-
Técnico do Tottenham coloca continuidade de Richarlison no clube em dúvida
-
Grécia combate vários incêndios
-
Energia elétrica retorna a Havana e oeste de Cuba após falha na rede
-
Lula busca reeleição sob a sombra de Trump
-
Lula, a figura central da esquerda em uma corrida contra o tempo
-
Trump afirma que EUA e Israel adiarão ataques contra o Irã
-
Opep+ aumenta cota de produção de petróleo em 188 mil barris por dia
-
Ao menos 72 migrantes morreram durante tentativa de entrar em Ceuta
-
Equipes de resgate encontram corpo do alpinista Nirmal Purja
-
Grécia enfrenta vários incêndios
-
Incêndio em balsa na Indonésia deixa 5 mortos e 41 desaparecidos
-
Ao menos 72 migrantes morreram ao tentar entrar em Ceuta
-
Pegula e Eala farão a final do WTA 500 de Washington
-
Atentado guerrilheiro deixa 14 feridos na Colômbia a seis dias da posse de Espriella
-
Jessica Pegula avança à final do WTA 500 de Washington
-
Sobe para sete o número de mortos após bombardeios em Gaza
-
Centenas de menores dormem ao relento em Ceuta devido à crise migratória
-
O que se sabe sobre entrada em massa de migrantes no território espanhol de Ceuta
-
Um sonho "destruído": a desilusão dos marroquinos expulsos de Ceuta
-
Uefa e Concacaf mantêm pressão sobre Infantino, apesar da retirada de plano de investimento privado
-
Concacaf pede 'revisão integral' da liderança de Infantino na Fifa
-
Espanha anuncia 'normalidade' em Ceuta em meio à crise diplomática
-
Ofensiva judicial de Trump contra a imprensa perde força
-
Federação Alemã pede 'investigação completa' sobre plano abortado pela Fifa
-
Uefa faz duras críticas a Infantino, apesar da retirada de plano de investimento privado
-
Bombardeios em Gaza deixam dois mortos e provocam danos em hospital
-
Richarlison dá vitória ao Tottenham sobre o Chelsea em amistoso na Austrália
-
Atentado deixa 11 feridos na Colômbia a seis dias da posse de Espriella
-
Empresa confirma morte do alpinista Nirmal Purja em avalanche no Paquistão
-
Espanha anuncia 'normalidade' em Ceuta e pede reunião urgente sobre migração
-
Bombeiros lutam para salvar complexo turístico na Grécia
-
Ataques russos com mísseis balísticos deixam 10 mortos em Kiev
-
Japão encerra busca por vítimas em shopping destruído após terremoto
-
Ataques russos com mísseis balísticos deixam nove mortos em Kiev
-
Espanha reforça fronteira com Marrocos e destaca situação 'quase' normal
-
Humala é solto após anulação de sentença no Peru
-
Fifa retira plano de investimento privado após reação mundial negativa
-
Incêndio é controlado na Catedral de São Basílio, em Moscou
-
Presidente da Costa Rica acusa magistrados da Suprema Corte de serem "golpistas"
-
Venezuela retoma resgate de corpos em prédio demolido após terremotos
-
Os números por trás da corrida por alternativas à exportação de petróleo via Ormuz
-
Conmebol solicita à Fifa 'informações adicionais' sobre projeto de investimento privado
-
CEO da Hugging Face pede que OpenAI assuma responsabilidade por ciberataque
-
Wall Street fecha impulsionada pela Amazon após um mês de altos e baixos
-
Atual campeão, De Minaur é eliminado por Nakashima nas quartas do ATP 500 de Washington
-
Argentina e Coreia do Sul assinam memorando para cooperação em minerais críticos
-
Peru anuncia 'incorporação' próxima ao Escudo das Américas, promovido pelos EUA
-
Wembanyama renova com a Nike e terá tênis com sua assinatura
-
Explosões israelenses perto de castelo ameaçam acordo-quadro, diz Líbano
-
Com gol de Douglas Luiz, Juventus vence Nice (2-0) em amistoso em Turim
Bolsas operam em queda após ofensiva comercial de Trump
Um dia após a ofensiva comercial lançada por Donald Trump, com tarifas em larga escala, as principais Bolsas do mundo operavam com índices negativos nesta quinta-feira (3), com os investidores cautelosos sobre as possíveis consequências na inflação e no crescimento.
Às 7h30 GMT (4h30 de Brasília), a Bolsa de Paris perdia 1,81%, Frankfurt recuava 1,71%, Milão cedia 1,46% e Madri operava em queda de 1,19%.
Também registravam quedas as Bolsas de Zurique (-1,48%), Amsterdã (-1,41%) e Londres (-1,19%).
Na Ásia, a Bolsa de Tóquio encerrou a sessão em queda expressiva de 2,77% e Shenzhen perdeu 1,40%. Nos últimos minutos da sessão, Hong Kong recuava 1,69%. Em contrapartida, Xangai perdeu apenas 0,24% e Seul cedeu 0,76%.
Em um longo discurso na noite de quarta-feira, Donald Trump anunciou tarifas para os produtos procedentes da União Europeia (20%), da China (34%), que se somam aos 20% já aplicados desde a posse do republicano; do Japão (24%) e da Suíça (31%), entre outros países.
A ofensiva protecionista da Casa Branca não tem precedentes desde a década de 1930 e também prevê uma tarifa adicional de 10% para todos os produtos que entram nos Estados Unidos, assim como aumentos para países que Donald Trump considera particularmente hostis no plano comercial.
Os economistas do Deutsche Bank apontaram que "a taxa média das tarifas sobre as importações americanas poderá ficar entre 25 e 30%, o que corresponderia aos níveis do início do século XX".
Diante da mudança de paradigma inédita no comércio internacional em quase um século, o secretário americano do Tesouro, Scott Bessent, desaconselhou a adoção de represálias para evitar "uma escalada".
"Sentem, assimilem, vejamos como será. Porque se adotarem represálias, haverá uma escalada. Se não adotarem represálias, este é o ponto máximo", declarou Bessent.
"Teremos que observar o impacto das tarifas nas margens, no consumo, nas taxas e na inflação para julgar a profundidade do impacto na inflação e no crescimento. No momento, ainda há alguma incerteza", comentou Florian Ielpo, diretor de pesquisa macroeconômica na Lombard Odier IM.
"As estimativas históricas indicam um aumento da inflação de 3% a curto prazo, mas também um impacto negativo de -1,5% no crescimento mundial nos próximos 18 meses", destacou o economista.
Diante de tanta incerteza, os investidores optam por valores refugio como o ouro, que nesta quinta-feira alcançou a cotação recorde de 3.167,84 dólares (17.927 reais) a onça (31,1 gramas).
No mercado cambial, "o dólar americano caiu e registrou a menor cotação desde que Trump chegou à Casa Branca", destacou a analista Ipek Ozkardeskaya. Às 7h30 GMT (4h30 de Brasília), o divisa registrava o menor nível desde outubro, em queda de 0,85%, a 1,0986 dólar por euro.
No mercado de petróleo, o preço do barril de Brent do Mar do Norte recuava 3,34%, a 72,45 dólares, e o de seu equivalente americano, o WTI, caía 3,57%, a 69,15 dólares.
D.Kaufman--AMWN