-
Renault prepara Boreal híbrido 4x4 com eixo traseiro elétrico para 2027
-
Quatro Rodas de novembro traz teste do Haval H7 e resultado de Os Eleitos
-
Yangwang U9 Xtreme alcança 503,17 km/h e estabelece novo recorde
-
INSS cria reanálise para auxílio negado apenas por documentos
-
Lutador é detido no Rio por invasões e agressões contra vizinhas
-
Daniel Sikkema recebe prisão perpétua por morte do galerista Brent Sikkema
-
Paolla Oliveira compartilha rotina de exercícios voltada ao bem-estar mental
-
Scheila Carvalho relata inchaço após procedimento estético no rosto
-
Deputado destinou R$ 4,9 milhões a ONG presidida por empresário investigado
-
Parque de Ideias reúne Aline Midlej e Teresa Cristina em programação gratuita
-
Senac RJ leva experiências de negócios e tecnologia ao Sebrae Rio Summit
-
Câmara do Rio reconhece Academia do Tijolinho como patrimônio imaterial
Greve de aeronautas afeta mais de 30 mil passageiros na Argentina
Uma greve de 24 horas dos sindicatos aeronautas argentinos iniciada nesta sexta-feira (13) provocou 319 cancelamentos de voos e afeta mais de 30.000 passageiros da Aerolíneas Argentinas, informaram a empresa e os sindicatos.
"A companhia estima que o custo econômico desta medida superará os 2,5 milhões de dólares" (R$ 14 milhões), detalhou a companhia aérea nacional argentina em um comunicado.
Ao convocar a greve, o sindicato de pilotos (Apla) denunciou na rede social X uma defasagem salarial de 70% frente a uma inflação de 236,7% em agosto e criticou "a falta de propostas por parte da empresa".
O jornal local La Nación informa que os sindicatos pedem um ajuste de pelo menos 25%.
A greve também afeta as companhias aéreas Flybondi e Jetsmart devido à alteração no serviço do Aeroparque, em Buenos Aires.
O secretário-geral da Associação do Pessoal Aeronáutico (Apa), Juan Pablo Brey, disse à rádio Urbana Play que desde a posse de Milei em dezembro, o poder aquisitivo dos funcionários aeronautas caiu 40%.
A Aerolíneas Argentinas, por sua vez, considerou que a greve é "impertinente, abusiva e fora de contexto, promovida por dirigentes sindicais de forma irresponsável".
O porta-voz presidencial, Manuel Adorni, assegurou em coletiva de imprensa que Milei assinará ao longo do dia um decreto "que estabelece as diretrizes para declarar a aviação civil e comercial como serviço essencial", o que permitiria garantir pelo menos uma porcentagem do serviço mesmo durante uma greve.
O governo argentino também anunciou que os profissionais que estiverem em greve serão multados e penalizados.
A.Mahlangu--AMWN