-
Justiça do Rio proíbe SAF do Botafogo de vender jogadores
-
Irã adverte que 'muitas' bases dos EUA estão ao alcance de seus mísseis
-
EUA perto de novo 'shutdown' em meio a críticas de democratas por mortes em Minneapolis
-
Médicos sem Fronteiras alerta para aumento da violência sexual na capital do Haiti
-
Lula fará cirurgia de catarata em um olho nesta 6ª feira
-
Cruz Vermelha informa que transferiu corpos de 15 palestinos para Gaza
-
Ataques russos com drones deixam seis mortos na Ucrânia
-
Irã tenta resistir à ameaça dos EUA e sanções da UE
-
China bane 73 pessoas do futebol por manipulação de resultados
-
Timo Werner assina com San Jose Earthquakes da MLS
-
Com lesão no tornozelo, Kvaratskhelia vai desfalcar PSG de oito a dez dias
-
Trump anuncia que mandou reabrir o espaço aéreo da Venezuela
-
Colômbia restringe importação de drones diante dos ataques de guerrilheiros
-
Igrejas cristãs da Colômbia rejeitam declarações de Petro sobre sexualidade de Jesus Cristo
-
Boxeador Gervonta Davis é preso em Miami por agressão e sequestro
-
Grupo petroquímico Dow cortará 4.500 postos de trabalho
-
Google apresenta AlphaGenome, um novo passo na compreensão do genoma humano
-
Lego e tarifas: México anseia negociação comercial com EUA
-
Rybakina vence Pegula e vai enfrentar Sabalenka na final do Aberto da Austrália
-
Diante da pressão ocidental, Irã ameaça com 'resposta esmagadora'
-
Trump lida com consequências de ataque armado em Minneapolis, dois agentes de imigração são suspensos
-
Primeiro-ministro britânico destaca 'avanços' com a China após reunir-se com Xi em Pequim
-
Técnico de Senegal é suspenso por 5 jogos devido aos incidentes na final da Copa Africana de Nações
-
Famílias de vítimas no Irã denunciam extorsão de autoridades
-
Sabalenka derrota Svitolina e retorna à final do Aberto da Austrália
-
Samsung registra lucro trimestral recorde graças à demanda por chips de IA
-
Preço do ouro se aproxima de 5.600 dólares após ameaças de Trump contra o Irã
-
Starmer e Xi defendem aproximação entre Reino Unido e China diante das turbulências mundiais
-
Nasa prevê lançamento de missão para troca de astronautas da ISS em 11/2
-
Steven Adams, pivô do Houston Rockets, vai perder restante da temporada da NBA
-
Agentes dispersam protesto por detenção de imigrante de 5 anos nos EUA
-
Lula defende soberania do Panamá sobre o Canal, questionada por Trump
-
Quando os goleiros se vestem de artilheiros
-
FBI realiza buscas em centro eleitoral no estado da Geórgia
-
Com gol de goleiro nos acréscimos, Benfica avança e manda Real Madrid para repescagem da Champions
-
Copom mantém taxa Selic em 15%, mas prevê 'flexibilização'
-
SpaceX quer fazer IPO em data que coincida com alinhamento planetário e aniversário de Musk
-
Rubio espera restabelecer laços com a Venezuela e traça futuro levemente otimista
-
Atual campeão PSG e Real Madrid terão que disputar repescagem da Champions
-
Napoli, Olympique, Athletic Bilbao, PSV e Ajax são eliminados da Champions
-
Arsenal termina fase de liga da Champions com 100% de aproveitamento; Bayern passa em 2º
-
'Ninguém tem fé' na presidente interina, diz líder opositora venezuelana nos EUA
-
McLaren vai à pista e Mercedes acumula voltas em mais um dia de testes da F1
-
Raheem Sterling chega a acordo com Chelsea para rescindir seu contrato
-
Bruce Springsteen lança canção mordaz contra Donald Trump e sua polícia de imigração
-
Irã promete responder a qualquer ataque dos EUA, mas abre porta a diálogo nuclear
-
Douglas Luiz volta ao Aston Villa por empréstimo até o fim da temporada
-
Israel enterra corpo de último refém mantido em Gaza
-
Petro propõe a Noboa diálogo sobre crise entre Colômbia e Equador
-
Trump adverte prefeito de Minneapolis sobre migração e tensão volta a escalar
EUA caminha para fechamento administrativo após fracasso de última votação no Senado
Os Estados Unidos enfrentarão um fechamento administrativo do governo federal após o fracasso de uma última votação no Senado para evitar uma paralisação orçamentária, o que deixará centenas de milhares de funcionários públicos sem salário.
