-
Netanyahu lidera apuração em Israel, mas sem maioria
-
China afirma que leva a sério pedido de desculpas de Mbappé
-
Governo dos Estados Unidos propõe aliança de defesa 'ambiciosa' com o sudeste asiático
-
Síria reabre fronteira com a Jordânia
-
Flávio Bolsonaro viaja para o Equador, procedente da Argentina, após fugir do Brasil
-
Flávio Bolsonaro fugiu para os EUA, indica imprensa
-
Ativista palestino retorna à Universidade de Columbia após prisão
-
Com lesão no joelho, Kawhi Leonard vai desfalcar Toronto Raptors contra Clippers
-
Netanyahu promete formar novo governo 'forte' em Israel
-
Zverev e Alcaraz avançam no ATP 500 de Viena
-
Boca de urna aponta empate entre Eisenkot e Netanyahu em Israel
-
Flávio Bolsonaro chegou aos EUA (imprensa)
-
"Que ninguém se intrometa" na "estabilidade" da Venezuela, adverte Delcy
-
Messi busca recuperação do Inter Miami na MLS; Griezmann e Lewandowski duelam
-
Argentina fecha acordo com FMI para repasse de US$ 900 milhões
-
Fuga de Flávio Bolsonaro coloca à prova relação Brasil-EUA
-
Bruno Guimarães perde pênalti e Arsenal cai na Copa da Liga contra Fleetwood Town
-
Gol de Sabitzer no fim classifica Dortmund contra Werder Bremen na Copa da Alemanha
-
Oposição tem leve vantagem sobre Netanyahu, apontam primeiras projeções
-
Charles III inicia viagem pelo Caribe marcada por pedidos de reparações pela escravidão
-
Flávio Bolsonaro fugiu para os EUA após perder eleições, diz imprensa
-
Xhaka e Embolo são liberados para voltar à seleção suíça após caso de certificados falsos de covid
-
'Algum dia chegará meu momento', diz Lamine Yamal sobre Bola de Ouro
-
Lazio atropela Sassuolo com 1º gol de bisneto de Mussolini na Serie A
-
'O corpo é o único adversário que não consigo vencer', diz Sinner
-
Lesionados, Auger-Aliassime e Bublik não vão disputar Masters 1000 de Paris
-
Técnico do Napoli é suspenso por 2 jogos após expulsão contra Roma
-
LaLiga denuncia comportamentos violentos de torcedores no 'El Clásico'
-
Candidata à chefia da ONU enfrenta críticas por guerra no Sudão
-
Polônia terá centro de manutenção de mísseis Patriot
-
Alcaraz vence Khachanov e vai à 2ª rodada do ATP 500 de Viena
-
Netanyahu denuncia tentativas de roubo na primeira eleição desde os ataques de Hamas
-
Trump e Lula voltam à estaca zero, mas em posição de ataque
-
Flávio Bolsonaro tem passaportes cancelados em meio a dúvidas sobre seu paradeiro
-
Kvaratskhelia passa por cirurgia bem-sucedida no joelho em Doha, informa PSG
-
Os principais temas das eleições legislativas de meio de mandato nos EUA
-
Houthis atacam maior refinaria da Arábia Saudita e Ministério da Defesa em Riade
-
Ebola supera 10 mil casos na África, a maioria na RDC
-
Flávio Bolsonaro tem passaportes cancelados
-
Os principais números das eleições de meio de mandato nos EUA
-
Cristiano Ronaldo entra na pré-lista de Portugal para Liga das Nações
-
Trump recorre a medidas drásticas para semear dúvidas antes das eleições nos EUA
-
Autoridades argentinas negam entrada de Flávio Bolsonaro em seu território
-
Lula completa 81 anos disposto a trabalhar '24 horas por dia' após reeleição
-
Mercados de previsão, uma frente de desinformação nas eleições legislativas dos EUA
-
STF ordena investigar possível financiamento estrangeiro à campanha de Flávio Bolsonaro
-
Confrontos decisivos nas eleições de meio de mandato nos EUA
-
Putin conversa com líderes europeus no início de trégua humanitária local na Ucrânia
-
Imprensa francesa denuncia maus-tratos durante comício do partido Reagrupamento Nacional
-
UE quer reforçar Frontex e ampliar seus poderes para expulsar migrantes
Operadores de tanques ucranianos prontos para a ofensiva
No front leste da Ucrânia, os militares encarregados pelos tanques dizem estar prontos para a ofensiva anunciada por Kiev, depois de terem lutado contra as forças russas em Bakhmut, onde a batalha poderá terminar em breve.
