-
Hakeem Jeffries promete responsabilização por corrupção ao assumir liderança da Câmara
-
Trump atribui derrota republicana à guerra no Irão e aceita resultado eleitoral
-
Ouro recupera e petróleo recua enquanto maioria democrata influencia mercados
-
Manifesto de quase 50 personalidades recoloca habitação no centro do debate
-
Lufthansa antecipa decisão mais rápida de Bruxelas sobre entrada na TAP
-
Pedro Duarte condena intervenção policial contra manifestantes no Porto
-
Uría Menéndez apoia Estado português na reprivatização da TAP
-
Ordem dos Advogados contesta limite horário e atuação policial em protestos
-
Caixa prevê prêmio superior a R$ 1 bilhão na Mega da Virada
-
Niterói testa pagamento por Pix em três linhas municipais de ônibus
-
Enel instalará 240 painéis solares nas instalações da Clin em Niterói
-
Futebolista espanhol morre após colisão com guarda-redes durante jogo
-
Rio de Janeiro reúne 3,3 mil vagas de emprego, estágio e aprendizagem
-
Senado aprova PEC da Segurança Pública sem baixar maioridade penal
-
Operação contra tráfico no Caniçal termina com três detidos
-
PRF detém homem com drogas escondidas no estepe de carro em Petrópolis
-
Confirmadas as empresas participantes e os palestrantes do Blue Magic Netherlands, de 17 de novembro
Flores e velas em frente à casa de Tina Turner na Suíça
Logo após a notícia da morte de Tina Turner, nesta quarta-feira, velas e flores começaram a se acumular do lado de fora de sua residência, na Suíça, onde a lenda do rock morou por décadas.
Uma multidão se reunia em frente ao grande portão de ferro. "Estou impactado", disse o esloveno Miran Znider, 48, que mora na região. "Não esperava que fosse acontecer tão cedo."
Znider disse que compareceu ao local "porque ela é a rainha, a rainha de todas as mulheres. Amo Tina."
Considerada uma das artistas mais famosas do mundo, a rainha do rock, 83, viveu por quase 30 anos em uma propriedade de luxo, em Küsnacht, às margens do lago Zurique.
Músicas de Tina eram reproduzidas em um veículo estacionado nos arredores, enquanto os fãs se reuniam em frente ao portão, ladeado por grandes colunas iluminadas.
- Dia triste -
"Hoje é um dia muito triste", expressou Ozgur Arzik, 48. "Cresci com os filhos de Tina e moro aqui perto. Sempre ouvi as músicas dela e me dói que a tenhamos perdido. Só queria estar aqui", acrescentou.
"Com a morte de Tina Turner, o mundo perdeu um ícone", tuitou o presidente suíço Alain Berset. "Meus pensamentos estão com a família desta mulher impressionante, que encontrou na Suíça um segundo lar."
O cantão de Küsnacht expressou em comunicado que "Tina Turner inspirou pessoas em todo o mundo com sua voz única e tocou muitos moradores de Küsnacht com seu calor e sua modéstia". O município exaltou a conexão da cantora com a comunidade, ao destacar que ela patrocinou uma embarcação de resgate e doou as luzes de Natal.
Tina se mudou para o país alpino em 1995, com seu parceiro, o alemão Erwin Bach, 67 anos. Em 2013, três meses depois de se casar com Bach e receber seu passaporte suíço, Tina renunciou à cidadania americana.
O casal alugou por muito tempo o imóvel, devido às restrições para que estrangeiros tenham propriedades na Suíça. Em 2021, os dois teriam pago US$ 76 milhões pelo imóvel, de 10 andares, localizado no cantão de Staefa.
Naquela ocasião, Bach disse ao jornal "Handelszeitung" que a propriedade, que conta com piscina e área privativa em frente ao lago, serviria como um refúgio de fim de semana.
Tina Turner foi exaltada pela imprensa local como um modelo de cidadã suíça. Teve que aprender alemão, passar em uma prova e fazer uma entrevista para obter a cidadania.
Com o passaporte em mãos, participou das votações populares realizadas com frequência no país, conhecido por seu sistema de democracia direta. Em 2021, a Universidade de Berna lhe concedeu o título de doutor honoris causa, por "sua obra musical e artística única".
M.Thompson--AMWN