-
Promotoria na Noruega pede mais de 7 anos de prisão para filho de princesa julgado por estupros
-
Ryan Gosling quer levar o público aos cinemas com 'Devoradores de Estrelas'
-
Ucranianos recebem seus prisioneiros de guerra à beira da estrada
-
ONG confirma que ataque contra clínica de Cabul deixou 'centenas de mortos e feridos'
-
Pelo menos 12 mortos em bombardeios israelenses no centro de Beirute
-
Federação de Senegal vai recorrer contra decisão 'injusta' que retirou o título do país da Copa Africana
-
Irã promete vingar a morte de Larijani
-
Com aprovação do Paraguai, Mercosul ratifica acordo comercial com a UE
-
Bukele endurece guerra contra grupos criminosos em El Salvador
-
ONU alerta para redução dos avanços contra a mortalidade infantil
-
Bia Haddad é eliminada na primeira rodada do WTA 1000 de Miami
-
Colômbia denuncia suposto bombardeio do Equador em meio a crise diplomática
-
Cerimônia do Oscar tem audiência 9% menor
-
Nvidia retoma produção de chips para clientes da China
-
Brasil reforça proteção de menores na internet
-
CAF retira título do Senegal e declara Marrocos campeão da Copa Africana de Nações
-
Atlético de Madrid tenta, contra o Tottenham, confirmar vaga nas quartas da Champions
-
Com dois gols de Vini, Real Madrid volta a vencer City (2-1) e vai às quartas da Champions
-
Arsenal vence Leverkusen (2-0) e avança às quartas de final da Champions
-
PSG volta a vencer Chelsea (3-0) e vai às quartas da Champions
-
Szoboszlai lidera Liverpool na luta pela virada contra o Galatasaray
-
Petróleo sobe diante de perturbações no fornecimento
-
Sporting goleia Bodo/Glimt (5-0) e avança às quartas de final da Champions
-
Milei critica Irã em aniversário de atentado contra embaixada de Israel na Argentina
-
Messi está em 'perfeitas condições' para jogo contra Nashville, diz Mascherano
-
Colômbia denuncia suposto bombardeio do Equador em plena crise diplomática
-
Três lesionados em uma semana: Bayern e sua escassez de goleiros contra a Atalanta
-
Defesa do chileno Zepeda pede novas investigações em julgamento por homicídio na França
-
Tudor acha difícil, "mas não impossível", virada do Tottenham contra o Atlético de Madrid
-
Técnico do Newcastle quer que time cresça com pressão do Camp Nou
-
EUA aumenta pressão sobre Cuba enquanto ilha luta contra apagão em massa
-
Liverpool precisa dar motivos aos torcedores 'para se empolgarem', diz Robertson
-
Guerra no Oriente Médio reacende temores de nova crise do petróleo
-
Sem Finalíssima, Argentina fará amistoso contra Guatemala em Buenos Aires
-
Autoridade antiterrorista dos EUA renuncia em protesto contra a guerra no Irã
-
Cuba restabelece gradualmente energia elétrica após apagão geral
-
México se diz aberto a receber jogos do Irã na Copa do Mundo
-
Starmer insta a manter a atenção na Ucrânia após reunir-se com Zelensky
-
Equador nega suposto bombardeio em território colombiano
-
EUA abre nova era de cooperação antidrogas com aliados na América Latina
-
Hansi Flick diz que Barcelona será seu último clube
-
Defesa do chileno Zepeda pede novas investigações em julgamento por assassinato na França
-
Irã anuncia negociação com a Fifa para fazer seus jogos da Copa no México
-
Auge do uso de drones em guerras gera interesse por sistemas de defesa a laser
-
'Posso morrer presa', diz Cristina Kirchner em megajulgamento por corrupção na Argentina
-
IA não consegue competir com criatividade em Hollywood, diz executivo
-
Dois mortos em epidemia de meningite 'sem precedentes' na Inglaterra
-
Colômbia aposta em asfixiar o narcotráfico com apoio de Equador e Venezuela, diz ministro
-
Gregory Bovino, rosto das batidas migratórias de Trump, anuncia aposentadoria
-
São Paulo tem seu 'Big Brother' com IA que prende criminosos (e alguns inocentes)
Familiares de irmãos Menéndez defendem sua libertação em tribunal nos EUA
Os familiares de Lyle e Erik Menéndez imploraram, nesta terça-feira (13), a um juiz em Los Angeles pela libertação dos irmãos presos há mais de três décadas por assassinarem seus pais em sua mansão em Beverly Hills.
Os irmãos, condenados pelo homicídio de José e Kitty Menéndez em 1989, iniciaram uma cruzada legal há quase dois anos para recuperarem a liberdade, enquanto seu caso ganhava um novo ar perante a opinião pública após ser abordado por uma minissérie e um documentário da Netflix.
Depois de idas e vindas, a Justiça de Los Angeles estabeleceu uma audiência de dois dias que começou nesta terça para avaliar a sentença de prisão perpétua, sem direito a liberdade condicional, emitida após o midiático julgamento que condenou os irmãos em 1994.
Vários parentes dos irmãos, que por sua vez também são familiares das vítimas do crime, advogaram por sua liberdade.
"Acreditamos que 35 anos são suficientes", disse Anamaria Baralt, prima dos Menéndez. "Nossa família os perdoou", acrescentou. "Eles merecem uma segunda oportunidade."
Diane Hernández, sobrinha de Kitty Menéndez, os descreveu como "seres humanos extraordinários". "Não há possibilidade alguma de que infrinjam a lei [se forem libertados]. Seu único desejo é fazer o bem", afirmou.
Lyle, de 57 anos, e Erik, de 54, acompanharam da prisão o que acontecia no tribunal por uma videochamada.
Seu advogado, Mark Geragos, busca que o juiz reconsidere a sentença, seja mudando a acusação de homicídio em primeiro grau para involuntário (o que os deixaria em liberdade imediatamente após terem cumprido a respectiva pena na Califórnia), ou concedendo-lhes o direito de solicitar liberdade condicional.
O violento assassinato do poderoso empresário musical de origem cubana e de sua esposa abalou os Estados Unidos em 1989.
Os irmãos, na época com 21 e 18 anos, abriram fogo a sangue frio contra seus pais enquanto assistiam televisão e tentaram fazer parecer um ataque supostamente da máfia, disseram inicialmente.
Mas, após a confissão de Erik com seu terapeuta, as autoridades não demoraram em colocá-los atrás das grades.
Os dois enfrentaram um julgamento com enorme cobertura da mídia no qual sua defesa alegou que os assassinatos eram consequência de anos de abuso psicológico e sexual nas mãos de um pai violento e uma mãe negligente.
Mas a Promotoria os acusou de planejarem o crime para se apoderarem de uma herança milionária.
Um primeiro júri não alcançou um veredicto unânime, mas o segundo julgamento terminou com a condenação à prisão perpétua.
O promotor de Los Angeles, Nathan Hochman, luta contra sua libertação sob o argumento de que os irmãos não fizeram ato de contrição pelo crime, e de que não há elementos legais que sustentem um novo julgamento ou uma mudança na sentença.
Sua defesa aguarda, em paralelo, o parecer do governo da Califórnia para um pedido de clemência.
A.Jones--AMWN