-
Renault prepara Boreal híbrido 4x4 com eixo traseiro elétrico para 2027
-
Quatro Rodas de novembro traz teste do Haval H7 e resultado de Os Eleitos
-
Yangwang U9 Xtreme alcança 503,17 km/h e estabelece novo recorde
-
INSS cria reanálise para auxílio negado apenas por documentos
-
Lutador é detido no Rio por invasões e agressões contra vizinhas
-
Daniel Sikkema recebe prisão perpétua por morte do galerista Brent Sikkema
-
Paolla Oliveira compartilha rotina de exercícios voltada ao bem-estar mental
-
Scheila Carvalho relata inchaço após procedimento estético no rosto
-
Deputado destinou R$ 4,9 milhões a ONG presidida por empresário investigado
-
Parque de Ideias reúne Aline Midlej e Teresa Cristina em programação gratuita
-
Senac RJ leva experiências de negócios e tecnologia ao Sebrae Rio Summit
-
Câmara do Rio reconhece Academia do Tijolinho como patrimônio imaterial
Governo britânico anuncia medidas para enfrentar distúrbios da extrema direita
O governo britânico anunciou nesta terça-feira (6) a mobilização de 6 mil policiais especializados e a abertura de mais de 500 vagas nas prisões para as pessoas detidas nos tumultos estimulados pela extrema direita que abalam o país.
O Reino Unido é cenário, desde a semana passada, de manifestações violentas convocadas, segundo as autoridades, por grupos de extrema direita.
A violência eclodiu após um ataque com faca que matou três menores de idade durante uma festa em Southport, noroeste da Inglaterra.
Os distúrbios foram estimulados pelos boatos e especulações na Internet sobre a identidade do criminoso, falsamente apresentado como um muçulmano demandante de asilo.
A polícia informou, no entanto, que o suspeito era um jovem de 17 anos nascido no País de Gales e a imprensa britânica informou que os seus pais eram ruandeses.
O primeiro-ministro britânico, o trabalhista Keir Starmer, prometeu na segunda-feira condenações "rápidas" para os agitadores e denunciou "o ódio da extrema direita".
A secretária de Estado da Justiça, Heidi Alexander, anunciou a mobilização de 6 mil policiais especializados na manutenção da ordem e a liberação de 567 vagas nas prisões.
"Vamos garantir que todos que recebem penas de prisão pelos distúrbios e a desordem tenham um lugar na prisão à sua espera", declarou ao canal BBC.
Ao menos 378 pessoas foram detidas desde o início da violência, segundo a polícia.
Em uma carta enviada ao jornal The Times, líderes religiosos cristãos, muçulmanos e judeus condenaram atos de "ódio e violência" contra mesquitas e demandantes de asilo, afirmando que representavam "uma mancha na nossa consciência moral nacional".
Hotéis que abrigam solicitantes de asilo e mesquitas foram alvos de ataques durante o fim de semana.
Em Burnley, noroeste da Inglaterra, as autoridades abriram uma investigação por ato racista depois que túmulos foram vandalizados no setor muçulmano de um cemitério.
Os distúrbios prosseguiram na segunda-feira à noite, em particular em Belfast, na Irlanda do Norte, onde um homem de 30 anos foi ferido após uma agressão que os investigadores consideraram ter sido motivada pelo ódio.
Durante várias horas, a polícia foi alvo de coquetéis molotov, tijolos e pedaços de concreto, segundo a força de segurança norte-irlandesa.
Em Plymouth, sudoeste da Inglaterra, seis pessoas foram detidas e vários policiais ficaram levemente feridos, segundo a polícia.
L.Mason--AMWN