Apesar das frenéticas negociações no Congresso, não houve acordo entre democratas e republicanos para financiar o governo além desta terça-feira (30), data que marca o fim do ano fiscal.
Os republicanos do Senado tentaram aprovar um remendo de financiamento temporário aprovado pela Câmara dos Representantes, mas não conseguiram obter os votos democratas necessários para enviá-lo à mesa do presidente Donald Trump.
Os Estados Unidos enfrentarão, assim, um fechamento administrativo do governo, conhecido como "shutdown", que provocará a paralisação da maioria dos serviços federais a partir da meia-noite (01h00 de quarta-feira em Brasília).
Centenas de milhares de empregados públicos ficarão temporariamente sem salário e será interrompido o pagamento de muitas prestações sociais.
- Desemprego parcial -
"[Os democratas] vão fechar, não nós. Não queremos fechar porque estamos vivendo o melhor período já conhecido", disse mais cedo o mandatário a repórteres no Salão Oval.
"Podemos fazer coisas durante o fechamento que são irreversíveis, que são ruins para eles (...) como demitir uma grande quantidade de pessoas, ou cortar coisas de que eles gostam", disse Trump, em alusão aos democratas.
Segundo o Escritório de Orçamento do Congresso (CBO, sigla em inglês), 750 mil funcionários federais poderiam se encontrar desta vez em situação de desemprego parcial, com uma perda de rendimentos equivalente a 400 milhões de dólares (R$ 2,12 bilhões).
O último fechamento, ocorrido de dezembro de 2018 até o fim de janeiro de 2019, durante o primeiro mandato de Trump, durou 35 dias. Naquele momento, o CBO estimou que havia reduzido o Produto Interno Bruto (PIB) em 11 bilhões de dólares.
Essas paralisações por falta de orçamento são muito impopulares nos Estados Unidos, e tanto democratas quanto republicanos tentam evitá-las, às vezes até o último momento.
Ainda mais com a perspectiva das eleições legislativas de meio de mandato em novembro de 2026, nas quais estará em jogo a maioria presidencial no Congresso.
- Duas posições -
Por enquanto, republicanos e democratas mantêm-se firmes em suas posições.
Por um lado, os republicanos propõem uma prorrogação do orçamento atual até o fim de novembro.
Os democratas, por outro lado, querem recuperar centenas de bilhões de dólares em gastos para a saúde pública, em particular no programa de seguro médico para a classe baixa, que o governo Trump prevê suprimir com sua "grande e bela lei" orçamentária aprovada em julho.
Embora os republicanos tenham maioria em ambas as câmaras do Congresso, o regulamento do Senado estabelece que um texto orçamentário deve ser aprovado por 60 votos de 100, o que exige sete votos democratas.
Na segunda-feira, Trump recebeu na Casa Branca os principais líderes republicanos e democratas do Congresso, uma reunião que apenas confirmou o impasse das negociações.
"Temos a vontade e a capacidade de encontrar um acordo bipartidário para financiar o Estado de uma maneira que responda realmente às necessidades do povo americano em matéria de saúde, segurança e prosperidade econômica", afirmou nesta terça-feira o líder da minoria democrata na Câmara dos Deputados, Hakeem Jeffries.
"Mas (...) não apoiaremos um projeto de lei republicano partidário que continue desmantelando o sistema de saúde americano, nem agora nem nunca", acrescentou diante do Congresso.
Em março, com a ameaça de um fechamento já latente, os republicanos se negaram a dialogar com os democratas sobre cortes orçamentários massivos e a demissão de milhares de empregados federais.
Naquela ocasião, 10 senadores democratas, entre eles Chuck Schumer, votaram a contragosto por essa medida republicana de emergência para evitar um fechamento.
Mas sua decisão enfureceu a base do partido, que pede aos líderes democratas que enfrentem Trump.
Segundo cálculos dos analistas da companhia de seguros Nationwide, cada semana de fechamento poderia reduzir o crescimento do PIB dos Estados Unidos em 0,2 ponto percentual.
"O governo Trump poderia aproveitar para reduzir ainda mais os subsídios e os executivos federais, apontam, o que representaria uma mudança significativa em relação aos shutdowns anteriores, nos quais os empregados demitidos eram recontratados tão logo a situação fosse restabelecida."
P.Santos--AMWN