-
PSG anuncia transferência em definitivo de Kolo Muani à Juventus
-
Real Madrid comemora 'boa notícia' da retirada do plano comercial da Fifa
-
Francês Arthur Gea vence Shapovalov e é campeão do ATP 250 de Los Cabos
-
'A queda em desgraça mais rápida', diz ex-diretor do COI sobre Infantino
-
Técnico do Tottenham coloca continuidade de Richarlison no clube em dúvida
-
Grécia combate vários incêndios
-
Energia elétrica retorna a Havana e oeste de Cuba após falha na rede
-
Lula busca reeleição sob a sombra de Trump
-
Lula, a figura central da esquerda em uma corrida contra o tempo
-
Trump afirma que EUA e Israel adiarão ataques contra o Irã
-
Opep+ aumenta cota de produção de petróleo em 188 mil barris por dia
-
Ao menos 72 migrantes morreram durante tentativa de entrar em Ceuta
-
Equipes de resgate encontram corpo do alpinista Nirmal Purja
-
Grécia enfrenta vários incêndios
-
Incêndio em balsa na Indonésia deixa 5 mortos e 41 desaparecidos
-
Ao menos 72 migrantes morreram ao tentar entrar em Ceuta
-
Pegula e Eala farão a final do WTA 500 de Washington
-
Atentado guerrilheiro deixa 14 feridos na Colômbia a seis dias da posse de Espriella
-
Jessica Pegula avança à final do WTA 500 de Washington
-
Sobe para sete o número de mortos após bombardeios em Gaza
-
Centenas de menores dormem ao relento em Ceuta devido à crise migratória
-
O que se sabe sobre entrada em massa de migrantes no território espanhol de Ceuta
-
Um sonho "destruído": a desilusão dos marroquinos expulsos de Ceuta
-
Uefa e Concacaf mantêm pressão sobre Infantino, apesar da retirada de plano de investimento privado
-
Concacaf pede 'revisão integral' da liderança de Infantino na Fifa
-
Espanha anuncia 'normalidade' em Ceuta em meio à crise diplomática
-
Ofensiva judicial de Trump contra a imprensa perde força
-
Federação Alemã pede 'investigação completa' sobre plano abortado pela Fifa
-
Uefa faz duras críticas a Infantino, apesar da retirada de plano de investimento privado
-
Bombardeios em Gaza deixam dois mortos e provocam danos em hospital
-
Richarlison dá vitória ao Tottenham sobre o Chelsea em amistoso na Austrália
-
Atentado deixa 11 feridos na Colômbia a seis dias da posse de Espriella
-
Empresa confirma morte do alpinista Nirmal Purja em avalanche no Paquistão
-
Espanha anuncia 'normalidade' em Ceuta e pede reunião urgente sobre migração
-
Bombeiros lutam para salvar complexo turístico na Grécia
-
Ataques russos com mísseis balísticos deixam 10 mortos em Kiev
-
Japão encerra busca por vítimas em shopping destruído após terremoto
-
Ataques russos com mísseis balísticos deixam nove mortos em Kiev
-
Espanha reforça fronteira com Marrocos e destaca situação 'quase' normal
-
Humala é solto após anulação de sentença no Peru
-
Fifa retira plano de investimento privado após reação mundial negativa
-
Incêndio é controlado na Catedral de São Basílio, em Moscou
-
Presidente da Costa Rica acusa magistrados da Suprema Corte de serem "golpistas"
-
Venezuela retoma resgate de corpos em prédio demolido após terremotos
-
Os números por trás da corrida por alternativas à exportação de petróleo via Ormuz
-
Conmebol solicita à Fifa 'informações adicionais' sobre projeto de investimento privado
-
CEO da Hugging Face pede que OpenAI assuma responsabilidade por ciberataque
-
Wall Street fecha impulsionada pela Amazon após um mês de altos e baixos
-
Atual campeão, De Minaur é eliminado por Nakashima nas quartas do ATP 500 de Washington
-
Argentina e Coreia do Sul assinam memorando para cooperação em minerais críticos
Estados Unidos, um mercado crucial para os grandes exportadores de automóveis
Os Estados Unidos, que importaram oito milhões de automóveis em 2024, representam um mercado crucial para muitos dos grandes exportadores de veículos, como México, Japão, Coreia do Sul e Europa.
