-
Kennedy Center enfrenta risco de falência e fechamento, afirma Washington Post
-
Governantes europeus discutem situação do Ártico
-
Líder de extrema direita australiana provoca indignação ao chamar indígenas de 'primitivos'
-
Houthis anunciam ataques contra alvos militares na Arábia Saudita
-
Rússia quer 'intimidar' aliados da Ucrânia, afirma chefe da diplomacia da UE
-
Indonésia retoma busca de desaparecidos após naufrágio de balsa
-
Resultado indefinido nas eleições da Suécia; extrema direita perde terreno
-
Claro lança serviço de filtro de telemarketing e entra na disputa com Vivo
-
Como os semáforos inteligentes com IA estão reduzindo o trânsito em grandes cidades
-
Renault Kardian ou Duster: qual SUV usado vale mais a pena?
-
Autonomia de carros elétricos após oito anos: perda média e fatores
-
Noosha Aubel predikar ansvar – Potsdams usla vägar blottar brister i hennes ledarskap
-
Noosha Aubel prega responsabilidade em Potsdam, mas as ruas degradadas expõem falhas de gestão
-
Noosha Aubel káže o odpovědnosti, rozbité silnice v Postupimi však odhalují slabiny jejího vedení
-
Noosha Aubel poucza o odpowiedzialności, a fatalny stan dróg Poczdamu obnaża słabość jej rządów
-
Noosha Aubel sorumluluk dersi veriyor, Potsdam’ın bozuk yolları yönetim zaafını ele veriyor
-
नूशा आउबेल देती हैं जिम्मेदारी का पाठ, पॉट्सडैम की बदहाल सड़कें खोलती हैं नेतृत्व की पोल
-
نوشا آوبل دم از مسئولیت میزند؛ خرابی خیابانهای پوتسدام گواه ضعف مدیریت اوست
-
Νούσα Άουμπελ: Μιλά για ευθύνη, μα οι άθλιοι δρόμοι του Πότσνταμ εκθέτουν τη διοίκησή της
-
ヌーシャ・アウベル、責任を説くもポツダムの道路の惨状が指導力不足を露呈
-
누샤 아우벨, 책임 외치지만 포츠담의 망가진 도로는 리더십 부실 드러내
-
努莎・奧貝爾大談責任,波茨坦道路破敗卻暴露其領導不力
-
نوشا أوبل تنادي بالمسؤولية، لكن طرق بوتسدام المتهالكة تكشف قصور قيادتها
-
Нуша Аубель проповідує відповідальність, а розбиті дороги Потсдама викривають провали керівництва
-
Нуша Аубель учит ответственности, но разбитые дороги Потсдама выдают провалы управления
-
Zverev vence Shelton e conquista seu primeiro US Open
-
PSG vence a 1ª no Francês; Lille de Davide Ancelotti é o novo líder
-
Yamal faz 2 na vitória do líder Barça; Atlético vence Real Sociedad
-
Napoli, enfim, vence em casa; Juve sofre 1ª derrota
-
Ultradireitista Le Pen defende "prioridade nacional" na campanha para eleições na França
-
Trump critica Zelensky e promete eliminar tarifas sobre uísque ao fim de visita à Irlanda
-
Esquerda social-democrata lidera eleições na Suécia e extrema direita perde terreno
-
Napoli, enfim, vence em casa e dá respiro a Allegri
-
Kane dá vitória ao Bayern sobre o modesto Elversberg no Alemão
-
Seis mortos e 129 desaparecidos após naufrágio de balsa na Indonésia
-
Manchester City, com dez, vence clássico contra Manchester United
-
Trump critica Zelensky e a busca por desacelerar a IA durante sua visita à Irlanda
-
Polônia denuncia 'escalada' de Moscou após ataque a trem na fronteira com Ucrânia
-
Alison dos Santos é campeão do Mundial de Atletismo Ultimate com 3º melhor tempo da história
-
Yamal faz 2 na vitória do líder Barça sobre o Levante
-
Governo dos EUA reluta em regulamentar IA
-
Lille de Davide Ancelotti vence Troyes e é o novo líder do Francês
-
Restringir IA em excesso pode beneficiar China, diz presidente da Câmara dos EUA
-
Espanha afirma que mais de 5.300 migrantes deixaram Ceuta neste mês
-
Kimi Antonelli vence GP da Espanha de F1
-
Diretor da Casa Argentina em Paris renuncia ao cargo
-
Suécia vota em eleições acirradas com extrema direita em busca do governo
-
'Segunda chance': sobrevivente do Nepal relata sua odisseia preso em um túnel
-
Trump encerra visita à Irlanda após seu controverso apoio à reunificação do país
-
OpenAI anuncia que não abrirá seu capital este ano
Campanha pressiona Citigroup a deixar de financiar combustíveis fósseis
Em plena onda de calor sem precedentes, ativistas ambientais pressionam o banco Citigroup, em Wall Street, a deixar de investir em combustíveis fósseis, responsáveis, segundo os cientistas, pela mudança climática.
