-
Moraes exige explicações a defesa de Bolsonaro sobre arma em prisão domiciliar
-
Di María torce pela Argentina à distância: "Com vocês até o fim do mundo"
-
Serena Williams é eliminada na primeira rodada de duplas no torneio de Berlim
-
Neymar treina em campo com a Seleção Brasileira, mas sua estreia na Copa segue incerta
-
Português Ruben Amorim é o novo técnico do Milan
-
Na capital do 'barbecue', torcedores argentinos garantem que o 'asado' é o campeão
-
Espanha treina sob efeito do empate contra Cabo Verde, sem Merino
-
Harry Kane afia a pontaria para a estreia da Inglaterra contra a Croácia de Modric
-
Por que os mosquitos picam mais algumas pessoas do que outras?
-
Portugal inicia última Copa de Cristiano Ronaldo diante da RD Congo
-
Pico do ebola ainda não chegou na RDC e epidemia pode durar um ano (Cruz Vermelha)
-
Monitor acusado de agredir alunas sexualmente é absolvido na França
-
Infantino comemora marca de um milhão de torcedores nos estádios após 5 dias de Copa do Mundo
-
Fed inicia sua primeira reunião sobre juros com Kevin Warsh na presidência
-
SpaceX supera Amazon e se torna a quinta maior empresa em valor de mercado
-
Neymar, uma marca registrada
-
Custo do salão de baile da Casa Branca pode alcançar US$ 600 milhões (Washington Post)
-
De la Espriella: o showman milionário pró-Trump que quer barrar a esquerda na Colômbia
-
Trevoh Chalobah é convocado pela Inglaterra após corte de Tino Livramento
-
Gana recorre à justiça canadense por visto do volante Thomas Partey, acusado de estupro
-
Tiago Splitter é o novo técnico do Chicago Bulls
-
Seleção brasileira não deve pensar que vai golear o Haiti, diz Douglas Santos
-
Cepeda, vítima do Estado que busca repetir o milagre da esquerda na Colômbia
-
G7 aumenta a pressão sobre a Rússia para pôr fim à guerra na Ucrânia
-
Jürgen Klopp é criticado por declarações sobre Nagelsmann
-
Colômbia decide entre esquerda no poder e candidato alinhado a Trump
-
Tropeço da Espanha coloca Argentina de Messi e França de Mbappé em alerta
-
Visto de jogador iraniano expira após entrada nos Estados Unidos
-
Irã afirma que nova fase de diálogo com EUA pode começar esta semana
-
Goleiro mexicano Ochoa sugere aposentadoria do futebol em vídeo à Fifa
-
Trump diz que Rússia deve 'alcançar acordo' com Ucrânia durante reunião do G7
-
Venus e Serena Williams disputarão juntas em duplas em Wimbledon
-
Zagueiro alemão Rüdiger renova com o Real Madrid até 2027
-
EUA planejam criar depósito permanente de armas na Austrália
-
Irã insiste que acabar com a guerra no Líbano é parte fundamental do acordo com EUA
-
Cantora Bonnie Tyler sai do coma induzido
-
Tunísia demite Sabri Lamouchi e anuncia Hervé Renard como novo técnico
-
Torcida argentina faz bandeiraço em Kansas antes da estreia na Copa do Mundo contra a Argélia
-
Comunidade iraniana em Los Angeles protesta contra sua seleção na Copa do Mundo
-
Irã e Nova Zelândia empatam (2-2) em Los Angeles na estreia na Copa do Mundo
-
Redes sociais e vídeos superam mídia tradicional como fonte de informação em 2026
-
Queda de bombardeiro em base militar deixa oito mortos nos EUA
-
Uruguai empata com Arábia Saudita (1-1) em sua estreia na Copa do Mundo
-
Cacique Raoni volta a ser internado; estado de saúde é grave
-
Oito pessoas presumidas mortas em queda de bombardeiro nos EUA
-
Guerra com Irã não deixa vencedores claros, dizem especialistas
-
Governador da Califórnia acusa Trump de investigá-lo por vingança
-
Hezbollah diz que repeliu força israelense no sul do Líbano
-
Haaland está pronto para causar um "grande impacto" na Copa do Mundo, diz técnico norueguês
-
Reino Unido vai fornecer combustível nuclear à Ucrânia e endurecer sanções contra Rússia
Saxofonista Sonny Rollins, o último 'colosso' do jazz, morre aos 95 anos
Sonny Rollins, o "colosso do saxofone", cujas obras enérgicas e contemplativas o transformaram no último representante de uma era de ouro do jazz, morreu na segunda-feira (25), aos 95 anos.
