhecimento por seu compromisso com a proteção da floresta e a restauração da harmonia entre a humanidade e a natureza".
O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, estará entre os mais de 100 chefes de Estado e de Governo na cerimônia de sábado, que terá 2.300 convidados.
O papa Francisco, que não viajará a Londres, será representado pelo secretário de Estado do Vaticano, o cardeal Pietro Parolin.
Como aconteceu no funeral de Elizabeth II em setembro, alguns países não foram convidados, como Venezuela, Rússia e Afeganistão.
Outros, como Nicarágua e Coreia do Norte, receberam convites apenas para os chefes de suas representações diplomáticas.
L.Durand--AMWN