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Fãs do Rei do Pop lotam Hollywood para estreia de 'Michael'
Hollywood se vestiu de preto e lantejoulas para receber a estreia em Los Angeles da cinebiografia do Rei do Pop, 'Michael', que reuniu fãs do artista morto na emblemática avenida californiana.
O filme, dirigido por Antoine Fuqua ("Dia de Treinamento"), narra a ascensão de Michael Jackson de estrela infantil a uma das figuras mais famosas do pop mundial.
O longa-metragem chega às salas brasileiras nesta terça-feira e nos cinemas americanos na sexta-feira (24), 16 anos após a morte do astro.
A estreia em Los Angeles, cidade adotiva do lendário intérprete de 'Billie Jean', tornou-se ainda uma questão de família, liderada pelo protagonista e sobrinho do astro, Jaafar Jackson.
"É a primeira vez que atuo e poder interpretar meu tio Michael... é tão surreal", disse Jaafar à AFP.
"Ainda estou tentando assimilar, não sei como ou quando a ficha vai cair, mas, sabe, é incrível", acrescentou o jovem que calçou os mocassins e levou o moonwalk às telas.
O longa começa em 1966, em Gary, Indiana, cidade onde o Rei do Pop nasceu em 1958, e termina em 1988, em Londres, durante um show da turnê Bad World Tour.
Um recorte que permite evitar os temas mais controversos, sobretudo os processos judiciais por denúncias de abuso sexual infantil que mancharam a imagem do ícone a partir de 1993.
- Assunto de família -
A atuação de Jaafar foi elogiada por seus tios, que destacaram o "trabalho maravilhoso" realizado pelo jovem estreante ao dar vida a uma figura que eles conheceram intimamente como poucos.
"Quando vejo o filme, acho que estou vendo Michael (...) Isso me faz chorar", disse o irmão do astro, Jackie Jackson, no tapete preto.
Marlon Jackson, outro integrante dos Jackson 5, o grupo juvenil em que Michael deu seus primeiros passos como artista, refletiu sobre como o filme pode abrir uma janela para a casa da famosa família.
"Acho que as pessoas entendem que a família Jackson não é diferente de qualquer outra. Passamos por desafios e problemas, altos e baixos, mas aprendemos a aceitar que estamos em desacordo", disse.
Sobre seu pai, Joe Jackson, que moldou os irmãos sob rígida disciplina, Marlon afirmou que os anos lhe deram uma perspectiva benevolente, e que eles entenderam que o homem via neles algo que eles próprios não viam e quis garantir que não perdessem o foco.
"Então tiro o chapéu para minha mãe e meu pai".
Marlon, Jackie, Jaafar e La Toya Jackson, uma das irmãs do Rei do Pop, trocaram abraços no tapete, onde se encontraram com os atores que interpretaram eles e seus pais no filme.
Nia Long, que encarnou Katherine, a mãe e aliada próxima de Michael, comentou que, em um mundo dominado pelos homens, as mulheres do clã "estabeleceram as bases de como a família funcionava".
A atriz espera que o filme permita ao público ver Michael Jackson como "um artista, que era um mestre de sua arte, e que se importava em inspirar as pessoas".
Já para Colman Domingo, que interpreta o temido patriarca, "todo mundo tem uma história, e todo mundo tem algo do que você pode aprender, como um grande disco".
"Tomara que este filme seja um grande disco para alguém, e, se puderem tirar algo dali, teremos feito nosso trabalho".
Ch.Kahalev--AMWN