-
Técnico da Venezuela deixa Soteldo e Savarino fora de amistosos na Ásia
-
Real Madrid vence Elche com gol salvador de Espí
-
Salvadorenhos denunciam perda de direitos sob governo Bukele
-
Presidente da Finlândia afirma à AFP que Trump "fez bem à Otan"
-
Democratas acusam diretor do FBI de intimidar jornalistas
-
Liverpool elimina Tottenham na Copa da Liga Inglesa; Arsenal também avança
-
Riade e Cairo exigem livre navegação no Mar Vermelho ante bloqueio de rebeldes do Iêmen
-
Messi se despedirá da Argentina em amistoso em outubro, em Buenos Aires
-
México autoriza entrada de militares dos EUA para treinamento
-
Trump anuncia fechamento do Kennedy Center após juiz vetar rebatizá-lo com seu nome
-
Promotores não pedirão pena de morte para filho do cineasta Rob Reiner
-
Lens demite técnico Dino Toppmöller após seis jogos
-
Guerra com Irã custou US$ 38 bi aos EUA, diz Escritório do Orçamento do Congresso
-
Alex Saab, ex-aliado de Maduro, se declara culpado de lavagem de dinheiro nos EUA
-
James Rodríguez anuncia aposentadoria da seleção da Colômbia
-
Helen Mirren mergulha na psicologia de Patricia Highsmith em 'A Talent For Murder'
-
Argentina anuncia primeiros amistosos após saída de Messi
-
Empresa de IA Mistral critica atores que buscam 'fortalecer sua posição no mercado'
-
Juiz decide que nome de Trump não pode ser reincorporado ao Kennedy Center
-
Morre aos 85 anos, em Paris, documentarista chileno Patricio Guzmán
-
OpenAI, Anthropic e Google buscam criar órgão de supervisão de riscos da IA
-
Nairóbi será sede do Mundial de Atletismo em 2029, o primeiro na África
-
Itália e Espanha mantêm controle de fronteiras após crise migratória em Ceuta
-
Volta às aulas marcada pelo medo em região devastada por terremotos na Venezuela
-
Trump critica decisão 'horrível' da Suprema Corte sobre voto por correio
-
Camp Nou será sede da final da Liga dos Campeões de 2029
-
Arábia Saudita e Egito exigem livre navegação no Mar Vermelho diante de bloqueio de rebeldes do Iêmen
-
Ex-funcionário do Google afirma que 'a IA tem o potencial de nos matar'
-
Justiça francesa condena auxiliar escolar por abusos sexuais de crianças
-
Canadá continuará sendo o 'parceiro mais importante' dos EUA em áreas-chave, diz primeiro-ministro
-
Arquiteto chinês Ma Yansong harmoniza natureza com 'sensação futurista'
-
STF inicia sessão inédita com Moraes na mira
-
Ex-presidente filipino Duterte sofre de perda significativa de memória, diz sua defesa
-
'Está nos deixando mais burros', população mundial divide opiniões sobre a IA
-
Turquia prende dezenas de manifestantes que protestavam contra a repressão LGBTQIA+
-
China e Rússia alertam contra a militarização do espaço após anúncio dos EUA
-
Rússia realizará eleições sem suspense sob a sombra da guerra na Ucrânia
-
Países Baixos expõem grande coleção de Van Gogh pela primeira vez em 40 anos
-
Arábia Saudita promete resposta firme aos ataques houthis
-
Comércio varejista desacelera em agosto na China
-
Líder da extrema direita australiana pede desculpas por chamas indígenas de 'primitivos'
-
Declínio da democracia nos Estados Unidos tem consequências em todo o mundo, afirma relatório
-
Japão tem mais de 100.000 pessoas com mais de 100 anos pela primeira vez
-
Arábia Saudita promete resposta firme a ataques houthis
-
'O Segredo de Widow's Bay' e 'The Pitt' triunfam no Emmy
-
Alexandre de Moraes e André Mendonça, os ministros em guerra no STF
-
Começa o Emmy nos EUA com "O Segredo de Widow's Bay" e "The Pitt" como favoritos
-
Detidos em "Alcatraz dos Jacarés" ficavam em celas do tamanho de uma cabine telefônica
-
Filho de Trump confirma que empresário russo pagou festas de seu casamento
-
Zelensky diz que Ucrânia está pronta para "medidas de desescalada"
Comitê da ONU apresenta argumentos jurídicos para que Estados ofereçam reparações pela escravidão
Os Estados devem ser legalmente obrigados a oferecer amplas reparações pelos danos causados por seu envolvimento, direto e indireto, no tráfico transatlântico de escravizados africanos, afirmou um comitê das Nações Unidas nesta segunda-feira (31).
Ao divulgar uma nova interpretação de um importante tratado internacional sobre direitos humanos, o órgão de controle da ONU declarou que o acordo obriga os países a trabalhar para reparar os danos causados pela escravidão e suas consequências.
"Os Estados partes devem implementar medidas abrangentes de reparação para as pessoas afrodescendentes, que cubram todos os aspectos das reparações", afirmou o Comitê para a Eliminação da Discriminação Racial (CERD) da ONU em suas conclusões.
O documento afirma que a justiça reparatória deve combinar "uma ampla gama de medidas de caráter monetário, não monetário e estrutural".
O CERD é integrado por 18 especialistas independentes em direitos humanos, responsáveis por supervisionar a aplicação da Convenção Internacional sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial, assinada em 1969.
A convenção é integrada por 182 países, incluindo Estados Unidos, Reino Unido, França, Portugal e outros que estiveram profundamente envolvidos no tráfico transatlântico de escravizados, no qual milhões de homens, mulheres e crianças africanos foram levados para as Américas para trabalhar em condições brutais — e frequentemente mortais — entre os séculos XVI e XIX.
Em muitas dessas nações, as pessoas negras continuam enfrentando discriminação e situações de pobreza.
As conclusões representam "um momento decisivo", disse à AFP a advogada liberiana Pela Boker-Wilson, especialista em direitos humanos e integrante do comitê.
"Enfrentar as injustiças históricas não pode estar dissociado da luta contra a discriminação racial atual", comentou.
Segundo a advogada, o documento explica que os países devem adotar "medidas ativas destinadas a restaurar a dignidade, a justiça e a igualdade que as pessoas afrodescendentes merecem".
Embora a recomendação do CERD não tenha caráter vinculante, Boker-Wilson ressaltou que possui "um peso significativo".
A análise foi divulgada após a Assembleia Geral da ONU adotar, em março, uma resolução que reconhece que o comércio de escravizados foi "o crime mais grave contra a humanidade", apesar da oposição dos Estados Unidos e de alguns países europeus.
Embora a campanha a respeito da justiça reparatória tenha se concentrado muito nos Estados Unidos, Boker-Wilson lembrou que se trata de "uma iniciativa global".
F.Pedersen--AMWN