-
Galeria Movimento recebe encontro sobre investimento no terceiro setor
-
Consórcio assume Arena Niterói por 35 anos com R$ 28,1 milhões previstos
-
Phantom Blade Zero se afasta da fórmula tradicional dos soulslike
-
OpenAI apresenta GPT-6 Cyber para pesquisa e defesa digital
-
Marvel avalia ator de Shogun para novo Wolverine, diz rumor
-
Entregas da Black Friday podem ampliar congestionamentos nas metrópoles
-
Pré-download de GTA 6 começa em 10 de novembro nos consoles
-
Novembro reúne estreias de GTA 6, Zelda e outros jogos
-
Detran-SP permite pedir pela internet autorização para nova placa
-
GWM lidera avaliação de pós-venda no prêmio Os Eleitos 2026
-
Renault prepara Boreal híbrido 4x4 com eixo traseiro elétrico para 2027
-
Quatro Rodas de novembro traz teste do Haval H7 e resultado de Os Eleitos
-
Yangwang U9 Xtreme alcança 503,17 km/h e estabelece novo recorde
-
INSS cria reanálise para auxílio negado apenas por documentos
-
Lutador é detido no Rio por invasões e agressões contra vizinhas
-
Daniel Sikkema recebe prisão perpétua por morte do galerista Brent Sikkema
-
Paolla Oliveira compartilha rotina de exercícios voltada ao bem-estar mental
-
Scheila Carvalho relata inchaço após procedimento estético no rosto
-
Deputado destinou R$ 4,9 milhões a ONG presidida por empresário investigado
-
Parque de Ideias reúne Aline Midlej e Teresa Cristina em programação gratuita
-
Senac RJ leva experiências de negócios e tecnologia ao Sebrae Rio Summit
-
Câmara do Rio reconhece Academia do Tijolinho como patrimônio imaterial
Deputados franceses aprovam projeto de lei contra 'discriminação capilar'
O Parlamento da França aprovou nesta quinta-feira em primeiro turno um projeto de lei contra a "discriminação capilar", em particular no local de trabalho, apesar das críticas de alguns analistas sobre a utilidade da iniciativa.
Promovido por Olivier Serva, deputado independente pelo departamento francês de ultramar de Guadalupe, o texto pretende acrescentar "o corte, a cor, o comprimento ou a textura do cabelo" à lista de discriminações que podem ser punidas por lei.
O texto, que foi aprovado por 44 votos a favor e dois contrários, deve ser debatido agora no Senado, onde o resultado da votação é incerto.
"Na França, a discriminação baseada na aparência física já é sancionada, na teoria", declarou Serva. "Mas há uma lacuna entre a teoria e a realidade", destacou.
O deputado mencionou "as mulheres negras que se veem obrigadas a alisar o cabelo" antes de uma entrevista de emprego, "as pessoas ruivas, vítimas de muitos preconceitos negativos" e os "homens calvos".
Leis similares existem em quase 20 estados dos Estados Unidos, que identificaram a discriminação capilar como uma expressão de racismo.
No Reino Unido, a Comissão para a Igualdade e os Direitos Humanos publicou diretrizes contra a discriminação capilar nas escolas.
Serva mencionou um estudo norte-americano que mostra que 25% das mulheres negras entrevistadas afirmaram que perderam vagas em processos seletivos devido à forma como usavam o cabelo nas entrevistas de emprego.
Este tipo de estatística é difícil de encontrar na França, que proíbe a compilação de dados pessoais que mencionem a raça ou a origem étnica de uma pessoa com base nos princípios "universalistas" da República Francesa.
O projeto de lei não contém, de fato, o termo "racismo", observou Daphné Bedinade, antropóloga social. Ela destacou que a omissão é problemática.
"Fazer que isto trate apenas de discriminação pelo cabelo é mascarar os problemas das pessoas cujo cabelo as tornam objeto de discriminação, em sua maioria mulheres negras", declarou ao jornal Le Monde.
Para a ministra da Igualdade de Gênero, Aurore Bergé, o texto tem o "mérito de evidenciar este tipo de discriminação", embora a lei "já nos permita lutar" contra ela.
Alguns críticos do texto o consideram desnecessário porque a discriminação baseada na aparência física já é proibida por lei. "Não há nenhuma brecha legal", disse Eric Rocheblave, advogado especializado em direito trabalhista.
B.Finley--AMWN