Diante da incapacidade de "persuadir" o banco a ficar do lado "da justiça climática", quatro ONGs – Climate Organizing Hub, New York Communities for Change, Planet Over Profit e Stop the Money Pipeline – apoiadas por mais de cem organizações, estão desde junho à frente da "Summer of Heat", uma campanha inédita contra o maior investidor do mundo em novos projetos de combustíveis não renováveis.
Eles protestam várias vezes por semana em frente à sede do banco em Nova York para exigir uma mudança na política de investimentos, seguindo os passos de outros manifestantes contra bancos europeus.
Quase 600 pessoas foram presas durante a campanha.
"É evidente que eles não entendem que todo verão é o mais quente da história", disse à AFP Jonathan Westin, um dos organizadores dos protestos, que continuarão, anuncia ele, até que o banco "mude sua política".
A exploração e aproveitamento de petróleo e gás no Ártico, na Amazônia, em águas ultraprofundas do oceano, centrais térmicas, minas de carvão ou centrais de gás liquefeito receberam mais de 6,9 trilhões de dólares (cerca de 38 trilhões de reais) dos bancos desde 2016, ano em que o Acordo de Paris entrou em vigor. Um dos objetivos desta cúpula para o clima é manter o aquecimento global do planeta em torno de 1,5° C.
Em 2023, os 60 maiores bancos do mundo destinaram 750 bilhões de dólares (4,13 trilhões de reais) aos combustíveis fósseis, segundo o estudo "Banking on climate chaos", realizado por um grupo de ONGs, entre elas, a Reinforest Action Network e Reclaim Finance.
Três bancos americanos – JP Morgan Chase, Citi e Bank of America – lideram os investimentos.
O Citigroup foi o "maior investidor em novos combustíveis fósseis e o segundo maior investidor em projetos de energia não renovável no mundo entre 2016 e 2023, com 396,331 bilhões de dólares (2,18 trilhões de reais)", segundo os organizadores da campanha. Só no ano passado investiu 30,27 bilhões de dólares (166,78 bilhões de reais).
Em resposta, o Citi destaca: "Nossa abordagem reflete a necessidade de fazer a transição sem deixar de satisfazer as necessidades energéticas globais."
"Apoiamos a transição para uma economia de baixo carbono através dos nossos compromissos de emissões líquidas zero e do nosso objetivo de financiamento sustentável de 1 trilhão de dólares (5,51 trilhões de reais)", afirma um e-mail enviado à AFP.
- "Muito pior" -
O ano de 2023 foi o mais quente desde o início dos registros. Este ano, vários novos recordes de temperatura foram alcançados apenas em julho.
Uma carta aos diretores do banco assinada por mais de 750 cientistas destaca que "os efeitos da mudança climática serão muito piores se não reduzirmos drástica e rapidamente as emissões que retêm o calor, eliminarmos progressivamente os combustíveis fósseis e realizarmos uma transição justa para um sistema energético limpo".
O calor é a "nova epidemia", lembrou recentemente o secretário-geral da ONU, António Guterres, que criticou a "expansão dos combustíveis fósseis", principalmente "em alguns dos países mais ricos do mundo".
"Ao firmar esta onda de novas licenças de petróleo e gás, estamos firmando nosso futuro", alertou.
Mas o financiamento é apenas um dos três pilares das energias não renováveis. Licenças governamentais e seguros também são necessários para garantir os projetos.
"Sem uma dessas peças, não podem avançar", diz Laurel Sutherlin, também organizadora da campanha.
F.Bennett--AMWN