-
Hakeem Jeffries promete responsabilização por corrupção ao assumir liderança da Câmara
-
Trump atribui derrota republicana à guerra no Irão e aceita resultado eleitoral
-
Ouro recupera e petróleo recua enquanto maioria democrata influencia mercados
-
Manifesto de quase 50 personalidades recoloca habitação no centro do debate
-
Lufthansa antecipa decisão mais rápida de Bruxelas sobre entrada na TAP
-
Pedro Duarte condena intervenção policial contra manifestantes no Porto
-
Uría Menéndez apoia Estado português na reprivatização da TAP
-
Ordem dos Advogados contesta limite horário e atuação policial em protestos
-
Caixa prevê prêmio superior a R$ 1 bilhão na Mega da Virada
-
Niterói testa pagamento por Pix em três linhas municipais de ônibus
-
Enel instalará 240 painéis solares nas instalações da Clin em Niterói
-
Futebolista espanhol morre após colisão com guarda-redes durante jogo
-
Rio de Janeiro reúne 3,3 mil vagas de emprego, estágio e aprendizagem
-
Senado aprova PEC da Segurança Pública sem baixar maioridade penal
-
Operação contra tráfico no Caniçal termina com três detidos
-
PRF detém homem com drogas escondidas no estepe de carro em Petrópolis
-
Confirmadas as empresas participantes e os palestrantes do Blue Magic Netherlands, de 17 de novembro
Harry e Meghan são considerados cidadãos comuns no Reino Unido, diz rei Charles
O rei Charles III afirmou, nesta segunda-feira (7), que o príncipe Harry e sua esposa Meghan não devem ser considerados "membros ativos da família real", mas sim cidadãos comuns que atuam a título particular desde o seu retorno ao Reino Unido.
O filho mais novo do monarca britânico deixou o país e renunciou às suas obrigações como membro da realeza em 2020, devido a uma disputa na família real.
Ao abrir mão de suas funções reais e deixar o território britânico, eles perderam a proteção policial sistemática à qual tinham direito. No entanto, após anos vivendo nos Estados Unidos, Harry, de 41 anos, e Meghan, de 45, voltaram inesperadamente a morar no Reino Unido em agosto, junto com seus filhos Archie e Lilibet.
O retorno do príncipe, que detém o título de duque de Sussex, gerou debates sobre se os contribuintes devem arcar com o custo da segurança do casal.
Em uma carta, Charles III deixa claro que a posição de ambos é "semelhante à de cidadãos" comuns e que eles não devem ser tratados com a distinção de "Sua Alteza Real".
Os chamados "membros ativos da realeza" são integrantes da família real que desempenham funções oficiais em nome do monarca. Para isso, recebem apoio administrativo e de outra natureza da Casa Real.
No documento, divulgado por Lord Chamberlain, o funcionário de mais alto escalão da Casa Real, o rei assinalou que, após a mudança do casal, recebeu vários "pedidos de orientação" e a carta foi emitida para "ajudar a evitar dúvidas ou confusões".
"É de conhecimento geral que, em janeiro de 2020, o duque e a duquesa deixaram de desempenhar funções representativas em nome do soberano e já não são membros ativos da família real", afirma o texto.
"Esta posição, distinta das funções de Estado e reais assumidas pelos membros ativos da família real, e com a liberdade pessoal proporcionada ao casal em relação à independência financeira e à proteção de sua privacidade, conforme desejarem, continuará sendo plenamente respeitada", acrescentou.
A declaração também especifica que "as atividades beneficentes do duque e da duquesa são uma questão pessoal" e realizadas "a título privado".
O Comitê Executivo de Proteção Real e VIP (Ravec) do Reino Unido — um organismo independente supervisionado pelo Ministério do Interior — decide quais políticos, membros da realeza e outras pessoas recebem proteção policial.
Harry enfrentou o ministério nos tribunais depois que o Ravec reduziu seu nível de segurança após a mudança para os Estados Unidos em 2020 e perdeu sua tentativa de reverter a decisão. No entanto, o retorno ao Reino Unido pode levar o comitê a reavaliar os riscos para sua segurança.
P.Costa--AMWN