-
Oscar: últimas novidades
-
México bate recorde mundial de maior aula de futebol
-
Sinner vence Medvedev e conquista seu 1º título de Masters 1000 de Indian Wells
-
Milan perde para Lazio (1-0) e deixa líder Inter escapar; Como vence Roma
-
Extrema direita avança nas eleições municipais na França; esquerda lidera em Paris
-
Richarlison marca no fim e Tottenham arranca empate contra Liverpool; United vence Villa
-
Stuttgart vence Leipzig (1-0) e segue na luta por vaga na Champions
-
Sabalenka vence Rybakina de virada e conquista seu 1º título de Indian Wells
-
Bayern de Munique fica sem goleiros após lesão de Ulreich
-
Extrema-direita avança no sul da França nas eleições municipais
-
Verstappen volta a criticar versão de 2026 da F1: "é uma piada"
-
Djokovic desiste do Masters 1000 de Miami devido a lesão no ombro
-
Lyon empata com Le Havre (0-0) e chega a seu 4º jogo seguido sem vencer na Ligue 1
-
Com 3 de Raphinha, Barça vence Sevilla (5-2) e volta a abrir 4 pontos na liderança
-
Irã adverte que guerra se ampliará se outros países intervirem
-
Franceses votam em eleições municipais a um ano das presidenciais
-
Mbappé volta aos treinos do Real Madrid antes da visita ao Manchester City
-
Com 2 gols brasileiros, United vence Aston Villa (3-1) e se consolida em 3º no Inglês
-
Bolsonaro tem melhora da função renal, mas segue sem previsão de alta
-
Equador inicia 15 dias de operações antidrogas com apoio dos EUA
-
Chanceler do Irã 'não vê nenhuma razão' para negociar' com EUA
-
Forças israelenses matam duas crianças e seus pais na Cisjordânia
-
Zelensky denuncia 'chantagem' europeia para reabrir oleoduto que transporta petróleo russo
-
Uefa anuncia cancelamento da Finalíssima entre Argentina e Espanha
-
Irã adverte que se outros países intervierem a guerra se ampliará
-
Chegou o Oscar: 'Uma Batalha Após a Outra' e 'Pecadores' travam o último duelo
-
Trump diz que ainda não há condições para acordo com Irã
-
Kimi Antonelli (Mercedes), de 19 anos, vence GP da China de F1
-
Alcaraz perde para Medvedev nas semis de Indian Wells, sua 1ª derrota do ano
-
Real Madrid vence Elche (4-1) e coloca pressão sobre líder Barça
-
Arsenal vence Everton (1-0) e acelera rumo ao título; City não consegue seguir ritmo
-
Sinner vence Zverev e vai disputar sua 1ª final de Indian Wells
-
Atlético de Madrid vence Getafe (1-0) e reassume 3º lugar no Espanhol
-
Arsenal derrota Everton (1-0) e acelera rumo ao título; Newcastle vence Chelsea
-
Trump diz que outros países 'devem se ocupar' da segurança do Estreito de Ormuz
-
Lens é derrotado na visita ao Lorient (2-1) e perde chance de tomar liderança do PSG
-
Inter de Milão tropeça em casa contra Atalanta (1-1)
-
Perdas humanas na guerra do Oriente Médio
-
Bolsonaro segue estável, mas sua função renal piorou
-
Embaixada dos EUA é atacada e bombardeios a grupo pró-Irã matam três no Iraque
-
Bayern de Munique arranca empate (1-1) contra Leverkusen; Dortmund vence, mas continua distante
-
Trump quer envolvimento internacional para garantir tráfego no Estreito de Ormuz
-
Ministro do Esporte da Rússia defende reintegração de atletas, hino e bandeira nos Jogos Paralímpicos
-
Israel afirma que guerra contra Irã entra em 'fase decisiva'
-
Defesa Civil de Gaza reporta seis mortos em ataques israelenses
-
'Branca de Neve' e 'Guerra dos Mundos' levam Framboesa de Ouro
-
Morre, aos 96 anos, o filósofo alemão Jürgen Habermas
-
Trump pede que outros países enviem forças navais ao Estreito de Ormuz
-
Quem vai levar o Oscar de Melhor Filme? Confira os dez indicados
-
Coreia do Sul acusa Pyongyang de lançar cerca de 10 mísseis balísticos não identificados
ONU pede US$ 47 bilhões de ajuda humanitária para enfrentar um 'mundo em chamas'
A ONU pediu nesta quarta-feira (4) a quantia de 47,4 bilhões de dólares (286 bilhões de reais) para proporcionar ajuda a quase 190 milhões de pessoas que enfrentarão as consequências dos conflitos e das mudanças climáticas em 2025.
