-
Bill e Hillary Clinton vão depor em investigação do Congresso sobre Epstein
-
Presidente interina da Venezuela se reúne com chefe de missão diplomática dos EUA
-
Oitavas da Copa da França começam com Olympique de Marselha e Lyon como favoritos após eliminação do PSG
-
Musk funde xAI com SpaceX em tentativa de desenvolver datacenters espaciais
-
Chefe do instituto que mede a inflação na Argentina renuncia
-
Cuba e EUA estão em 'comunicação', mas 'não existe diálogo', diz vice-chanceler
-
Zagueiro Jérémy Jacquet vai deixar Rennes após fim da temporada para jogar no Liverpool
-
Trump diz que México 'deixará' de enviar petróleo a Cuba
-
Trump diz que conversará sobre narcotráfico com Petro
-
Ressurgimento de Yamal aumenta otimismo do Barça, que enfrenta Albacete na Copa do Rei
-
María Corina considera reunião com Delcy para definir 'cronograma de transição' na Venezuela
-
Trump insta Congresso dos EUA a acabar com 'shutdown'
-
Insatisfeito, Benzema deixa Al-Ittihad e assina com rival Al-Hilal
-
Sunderland vence Burnley (3-0) e é 8º na Premier League
-
Governo Milei anuncia libertação de um dos argentinos presos na Venezuela
-
Roma perde na visita à Udinese (1-0) e fica em 5º lugar no Italiano
-
Presidente eleita da Costa Rica diz contar com Bukele em sua estratégia contra o narcotráfico
-
Atlético de Madrid contrata meio-campista mexicano Obed Vargas
-
Trabalhadores a favor e contra o governo exigem melhorias salariais na Venezuela
-
Trump anuncia acordo comercial com Índia após conversa com Modi
-
Seleção feminina do Brasil fará amistosos contra Costa Rica, Venezuela e México
-
Relação entre Colômbia e EUA 'será relançada' com visita de Petro, diz chanceler
-
Crystal Palace contrata atacante norueguês Larsen em 'transferência recorde' para o clube
-
França aprova orçamentos para 2026 após meses de debates
-
A improvável trajetória dos Patriots e dos Seahawks até a revanche no Super Bowl
-
Presidente da Autoridade Palestina convoca primeiras eleições ao Parlamento da OLP
-
'Fiz o possível e o impossível' para voltar ao Flamengo, diz Paquetá
-
Portugal se soma a países que querem proibir redes sociais para menores de 16 anos
-
Mamadou Sarr retorna ao Chelsea após período de empréstimo no Strasbourg
-
Pacientes palestinos começam a chegar ao Egito após abertura limitada da passagem de Rafah
-
Napoli contrata por empréstimo o atacante brasileiro Alisson Santos, do Sporting
-
Nasa realizas testes essenciais antes de lançar missão lunar Artemis 2
-
Menino que não tinha dinheiro para passagem de ônibus participará da abertura dos Jogos de Inverno
-
Irã se prepara para negociações com EUA sobre seu programa nuclear
-
Chile, México e Brasil impulsionam candidatura de Bachelet para secretária-geral da ONU
-
Milan desiste de contratar Mateta, do Crystal Palace, após exames médicos
-
Juventus reforça defesa com lateral sueco Emil Holm, que estava no Bologna
-
Maracanã vai receber jogo da NFL na temporada de 2026
-
Rússia confirma conversas com Ucrânia na quarta e na quinta-feira em Abu Dhabi
-
Iranianos na Turquia observam de longe agitação em seu país natal
-
Observatório astronômico europeu celebra cancelamento de projeto de hidrogênio verde no Chile
-
Cuba sofreu forte queda no turismo em 2025
-
Incerteza no Congresso dos EUA sobre as negociações orçamentárias
-
Kendrick Lamar: o poeta do rap consagrado no Grammy
-
Russell diz estar 'pronto' para desafiar Verstappen pelo título da F1
-
Começa a limpeza profunda do Juízo Final de Michelangelo na Capela Sistina
-
Verona e Pisa, último e penúltimo do Campeonato Italiano, demitem seus treinadores
-
México reforça operação de busca por mineradores sequestrados
-
Técnico do Chelsea não impõe prazo para retorno de Estêvão, que está no Brasil por motivos pessoais
-
Raphinha sofre lesão muscular e vira desfalque no Barcelona para Copa do Rei
EUA autoriza Ucrânia a usar mísseis de longo alcance contra Rússia
O presidente americano Joe Biden autorizou a Ucrânia a usar mísseis de longo alcance dos Estados Unidos contra alvos militares na Rússia, informou à AFP um alto funcionário em Washington, horas após um grande bombardeio russo contra a rede elétrica ucraniana.