México e Canadá
Os fabricantes de automóveis e seus fornecedores se estabeleceram há muito tempo no México e no Canadá, aproveitando a zona de livre comércio com os Estados Unidos (TLC).
Em 2024, as montadoras americanas e europeias exportaram quase três milhões de automóveis e veículos utilitários a partir do México, e 1,1 milhão procedentes do Canadá, segundo os dados do Departamento de Comércio dos Estados Unidos.
As cadeias de produção estão muito interligadas: em alguns casos, as peças fazem várias idas e vindas através das fronteiras antes de serem montadas nos automóveis, o que complica as reorganizações diante das tarifas anunciadas na quarta-feira por Donald Trump.
As três grandes montadoras americanas, Ford, General Motors (GM) e Stellantis (marcas Jeep e Chrysler), são em geral favoráveis à imposição de tarifas às importações de veículos, mas na quinta-feira solicitaram que se preserve a "competitividade" da produção automotiva "americana", o que inclui Canadá e México.
Coreia do Sul e Japão
O Japão, grande potência automobilística, era tradicionalmente o segundo maior país exportador para os Estados Unidos (1,3 milhão de automóveis exportados em 2024), mas a Coreia do Sul o ultrapassou em 2024 (1,4 milhão), segundo o Departamento de Comércio americano.
A montadora coreana Hyundai confirmou na segunda-feira que abrirá uma terceira fábrica nos Estados Unidos, uma fundição.
A japonesa Toyota continua sendo a principal marca de automóveis no mercado dos Estados Unidos, onde produz, em suas 11 fábricas, o SUV Rav4 e o sedã Corolla.
Contudo, a Toyota ainda importa um pouco menos da metade dos veículos que vende, procedentes do Japão, México ou Canadá.
O Japão, país no qual as exportações de automóveis são um pilar essencial, prometeu na quinta-feira responder de maneira "apropriada" às tarifas de Trump
Europa
Os Estados Unidos também são um "mercado-chave" para a indústria automobilística europeia, que exportou quase 750.000 automóveis em 2024 no valor de 38,5 bilhões de euros (41,5 bilhões de dólares, 238 bilhões de reais), segundo a Associação Europeia de Fabricantes de Automóveis (ACEA).
É o principal mercado mundial para os automóveis, pois representa quase 25% de suas vendas de exportação. E é o segundo produto mais exportado pela Europa para os Estados Unidos, atrás apenas dos medicamentos, segundo a agência de estatísticas Eurostat.
A Alemanha produz a maioria dos automóveis exportados. Em 2024, os Estados Unidos representaram, por exemplo, 23% das vendas da Mercedes. É provável que estas exportações sejam afetadas pelas represálias europeias.
Estados Unidos
Os americanos são grandes produtores e consumidores de veículos, mas não são grandes exportadores, com 1,4 milhão de veículos em 2024, no valor de 58 bilhões de dólares (332 bilhões de reais).
As fábricas americanas exportam principalmente para o Canadá (metade), Alemanha, México e China.
Os automóveis americanos jamais conseguiram estabelecer uma presença duradoura na Europa. "É daí que vem a irritação de Trump com os veículos europeus", comenta uma analista francesa. "Não é o imposto de 10% que impediu as montadoras americanas de entrar no mercado. Nunca apresentaram uma oferta adaptada ao consumidor europeu. Os pequenos automóveis urbanos não são sua especialidade".
Apenas a Ford está há muito tempo na Europa, com veículos adaptados ao mercado e um sucesso flutuante: a montadora cortou milhares de empregos e ainda precisa resgatar sua filial alemã com 4,4 bilhões de euros (R$ 27 bilhões) nos próximos anos.
A Tesla também encontrou um espaço com seu Model Y, produzido em sua fábrica de Berlim, mas a marca de Elon Musk, agora assessor de Donald Trump, registrou queda expressiva nas vendas na UE no início de 2025.
A.Jones--AMWN