"O mundo está em chamas", afirmou Tom Fletcher, subsecretário de Assuntos Humanitários das Nações Unidas. "A combinação de conflito, crise climática e desigualdade criou uma tempestade perfeita", disse.
"Estamos enfrentando uma crise múltipla em escala mundial e as pessoas mais vulneráveis pagam o preço", destacou.
No ano passado, a ONU conseguiu ajudar 116 milhões de pessoas em todo o planeta.
Especialistas calculam que quase 305 milhões de pessoas precisarão de ajuda humanitária no próximo ano, mas os 47,4 bilhões de dólares solicitados — quantia levemente inferior ao que foi solicitado há um ano — devem ajudar apenas 190 milhões.
Fletcher, que acaba de assumir o cargo, disse que teria sido mais fácil pedir uma quantia recorde, como nos anos anteriores. Contudo, ele ressaltou a importância de "estabelecer prioridades diante da falta de financiamento, mesmo que isso signifique decisões difíceis".
"Se conseguirmos um ano excepcional de financiamento, poderemos superar os 190 milhões", disse.
Até novembro, a ONU havia recebido apenas 43% dos quase 50 bilhões de dólares solicitados para 2024.
"Devemos nos concentrar em chegar nas pessoas que mais precisam e ser realmente implacáveis a respeito da alocação de recursos e áreas em que poderemos ter o maior impacto", enfatizou.
- 2024, um ano catastrófico -
As consequências do déficit de financiamento são "graves", lamenta a ONU.
Em 2024, a ajuda alimentar caiu 80% na Síria. A assistência de água e saneamento foi reduzida no Iêmen, país afetado pela cólera.
"O sistema humanitário está sobrecarregado, subfinanciado e é vítima de ataques", disse Fletcher. "Precisamos de um impulso de solidariedade global diante do esgotamento dos doadores", acrescentou.
Com o temor de que o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, reduza seu apoio financeiro às organizações internacionais, Fletcher anunciou que viajará a Washington nos próximos meses para "dialogar com o novo governo".
A fadiga dos doadores, no entanto, não se limita aos Estados Unidos, explicou. Ele pretende visitar outras capitais para "abrir portas" e convencer os doadores tradicionais, além de buscar "novos aliados".
Contudo, o maior obstáculo para prestar assistência e proteger as pessoas em conflitos armados é a violação generalizada do direito internacional humanitário, alerta a ONU.
O ano de 2024 já é considerado o mais letal para os trabalhadores humanitários, com um balanço que supera 280 mortes de 2023.
Segundo Fletcher, 2024 foi "catastrófico" para as populações que recebem assistência da ONU.
Gaza, Ucrânia, Sudão, Líbano, Síria... "2024 foi um dos anos mais brutais da história recente" para os civis afetados por conflitos, destacou a organização, e "se medidas urgentes não forem adotadas, 2025 pode ser ainda pior".
Em meados de 2024, quase 123 milhões de pessoas haviam sido deslocadas por conflitos e pela violência, no 12º aumento anual consecutivo.
Paralelamente, desastres climáticos arrasam várias regiões e provocam deslocamentos em larga escala.
"Não se trata apenas de vários conflitos ao mesmo tempo, e sim que duram mais tempo, 10 anos em média", disse Fletcher.
"Quanto mais duram as crises, mais sombrias são as perspectivas. A expectativa de vida diminui, as taxas de vacinação desabam, a educação sofre, a mortalidade materna dispara e o fantasma da fome se intensifica", concluiu.
Y.Aukaiv--AMWN