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Bolsonaro nega participação em suposto plano para impedir posse de Lula
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) negou, nesta quarta-feira (12), sua participação em um suposto plano para impedir a posse de seu sucessor, Luiz Inácio Lula da Silva, em declarações à Polícia Federal (PF) em Brasília.
Bolsonaro, principal nome da oposição a Lula, compareceu pela quarta vez no ano perante a polícia para depor sobre diferentes processos e afirmou ser alvo de uma estratégia para "gerar constrangimento".
Ele chegou à sede da PF por volta das 13h40 e deixou o prédio quase três horas depois, segundo a mídia local. Na saída, confirmou aos jornalistas que se reuniu em 8 de dezembro -quando ainda era presidente- com o senador Marcos do Val (Podemos-ES) no Palácio da Alvorada, mas negou a versão do legislador, segundo o qual o encontro serviu para tramar um plano para impedir a posse de Lula.
"Nada foi tratado, não tinha nenhum plano, pelo menos tratado ali naquela reunião de aproximadamente 20 minutos para alguém gravar o ministro Alexandre de Moraes", presidente do Tribunal Superior Eleitoral (STE).
Do Val, que era aliado do então presidente, disse aos meios de comunicação em fevereiro ter participado de uma suposta reunião com Bolsonaro e o ex-deputado Daniel Silveira (PTB-RJ) para discutir um plano para forçar Alexandre de Moraes, que também é ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), a dizer algo comprometedor e gravá-lo secretamente para incriminá-lo.
Os eleitores de Bolsonaro acusam o magistrado de interferir na campanha eleitoral a favor de Lula.
Do Val inicialmente disse à revista Veja que Bolsonaro apresentou o plano a ele, mas depois mudou sua versão, afirmando que o ex-presidente ficou "em silêncio" durante a reunião.
"Nenhum plano de conspiração" ou "golpe" foi discutido, afirmou Fabio Wajngarten, advogado de Bolsonaro. O nome de Alexandre de Moraes "nunca foi citado", acrescentou.
- "Para esculachar" -
Em maio, o ex-presidente negou sua participação na suposta falsificação de certificados de vacinação contra a covid-19 investigada pelas autoridades.
Anteriormente, ele compareceu para negar qualquer participação nos ataques às sedes dos Três Poderes em Brasília em janeiro, perpetrados por seus apoiadores. E também pela entrada irregular no Brasil de valiosas joias presenteadas pela Arábia Saudita em 2021.
Bolsonaro classificou essas investigações como uma estratégia para minar sua base política.
"Não roubei nada, nunca conspirei nada, tá? É para esculachar, gerar constrangimento perante a opinião pública, me desgastar", afirmou nesta quarta-feira o ex-presidente. "Se eu não tivesse nenhum capital político, não estariam fazendo tudo isso contra mim", acrescentou.
Há duas semanas, Bolsonaro foi declarado inelegível por oito anos pelo TSE por ter "abusado do poder" ao disseminar desinformação sobre o sistema eleitoral brasileiro durante uma reunião com embaixadores estrangeiros em Brasília, três meses antes das eleições.
O ex-presidente, que ficou excluído das próximas eleições presidenciais em 2026, enfrenta mais de uma dezena de outros processos administrativos no tribunal eleitoral e é alvo de cinco investigações no Supremo Tribunal Federal (STF), com possíveis penas de prisão.
L.Davis--AMWN