-
Hakeem Jeffries promete responsabilização por corrupção ao assumir liderança da Câmara
-
Trump atribui derrota republicana à guerra no Irão e aceita resultado eleitoral
-
Ouro recupera e petróleo recua enquanto maioria democrata influencia mercados
-
Manifesto de quase 50 personalidades recoloca habitação no centro do debate
-
Lufthansa antecipa decisão mais rápida de Bruxelas sobre entrada na TAP
-
Pedro Duarte condena intervenção policial contra manifestantes no Porto
-
Uría Menéndez apoia Estado português na reprivatização da TAP
-
Ordem dos Advogados contesta limite horário e atuação policial em protestos
-
Caixa prevê prêmio superior a R$ 1 bilhão na Mega da Virada
-
Niterói testa pagamento por Pix em três linhas municipais de ônibus
-
Enel instalará 240 painéis solares nas instalações da Clin em Niterói
-
Futebolista espanhol morre após colisão com guarda-redes durante jogo
-
Rio de Janeiro reúne 3,3 mil vagas de emprego, estágio e aprendizagem
-
Senado aprova PEC da Segurança Pública sem baixar maioridade penal
-
Operação contra tráfico no Caniçal termina com três detidos
-
PRF detém homem com drogas escondidas no estepe de carro em Petrópolis
-
Confirmadas as empresas participantes e os palestrantes do Blue Magic Netherlands, de 17 de novembro
Chega à Sérvia corpo do criminoso de guerra Ratko Mladic, o 'açougueiro da Bósnia'
O corpo do ex-chefe militar sérvio-bósnio Ratko Mladic, apelidado de "açougueiro da Bósnia", falecido na semana passada em Haia, onde cumpria prisão perpétua por crimes de guerra, será trasladado para a Sérvia nesta quinta-feira (3), disse o presidente, Aleksandar Vucic.
O ex-general comandou as forças sérvias da Bósnia durante a guerra de 1992-1995. Era considerado um herói, mas acabou sendo descrito como "a quintessência do mal" por crimes como o cerco a Sarajevo e o massacre de Srebrenica.
O tribunal de Haia ordenou uma investigação completa sobre as circunstâncias em torno da morte de Mladic, que devia ser concluída antes que sua família pudesse recolher o corpo.
O presidente sérvio espera que "dezenas de milhares de pessoas" compareçam ao funeral de Mladic.
Ele foi detido em 2011 em Lazarevo, na Sérvia, após 16 anos foragido, e foi extraditado para Haia, onde foi julgado pelo Tribunal Penal Internacional para a antiga Iugoslávia (ICTY, na sigla em inglês).
Foi condenado em 2017 à prisão perpétua por genocídio, crimes de guerra e crimes contra a humanidade durante a guerra da Bósnia, que deixou cerca de 100.000 mortos. O veredicto foi confirmado em apelação em 2021.
Entre seus crimes, destaca-se o massacre de Srebrenica, onde as forças sérvio-bósnias sob o comando de Mladic executaram, em julho de 1995, cerca de 8.000 homens e adolescentes bósnios muçulmanos que tinham buscado refúgio no que se acreditava ser um enclave protegido pela ONU.
O ministro da Justiça sérvio, Nenad Vujic, anunciou na semana passada que Mladic "receberá todas as honras militares e de Estado que merece", mas o presidente disse depois que o funeral será "digno e de acordo com os desejos da família".
A comissária de Ampliação da Comissão Europeia, Marta Kos, criticou, na segunda-feira, os planos de enterrar Mladic com honras de Estado.
A idade de Mladic sempre foi motivo de controvérsia. Ele dizia ter nascido em março de 1943, mas o tribunal estabeleceu seu ano de nascimento em 1942. Veículos de imprensa locais divulgaram amplamente que ele tinha morrido aos 84 anos.
P.Mathewson--AMWN