-
'São estatísticas e nada mais', diz Messi ao igualar Klose como artilheiro das Copas
-
Com hat-trick histórico de Messi, Argentina vence Argélia (3-0) em sua estreia na Copa
-
'Quero aproveitar cada jogo', diz Modric antes de estrear em sua quinta Copa do Mundo
-
'É como a primeira Copa' para Cristiano Ronaldo, diz técnico de Portugal
-
'Venho da minha melhor temporada', adverte Kane antes da estreia da Inglaterra
-
Lionel Messi é o primeiro jogador da história a jogar em seis Copas do Mundo
-
Sean Penn vai dirigir filme sobre ataque ao Capitólio dos EUA
-
Com 2 de Haaland, Noruega goleia Iraque (4-1) em sua estreia na Copa do Mundo
-
Investigações contra governador da Califórnia não foram ordenadas por Washington
-
'Mbappé é um jogador fora do comum', comemora Deschamps
-
SpaceX supera brevemente Microsoft e Amazon em valor de mercado
-
'Não há medo', afirma técnico da RD Congo antes do jogo contra Portugal
-
Mbappé nega 'conta pendente' após marcar dois gols na vitória da França
-
Secretário-geral da ONU pede perdão a vítimas de grupos armados no Haiti
-
Com 2 gols de Mbappé, França vence Senegal (3-1) em sua estreia na Copa
-
Direitista Keiko Fujimori amplia vantagem em apuração presidencial no Peru
-
James vive 'Dia D' no retorno da Colômbia à Copa do Mundo após 8 anos
-
Moraes exige explicações a defesa de Bolsonaro sobre arma em prisão domiciliar
-
Di María torce pela Argentina à distância: "Com vocês até o fim do mundo"
-
Serena Williams é eliminada na primeira rodada de duplas no torneio de Berlim
-
Neymar treina em campo com a Seleção Brasileira, mas sua estreia na Copa segue incerta
-
Português Ruben Amorim é o novo técnico do Milan
-
Na capital do 'barbecue', torcedores argentinos garantem que o 'asado' é o campeão
-
Espanha treina sob efeito do empate contra Cabo Verde, sem Merino
-
Harry Kane afia a pontaria para a estreia da Inglaterra contra a Croácia de Modric
-
Por que os mosquitos picam mais algumas pessoas do que outras?
-
Portugal inicia última Copa de Cristiano Ronaldo diante da RD Congo
-
Pico do ebola ainda não chegou na RDC e epidemia pode durar um ano (Cruz Vermelha)
-
Monitor acusado de agredir alunas sexualmente é absolvido na França
-
Infantino comemora marca de um milhão de torcedores nos estádios após 5 dias de Copa do Mundo
-
Fed inicia sua primeira reunião sobre juros com Kevin Warsh na presidência
-
SpaceX supera Amazon e se torna a quinta maior empresa em valor de mercado
-
Neymar, uma marca registrada
-
Custo do salão de baile da Casa Branca pode alcançar US$ 600 milhões (Washington Post)
-
De la Espriella: o showman milionário pró-Trump que quer barrar a esquerda na Colômbia
-
Trevoh Chalobah é convocado pela Inglaterra após corte de Tino Livramento
-
Gana recorre à justiça canadense por visto do volante Thomas Partey, acusado de estupro
-
Tiago Splitter é o novo técnico do Chicago Bulls
-
Seleção brasileira não deve pensar que vai golear o Haiti, diz Douglas Santos
-
Cepeda, vítima do Estado que busca repetir o milagre da esquerda na Colômbia
-
G7 aumenta a pressão sobre a Rússia para pôr fim à guerra na Ucrânia
-
Jürgen Klopp é criticado por declarações sobre Nagelsmann
-
Colômbia decide entre esquerda no poder e candidato alinhado a Trump
-
Tropeço da Espanha coloca Argentina de Messi e França de Mbappé em alerta
-
Visto de jogador iraniano expira após entrada nos Estados Unidos
-
Irã afirma que nova fase de diálogo com EUA pode começar esta semana
-
Goleiro mexicano Ochoa sugere aposentadoria do futebol em vídeo à Fifa
-
Trump diz que Rússia deve 'alcançar acordo' com Ucrânia durante reunião do G7
-
Venus e Serena Williams disputarão juntas em duplas em Wimbledon
-
Zagueiro alemão Rüdiger renova com o Real Madrid até 2027
Rei Charles III defende soberania do Canadá diante das ameaças de Trump
O rei Charles III defendeu, nesta terça-feira (27), em Ottawa, a soberania do Canadá, país do qual é chefe de Estado, em meio às ameaças do presidente Donald Trump de anexá-lo aos Estados Unidos.
