-
Obra sobre os Círios da Arrábida reúne música, memória e património religioso
-
Galitos, Barreirense e Basket Santo André vencem na jornada da Proliga
-
Banco central chinês anuncia novo apoio após forte queda das bolsas
-
Justiça brasileira impede Meta de usar conteúdos jornalísticos no treino de IA
-
Nikkei perde 1,42% com pressão sobre empresas ligadas à inteligência artificial
-
PSI abre em alta com EDP Renováveis e EDP entre os destaques
-
Elon Musk ironiza derrota republicana após forte apoio financeiro a Trump
-
Vitória democrata amplia escrutínio sobre centros de dados para inteligência artificial
-
Abdul El-Sayed torna-se primeiro muçulmano eleito para o Senado dos EUA
-
Hakeem Jeffries promete responsabilização por corrupção ao assumir liderança da Câmara
-
Trump atribui derrota republicana à guerra no Irão e aceita resultado eleitoral
-
Ouro recupera e petróleo recua enquanto maioria democrata influencia mercados
-
Manifesto de quase 50 personalidades recoloca habitação no centro do debate
-
Lufthansa antecipa decisão mais rápida de Bruxelas sobre entrada na TAP
-
Pedro Duarte condena intervenção policial contra manifestantes no Porto
-
Uría Menéndez apoia Estado português na reprivatização da TAP
-
Ordem dos Advogados contesta limite horário e atuação policial em protestos
-
Caixa prevê prêmio superior a R$ 1 bilhão na Mega da Virada
-
Niterói testa pagamento por Pix em três linhas municipais de ônibus
-
Enel instalará 240 painéis solares nas instalações da Clin em Niterói
-
Futebolista espanhol morre após colisão com guarda-redes durante jogo
-
Rio de Janeiro reúne 3,3 mil vagas de emprego, estágio e aprendizagem
-
Senado aprova PEC da Segurança Pública sem baixar maioridade penal
-
Operação contra tráfico no Caniçal termina com três detidos
-
PRF detém homem com drogas escondidas no estepe de carro em Petrópolis
Show de Bad Bunny no Super Bowl pode ter operação anti-imigração, ameaça assessor de Trump
As autoridades dos Estados Unidos podem realizar operações anti-imigração no Super Bowl do próximo ano, advertiu nesta quarta-feira (2) um funcionário do governo de Donald Trump, após o anúncio de que a megaestrela porto-riquenha Bad Bunny fará o show do intervalo.
Trump iniciou sua ofensiva migratória logo após retornar ao poder em janeiro, prometendo deportar milhões de pessoas sem documentos que vivem nos Estados Unidos.
"Não há lugar seguro para quem está neste país ilegalmente. Nem no Super Bowl nem em qualquer outro lugar", garantiu Corey Lewandowski, assessor da secretária de Segurança Nacional, Kristi Noem.
"Vamos encontrá-los. Vamos prendê-los. Vamos colocá-los em um centro de detenção e deportá-los", acrescentou em um podcast na quarta-feira com o influenciador conservador Benny Johnson.
O rapper Bad Bunny, um dos artistas mais ouvidos no mundo, declarou recentemente que sua turnê mundial não passaria pelos Estados Unidos devido ao risco de operações anti-imigração durante seus shows.
"Se há imigrantes ilegais, não me importa se é um show de Johnny Smith, Bad Bunny ou qualquer outro, vamos aplicar a lei em todos os lugares, porque vamos garantir a segurança dos americanos", disse Lewandowski.
Assim como muitos funcionários e simpatizantes de Trump, Lewandowski criticou o fato de a NFL ter escolhido o artista de 31 anos para se apresentar no intervalo do Super Bowl. O show, que será realizado em 8 de fevereiro em Santa Clara, Califórnia, costuma atrair mais de 100 milhões de espectadores.
"É realmente vergonhoso que tenham escolhido alguém que parece odiar tanto os Estados Unidos", comentou Lewandowski, ex-chefe da campanha presidencial de Trump de 2016.
Influenciadores do movimento trumpista MAGA (Make America Great Again), como Benny Johnson, criticam Bad Bunny por cantar exclusivamente em espanhol e o rotulam como "woke", um termo pejorativo da direita para designar políticas de promoção da diversidade.
Alguns consideram "demoníaco" o cantor de reggaeton, que defende os direitos LGBT e luta contra a transfobia, ficando indignados ao vê-lo borrar as barreiras de gênero através de suas roupas e maquiagem.
Bad Bunny, cujo nome real é Benito Antonio Martínez Ocasio, apoiou a democrata Kamala Harris contra Trump nas eleições presidenciais de 2024.
Recentemente, ele finalizou uma série de shows em Porto Rico, um território dos Estados Unidos no Caribe, que atraiu mais de meio milhão de fãs. Neste sábado, Bad Bunny apresentará o popular programa americano de comédia satírica "Saturday Night Live".
A.Malone--AMWN