-
Canadá continuará sendo o 'parceiro mais importante' dos EUA em áreas-chave, diz primeiro-ministro
-
Arquiteto chinês Ma Yansong harmoniza natureza com 'sensação futurista'
-
STF inicia sessão inédita com Moraes na mira
-
Ex-presidente filipino Duterte sofre de perda significativa de memória, diz sua defesa
-
'Está nos deixando mais burros', população mundial divide opiniões sobre a IA
-
Turquia prende dezenas de manifestantes que protestavam contra a repressão LGBTQIA+
-
China e Rússia alertam contra a militarização do espaço após anúncio dos EUA
-
Rússia realizará eleições sem suspense sob a sombra da guerra na Ucrânia
-
Países Baixos expõem grande coleção de Van Gogh pela primeira vez em 40 anos
-
Arábia Saudita promete resposta firme aos ataques houthis
-
Comércio varejista desacelera em agosto na China
-
Líder da extrema direita australiana pede desculpas por chamas indígenas de 'primitivos'
-
Declínio da democracia nos Estados Unidos tem consequências em todo o mundo, afirma relatório
-
Japão tem mais de 100.000 pessoas com mais de 100 anos pela primeira vez
-
Arábia Saudita promete resposta firme a ataques houthis
-
'O Segredo de Widow's Bay' e 'The Pitt' triunfam no Emmy
-
Alexandre de Moraes e André Mendonça, os ministros em guerra no STF
-
Começa o Emmy nos EUA com "O Segredo de Widow's Bay" e "The Pitt" como favoritos
-
Detidos em "Alcatraz dos Jacarés" ficavam em celas do tamanho de uma cabine telefônica
-
Filho de Trump confirma que empresário russo pagou festas de seu casamento
-
Zelensky diz que Ucrânia está pronta para "medidas de desescalada"
-
Betis vira sobre Villarreal e sobe para 3º no Campeonato Espanhol
-
EUA elimina normas climáticas para usinas de energia durante reunião do G20
-
Leeds goleia Newcastle e sobe para 3º no Campeonato Inglês
-
Roma e Inter pisam no acelerador e seguem 100% no Italiano
-
Philippe Coutinho diz que espera reencontrar "paixão" pelo futebol no Santos
-
Trump chama de "farsa" alertas sobre ameaça da IA à humanidade
-
Nova York fecha 12 sites de pornografia "deepfake" com imagens de celebridades e políticos
-
Grêmio anuncia retorno do técnico Renato Gaúcho
-
Ataques russos à rede ferroviária da Ucrânia 'se intensificam', diz diretor à AFP
-
Venezuela é convidada para reuniões do G20 nos EUA sobre 'abundância energética'
-
Ministro israelense pede investigação das fontes do documentário 'NAZA'
-
Houthis atacam base saudita e Irã nega envolvimento na guerra no Iêmen
-
Maior refinaria da África abre seu capital na bolsa
-
Tottenham não relaciona Richarlison para Copa da Liga Inglesa
-
Rússia intensifica ataques contra Ucrânia e aumenta pressão sobre a Europa
-
Oasis anuncia nova turnê mundial para 2027
-
Trump diz que há uma 'conspiração doentia' contra a IA
-
Trump denuncia suposta 'conspiração doentia' contra a inteligência artificial
-
Líderes de Escócia, Gales e Irlanda do Norte afirmam 'direito à autodeterminação'
-
A inteligência artificial pode aniquilar a humanidade?
-
Cantos ofensivos a Diogo Jota geram críticas no futebol saudita
-
Atletas dos Jogos Asiáticos criticam condições de alojamentos no Japão
-
ONU pede 'ação urgente' para conter IA por riscos sem precedentes
-
Para Laura Linney, filme sobre a doença de Parkinson marcou um ponto de virada
-
Rússia minimiza ataque perto da Polônia e afirma que visa toda a Ucrânia
-
Bebês prematuros compartilham incubadora em hospital de Gaza
-
Novo Nordisk, fabricante do Ozempic, encurta nome para 'Novo'
-
EUA impede presença de chefe do setor nuclear do Irã em reunião em Viena
-
Irã nega envolvimento na guerra do Iêmen
Governo dos EUA entra em 'shutdown' mas paralisação deve ser curta
O governo federal dos Estados Unidos entrou em um novo cenário de paralisação orçamentária, mas que nesta ocasião deve ser breve, até uma votação prevista para segunda-feira no Congresso.
A nova paralisação parcial do governo acontece três meses após o 'shutdown' mais longo da história do país, em outubro e novembro do ano passado.
Embora o Senado americano tenha aprovado algumas horas antes um projeto orçamentário, a medida ainda depende da avaliação do texto na Câmara dos Representantes, que programou a votação para o início da próxima semana para encerrar o 'shutdown'.
As consequências, portanto, devem ser mínimas, já que o bloqueio pode durar apenas um fim de semana, sem que muitos funcionários sejam colocados em licença não remunerada.
O que atrasou o acordo foi a resistência da oposição democrata em aprovar a verba no orçamento para o Departamento de Segurança Interna (DHS), após a morte a tiros de dois manifestantes durante as operações anti-imigração do governo Donald Trump no estado de Minnesota.
O texto aprovado na sexta-feira no Senado, com 71 votos a favor e 29 contra, é resultado de um acordo entre o presidente republicano e os senadores democratas.
A oposição aceitou aprovar cinco dos seis projetos do texto orçamentário, enquanto a parte correspondente ao DHS será objeto de novas negociações nas próximas duas semanas.
Em uma nota, o Escritório de Orçamento (OMB) da Casa Branca pediu na sexta-feira à noite aos diferentes departamentos que implementassem o plano para um 'shutdown' ao mesmo tempo em que afirmava "ter esperança" de uma paralisação "breve".
- Fim da violência -
Na semana passada, o texto parecia seguir para a aprovação antes da data limite de 31 de janeiro, mas os acontecimentos de sábado passado em Minneapolis modificaram o contexto político.
A morte de Alex Pretti, bem como a de Renee Good dias antes, por disparos de agentes federais nesta cidade do norte dos Estados Unidos, provocou um movimento de indignação no seio da classe política.
O líder da minoria democrata no Senado, Chuck Schumer, enumerou na sexta as demandas democratas, afirmando querer "frear o ICE e pôr fim à violência".
Para isso, o legislador exigiu medidas como, por exemplo, proibir o uso de balaclavas pelos agentes. "Chega de polícia secreta", afirmou.
Devido às normas no Senado, eram necessários 60 votos de 100 para aprovar um projeto orçamentário. Os republicanos têm maioria na Casa, mas precisavam do apoio de vários membros da oposição para aprovar o orçamento.
Embora o 'shutdown' tenha entrado em vigor, é provável que não se repita o que ocorreu no ano passado, quando os Estados Unidos vivenciaram o fechamento governamental mais longo de sua história.
Republicanos e democratas batalharam durante 43 dias por disputas sobre os subsídios aos seguros de saúde.
Centenas de milhares de funcionários foram então colocados em licença temporária, enquanto outros com funções consideradas essenciais tiveram que seguir trabalhando. Mas todos tiveram que esperar até o fim do 'shutdown' para receber seus salários.
G.Stevens--AMWN