A fonte, que falou sob condição de anonimato, confirmou informações do The New York Times e do The Washington Post de que essa decisão foi tomada em resposta ao envio de tropas norte-coreanas para ajudar Moscou na guerra contra a Ucrânia.
Horas antes, um bombardeio russo de grande escala às infraestruturas energéticas da Ucrânia causaram ao menos 11 mortes e obrigaram o país a anunciar cortes de energia para segunda-feira.
A medida ocorre em um momento em que o temido inverno se aproxima nas regiões da Europa afetadas pela guerra.
O bombardeio russo gerou neste domingo uma onda de condenações internacionais contra o governo do presidente Vladimir Putin.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, classificou como "inaceitáveis" esses ataques, que tiveram como alvo "civis e instalações energéticas".
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, qualificou os bombardeios de "horríveis" em uma entrevista à TV Globo no Rio de Janeiro, onde será realizada a cúpula do G20 entre segunda e terça-feira. “Apoiaremos a Ucrânia pelo tempo que for necessário”, afirmou.
Na noite de domingo, outro ataque russo com mísseis matou oito pessoas, incluindo uma criança, e feriu uma dezena em Sumi, uma cidade no nordeste da Ucrânia, anunciou a promotoria regional ucraniana.
- Temores pelo inverno -
O presidente ucraniano, Volodimir Zelesnky, disse neste domingo que a Rússia havia lançado 120 mísseis e 90 drones contra Kiev, assim como em direção ao sul, centro e extremo oeste do país.
O chefe da diplomacia ucraniana, Andrii Sibiga, classificou o ataque como "um dos maiores" executados por Moscou desde o início da invasão em fevereiro de 2022.
Na segunda-feira, o Ministério da Defesa da Rússia afirmou que atingiu todos os alvos em um enorme ataque contra "infraestruturas de energia essenciais de apoio ao complexo militar-industrial ucraniano".
Muitos temem que este terceiro inverno de guerra seja o mais difícil até agora. A Rússia destruiu metade da capacidade energética da Ucrânia com os ataques de drones e mísseis em quase três anos de ofensiva, segundo Kiev.
- “Linguagem que Putin entende” -
Zelensky pedia há muito tempo a autorização para usar armas ocidentais de longo alcance para atacar as bases de onde a Rússia lança seus bombardeios e combater o avanço das tropas russas no leste.
Até agora, os países da Otan estavam reticentes a esse pedido, por temerem uma escalada. Mas Biden, que deixará o poder em janeiro, acabou por conceder essa autorização.
A Polônia, um país da Otan que faz fronteira com a Ucrânia, comemorou a medida. Biden "respondeu com uma linguagem que V. Putin entende", afirmou na rede social X o chanceler polonês, Radoslaw Sikorski.
De acordo com Kiev, cerca de 11.000 soldados norte-coreanos já estão mobilizados na Rússia e teriam iniciado combates na região russa de Kursk, parcialmente controlada por tropas ucranianas.
- À espera de Trump -
O ministro ucraniano das Relações Exteriores afirmou que os ataques russos maciços são "a verdadeira resposta" de Putin aos líderes mundiais "que ligaram ou o visitaram" recentemente.
Kiev expressou grande irritação na sexta-feira com uma conversa telefônica entre o chefe de governo da Alemanha, Olaf Scholz, e Putin, a primeira desde dezembro de 2022.
Muito criticado pela conversa, Scholz reiterou neste domingo seu apoio à Ucrânia e afirmou que "nenhuma decisão" será tomada sem a participação do governo ucraniano.
Falar com Putin equivale a "abrir a caixa de Pandora", afirmou Zelensky.
No início do mês, Putin recebeu vários líderes mundiais em uma reunião de cúpula dos Brics.
A recente vitória de Donald Trump nas eleições presidenciais dos Estados Unidos provocou a retomada do debate sobre possíveis negociações com Moscou. Kiev teme ser obrigada a aceitar concessões.
Trump criticou em várias ocasiões a ajuda de seu país à Ucrânia e afirmou que seria capaz de resolver o conflito em "24 horas", mas sem revelar como.
Zelensky, que por muito tempo descartou a opção, afirmou no sábado que deseja acabar com a guerra em seu país em 2025 por "meios diplomáticos".
Contudo, as posições russa e ucraniana são opostas: Kiev descarta ceder os territórios ocupados pelo Exército russo, mas Moscou afirma que esta é uma condição inegociável.
S.Gregor--AMWN