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Fenômeno Milei domina Feira do Livro de Buenos Aires
"Por que Milei ganhou?", questiona o título de uma apresentação na Feira do Livro de Buenos Aires, este ano repleta de publicações que buscam compreender o fenômeno do presidente ultraliberal que vem sacudindo a Argentina desde que assumiu o poder em dezembro de 2023.
Nos mais de 500 estandes da 49ª edição da feira, mais de 20 livros sobre Javier Milei estão em exibição.
O número se multiplica se consideradas as publicações de temas como a ascensão da direita global e as de escritores próximos ao governo que buscam dar corpo à sua batalha contra a "cultura woke" e a "casta".
"Há muitos livros sobre isso porque vende", opina Victoria Gerz, uma empresária de 32 anos que faz capas de livros. "É o presidente, quer você seja a favor ou não, é o tema do momento", diz ela à AFP antes de entrar na apresentação de uma das biografias sobre o presidente.
"Há livros (sobre Milei) que podem ser jornalísticos ou investigativos, mas também há livros que estão mais próximos da ficção, e todos têm a ver com a tentativa de encontrar explicações", afirma a escritora Claudia Piñeiro à AFP.
- Explicações -
Para Piñeiro, o presidente argentino "é um personagem que todos querem entender e uma forma de entendê-lo é através das histórias que são contadas".
A autora foi uma das palestrantes na apresentação do livro "Milei. Una historia del presente" (Milei, uma história do presente, em tradução livre), do jornalista Ernesto Tenenbaum, que traça a vida do libertário e sua ascensão meteórica à presidência, e que ocorreu diante de cerca de 1.000 pessoas no maior salão da feira.
Em sua publicação, Tenenbaum define o mandatário como um "articulador da raiva de todos" que se tornou "em apenas sete anos um presidente e depois uma espécie de celebridade mundial, talvez uma das carreiras mais bem-sucedidas da história da humanidade".
O escritor criticou a "disposição de subjugar" do governo Milei e seus repetidos ataques a jornalistas e outros dissidentes, incluindo ele próprio.
Na última semana, o presidente publicou várias vezes a mensagem "as pessoas não odeiam jornalistas o suficiente", muitas vezes acompanhada de insultos.
Na exposição, os contrastes são notáveis: a metros de distância dos estandes das editoras feministas, brilham pôsteres iluminados anunciando o livro "Globalismo", do ultraconservador Agustín Laje, um dos escritores favoritos de Milei.
Na apresentação de sua publicação, ele atacou o Estado e as organizações supranacionais, convocando uma "batalha cultural" nas redes sociais, e sendo aplaudido por funcionários do governo e influenciadores libertários.
- Consumo -
A economia também é central no debate: o governador de oposição de Buenos Aires, o economista Axel Kicillof, apresentará o livro "Volver a Keynes" (Voltar a Keynes, em tradução livre), quase uma resposta a uma das publicações de Milei: "Desenmascarando la mentira keynesiana" (Desmascarando a mentira keynesiana, em tradução livre).
A feira, que termina em 12 de maio, continua tão lotada quanto todos os anos, com filas de vários quarteirões para entrar. Entretanto, muitos dos visitantes saem com poucas sacolas, em um país com 16 meses consecutivos de queda do consumo.
Na abertura do evento, em 24 de abril, Christian Rainone, presidente da Fundação do Livro, que organiza a feira, destacou que, embora as vendas tenham aumentado nos dois primeiros meses do ano, "a queda (...) de 2024, que chegou a 30%, ainda não foi recuperada".
No ano passado, a feira recebeu cerca de um milhão de visitantes. Os organizadores esperam um número semelhante este ano.
L.Davis--AMWN