-
Galeria Movimento recebe encontro sobre investimento no terceiro setor
-
Consórcio assume Arena Niterói por 35 anos com R$ 28,1 milhões previstos
-
Phantom Blade Zero se afasta da fórmula tradicional dos soulslike
-
OpenAI apresenta GPT-6 Cyber para pesquisa e defesa digital
-
Marvel avalia ator de Shogun para novo Wolverine, diz rumor
-
Entregas da Black Friday podem ampliar congestionamentos nas metrópoles
-
Pré-download de GTA 6 começa em 10 de novembro nos consoles
-
Novembro reúne estreias de GTA 6, Zelda e outros jogos
-
Detran-SP permite pedir pela internet autorização para nova placa
-
GWM lidera avaliação de pós-venda no prêmio Os Eleitos 2026
-
Renault prepara Boreal híbrido 4x4 com eixo traseiro elétrico para 2027
-
Quatro Rodas de novembro traz teste do Haval H7 e resultado de Os Eleitos
-
Yangwang U9 Xtreme alcança 503,17 km/h e estabelece novo recorde
-
INSS cria reanálise para auxílio negado apenas por documentos
-
Lutador é detido no Rio por invasões e agressões contra vizinhas
-
Daniel Sikkema recebe prisão perpétua por morte do galerista Brent Sikkema
-
Paolla Oliveira compartilha rotina de exercícios voltada ao bem-estar mental
-
Scheila Carvalho relata inchaço após procedimento estético no rosto
-
Deputado destinou R$ 4,9 milhões a ONG presidida por empresário investigado
-
Parque de Ideias reúne Aline Midlej e Teresa Cristina em programação gratuita
-
Senac RJ leva experiências de negócios e tecnologia ao Sebrae Rio Summit
-
Câmara do Rio reconhece Academia do Tijolinho como patrimônio imaterial
França proíbe chamar produtos de origem vegetal de 'presunto' ou 'filé'
A França publicou, nesta terça-feira (27), um decreto que proíbe que os termos "presunto", "filé" e "entrecôte", entre outros, se refiram a produtos de origem vegetal, reservando-os apenas para produtos de origem animal.
O setor da carne exigiu esta proibição por considerar que nomes como "presunto vegetal", "linguiça vegana" ou "bacon vegetariano" poderiam causar confusão entre os consumidores.
Entre os termos cujo uso está proibido para designar produtos com proteínas vegetais também estão lombo, escalope, bife e peito.
Termos "que se referem a nomes de espécies ou grupos de espécies animais, ou à morfologia ou anatomia animal" também são proibidos na comercialização de produtos vegetais.
Alguns termos podem ser utilizados para produtos alimentares "de origem animal que possam conter proteínas vegetais", desde que respeitada uma porcentagem máxima de matéria vegetal.
Neste último, são adicionados ingredientes vegetais como "complemento" a alimentos de origem vegetal, como chouriço, salsichas ou andouille – um embutido tradicional -, entre outros.
O teor máximo de proteínas vegetais varia entre 0,1% para um ovo inteiro líquido, 5% para um salame e 6% no caso de uma "paupiette" (filé fino de carne com recheio).
"Os produtos legalmente fabricados ou comercializados em outro Estado-membro da União Europeia ou em um país terceiro" continuam autorizados, afirma o decreto.
A nível da UE, apenas os produtos vegetais estão proibidos de serem nomeados com termos tradicionalmente utilizados para produtos lácteos, como "iogurte" ou "queijo".
A nova tentativa do governo de proibir estas denominações, após um decreto suspenso em 2022, entrará em vigor dentro de três meses e prevê um ano de transição para a liquidação dos estoques, além de multas de até 15.000 euros (16.280 dólares ou 81.000 reais).
Ch.Havering--AMWN