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Número de mortos em acidente ferroviário do sul da Espanha sobe para 45
A descoberta, nesta quinta-feira (22), de dois corpos entre os destroços dos trens que colidiram no último domingo, no sul da Espanha, elevou o número de mortos para 45, um balanço que pode ser definitivo, segundo as autoridades.
"Foram encontrados em um dos vagões", confirmou à AFP um porta-voz do serviço de emergências da Andaluzia, sobre o que poderiam ser os dois últimos corpos por encontrar, já que o número de denúncias de desaparecidos por parte de familiares era exatamente de 45.
"Na teoria, são as duas pessoas que faltavam" encontrar em Adamuz, assegurou o porta-voz.
Nesta pequena localidade andaluza da província de Córdoba, os especialistas ainda estudam as causas dessa que é a pior tragédia ferroviária do país desde 2013, quando um descarrilamento causou a morte de 80 pessoas perto da cidade galega de Santiago de Compostela.
Os últimos vagões de um trem operado pela empresa privada italiana Iryo descarrilaram perto de Adamuz, enquanto percorriam a rota Málaga-Madri.
Dois vagões da Iryo acabaram sobre o trilho adjacente justamente no momento em que um trem da empresa pública espanhola Renfe, que viajava na direção oposta, de Madri para Huelva, estava prestes a passar, e acabou colidindo com eles.
- Começam os enterros -
Os investigadores descartaram, inicialmente, um excesso de velocidade dos dois trens, que circulavam em uma trecho reto da ferrovia, ou erro humano, e agora estão buscando explicações nos trilhos e nos próprios trens.
"Que seja a infraestrutura, que seja a via, é possível, sem dúvida, mas estamos diante de um acontecimento muito estranho", insistiu, nesta quinta-feira, o ministro do Transporte, Óscar Puente, reiterando que o processo de investigação será "complexo" e longo.
Enquanto isso, os familiares das 45 vítimas começaram a enterrar seus entes queridos em um país ainda de luto.
As vítimas serão homenageadas em uma "cerimônia de Estado" em 31 de janeiro em Huelva, cidade andaluza de onde vinham muitos dos falecidos.
A semana trágica para o serviço ferroviário espanhol continuou nesta quinta-feira com um pequeno acidente na região de Murcia, somando-se ao ocorrido em Adamuz e ao acidente sofrido por um trem de passageiros na Catalunha na segunda-feira passada, no qual um maquinista morreu quando um muro desabou sobre os trilhos.
- Maquinistas pedem garantias -
No incidente ocorrido em Múrcia, a colisão de um trem metropolitano com um caminhão-guindaste deixou vários feridos graves.
Estes acidentes colocaram Puente e o Ministério do Transporte do governo de Pedro Sánchez (PSOE, esquerda), os gestores das línhas férreas e, em geral, o sistema ferroviário espanhol, sob os holofotes.
"Para recuperar a confiança de que as infraestruturas cumprem as condições de segurança, precisamos de garantias", indicou Diego Martin, secretário-geral do sindicato de maquinistas Semaf, à rádio catalã Rac 1.
Os maquinistas convocaram três dias de greve para reivindicar maior segurança, nos dias 9, 10 e 11 de fevereiro.
A Espanha tem a segunda rede de trens alta velocidade mais importante do mundo, atrás da China.
"É uma semana muito difícil e temos que tentar, todos juntos, manter a calma e reconduzir esta situação", respondeu Óscar Puente à rádio Cadena Cope.
Na véspera, Puente já tinha pedido às pessoas que não duvidassem da confiabilidade do sistema ferroviário espanhol.
"Não podemos, nem devemos pôr em questão a nossa rede, nem o transporte público de nosso país. Não é perfeito, não é infalível, mas é um grande sistema de transporte", assegurou, durante uma coletiva de imprensa.
A.Rodriguezv--AMWN