O monarca britânico foi especialmente convidado pelo primeiro-ministro canadense, Mark Carney, para a inauguração da legislatura, ponto culminante de uma visita de grande simbolismo a este país que integra a Commonwealth britânica.
"A democracia, o pluralismo, o Estado de direito, a autodeterminação e a liberdade são valores que os canadenses prezam, valores que o Governo está decidido a proteger", declarou Charles III diante do Parlamento, no primeiro "discurso do trono" feito por um rei em quase meio século no Canadá.
Em meio a fortes aplausos, ele se inspirou no hino nacional ao afirmar: "O verdadeiro norte é realmente forte e livre!"
O soberano de 76 anos, que sofre de câncer há mais de um ano, realiza junto à rainha Camilla sua primeira viagem oficial desde que ascendeu ao trono em setembro de 2022.
Obrigado a manter uma estrita neutralidade política, Charles III nunca comentou em público as declarações de Trump, que desde seu retorno à Casa Branca em janeiro insiste que o Canadá se torne "o 51º estado" dos EUA.
"O Canadá enfrenta desafios sem precedentes em nossas vidas", disse o rei, referindo-se a um "momento crítico".
As tensões atuais representam uma "incrível oportunidade" para que o país "forje novas alianças e uma nova economia a serviço de todo o seu povo", ressaltou o monarca, que usava ao pescoço a insígnia da Ordem do Canadá.
O Canadá está "pronto para construir uma coalizão de países" que acreditam "na cooperação internacional e no livre comércio de bens, serviços e ideias", acrescentou.
O "discurso do trono", que é redigido pelo Gabinete do primeiro-ministro, é tradicionalmente pronunciado pelo governador-geral, cargo que representa a Coroa britânica no Canadá e que desde 2021 é ocupado por Mary Simon.
– "É extraordinário" –
Charles III pronunciou o discurso na antiga estação ferroviária que abriga provisoriamente a Câmara do Senado, cujo edifício está em reforma.
Chegou junto à rainha Camilla em uma carruagem cerimonial puxada por cavalos da Real Polícia Montada do Canadá. Foi recebido com uma salva de 21 tiros de canhão, enquanto a bandeira canadense do edifício era substituída por um estandarte que indica a presença do rei.
Milhares de pessoas se reuniram ao longo do percurso do desfile para ver o monarca. Em clima festivo, agitaram bandeiras canadenses e a Union Jack, a bandeira britânica.
Kirsten Hanson, de 44 anos, celebrou a visita do rei. "Se ele pode fazer algo para demonstrar a soberania canadense, é fantástico", declarou à AFP. "Ninguém quer ser absorvido pelos Estados Unidos", acrescentou.
Sob um céu azul, um sorridente Charles III apertou as mãos do público aglomerado ao longo de uma cerca de segurança, e dirigiu palavras a cada um.
"Em termos simbólicos, é extraordinário porque é apenas a terceira vez que o soberano lê esse discurso", destacou Felix Mathieu, professor de política na Universidade de Quebec em Outaouais.
Elizabeth II, falecida mãe de Charles III, só foi ao Canadá pronunciar o discurso do trono duas vezes durante seu reinado de quase sete décadas: em 1957 e em 1977.
Para a jovem de trinta e poucos anos Shrikant Mogulala, presente entre o público que assistiu ao desfile, o rei viajou "para enviar uma mensagem clara a Trump" de que o país não está à venda.
"O Canadá foi um pouco maltratado ultimamente" por Trump, disse por sua vez Tom Fleming. Para esse homem de 83 anos, é "muito importante" que Charles e Camilla "apareçam e façam sentir sua presença".
S.Gregor--AMWN