"Com grande pesar e profundo carinho, anunciamos o falecimento de Sonny Rollins" em sua residência em Woodstock, Nova York, afirma uma publicação nas redes oficiais do artista.
O americano Rollins encontrou no jazz o meio para fazer um comentário social e espiritual, expressando com seu saxofone as esperanças dos afro-americanos durante o movimento pelos direitos civis, a dor dos Estados Unidos após os atentados de 11 de setembro de 2001 e o caminho místico que descobriu em seus longos retiros na Índia e no Japão.
Ele foi um dos poucos saxofonistas que definiram o instrumento, um panteão em que figuram outros gigantes como Charlie Parker, Coleman Hawkins e John Coltrane, com quem teve uma relação afetuosa, porém complicada.
Ao contrário de muitos jazzistas que definiram o período posterior à Segunda Guerra Mundial, Rollins teve uma vida longa e conseguiu aperfeiçoar sua obra até bem depois dos 80 anos, apesar dos problemas respiratórios que passaram a limitar suas apresentações.
"Continuo vivo porque continuo aprendendo", disse Rollins à AFP em 2016. Também ressaltou como o ioga o ajudou a se concentrar e a permanecer afastado das drogas e do álcool.
Ele era chamado de o "colosso do saxofone" devido ao título de seu influente álbum de 1956, no qual conferiu uma nova força ao instrumento com o hard bop, um estilo intenso de jazz que despojava o gênero de suas limitações estruturais.
Quando ainda estava na faixa dos 20 anos, Rollins já havia conseguido trabalhar com lendas do jazz como Parker, Miles Davis e, em especial, Thelonious Monk.
Ao refletir sobre as quase sete décadas de carreira, na entrevista de 2016 à AFP, disse que talvez tivesse sido muito ousado com as lendas ao seu redor.
"Penso na minha relação com Coltrane e na minha relação com Monk (...) foram muitas coisas estúpidas que fiz com estas pessoas e que não teria feito se fosse mais maduro", disse Rollins. E acrescentou que Coltrane era "um ser humano belo, belo".
- Caráter político -
Com "Freedom Suite", de 1958, Rollins encontrou uma forma de falar sobre a crescente luta dos afro-americanos pela igualdade de direitos.
Ele nunca escondeu o caráter político da peça instrumental de 20 minutos, na qual demonstrou sua liberdade artística.
"Os Estados Unidos estão profundamente enraizados na cultura negra: seus coloquialismos, seu humor, sua música. Que irônico que o negro, que mais do que qualquer outro povo pode reivindicar a cultura americana como própria, seja perseguido e reprimido; que o negro, que exemplificou as humanidades em sua própria existência, seja recompensado com a desumanidade", escreveu.
Após os atentados de 11 de setembro de 2001, Rollins encontrou um novo propósito para sua arte.
Quatro dias após os ataques, ele se apresentou em Boston em um show que se tornaria um álbum ao vivo em homenagem às vítimas dos atentados terroristas.
Nos anos 1960, acreditava, como outros artistas, que a música traria paz ao mundo. "Mas depois aprendi e vivi um pouco mais", disse à AFP.
Lucille, sua empresária e esposa durante quase 40 anos, morreu em 2004.
L.Davis--AMWN