No meio de uma floresta, o líder do grupo Oleksandr e três outros soldados limpam o enorme canhão de seu tanque T-72 com uma escova de seis metros.
Eles não disparam há vários dias, mas querem garantir que seu veículo de combate esteja funcionando. O objetivo é estar "sempre pronto" para a ofensiva anunciada, diz Oleksandr, comandante de um esquadrão de T-72 que a Polônia enviou à Ucrânia há alguns meses.
A Ucrânia afirma, há vários meses, que quer lançar um ataque decisivo para reverter o curso da invasão russa e libertar o território ocupado, incluindo a península da Crimeia.
"Temos que seguir em frente, porque esta é a nossa única chance de voltar logo para casa. Só com a nossa vitória é que voltaremos mais cedo. Então esperamos, esperamos", explica o chefe da equipe, sem fôlego após a limpeza do canhão.
O fogo de artilharia e as explosões ressoam à distância. Bakhmut fica a apenas 15 quilômetros dali.
Desde o verão (hemisfério norte, inverno no Brasil), esta cidade concentra os violentos combates que assolam o leste da Ucrânia.
O grupo paramilitar Wagner e as forças especiais do exército de Moscou fizeram progressos notáveis nas últimas semanas no centro da cidade, onde os ucranianos estão presentes apenas em uma pequena parte do oeste.
As autoridades russas, por sua vez, afirmam controlar cerca de 90% da cidade, quase totalmente destruída e que antes do conflito tinha cerca de 70 mil habitantes.
"Pelo que posso dizer da situação atual, parece que não há mais nada em Bakhmut que seja controlado por nós", diz Oleksandr.
- Zonas adequadas -
Zaur, por sua vez, permaneceu na cidade por cinco dias em meados de abril para apoiar a infantaria, embora "em geral os tanques não sejam projetados para o combate urbano".
"É uma máquina grande. É difícil virar, manobrar, voltar", explicou esse militar, diante de outro tanque.
Os operadores de tanques consideram a região em torno de Bakhmut menos adequada para seus veículos pesados do que Kherson ou Zaporizhzhia, que possui vastas planícies agrícolas no sul do país.
Os analistas mencionam regularmente essas áreas para a possível ofensiva das forças ucranianas, anunciada para a primavera (outono no Brasil).
Ao redor de Bakhmut, "a paisagem é muito difícil. Há valas e as distâncias são muito curtas: 200, 300 metros. Então não faz sentido, eles [os russos] podem nos ver. E a visibilidade é muito ruim em nossos tanques", explica Oleksandr.
Para reconquistar o território que perdeu, a Ucrânia afirma ter formado brigadas de assalto e estocado munições, enquanto tenta poupar suas próprias tropas e esgotar as do adversário na linha de frente.
Também recebeu tanques e artilharia de longo alcance de seus aliados ocidentais.
Mas para Ivan, um mecânico de 24 anos, "a contraofensiva não mudará as coisas tão rápido".
"Para uma contraofensiva você precisa de grandes forças, muitos equipamentos (...). Acho que não vai acontecer tão cedo. E não vai ser tão fácil", diz ele, enquanto limpa a metralhadora de seu tanque T- 72.
Enquanto isso, "mantemos as máquinas, mantemos as armas. Aprendemos coisas novas. Estamos sempre alertas", acrescenta o jovem.
Oleksandr, de 40 anos, subcomandante do batalhão a que pertencem esses militares, insiste na importância da preparação.
"Aqui [em um tanque], você tem que entender tudo com meias palavras. Para os operadores, uma fração de segundo é fundamental. Fuja de um bombardeio ou alcance o alvo. Porque o alvo não fica parado, ele se move. Temos que alcançá-lo, é preciso destruí-lo e completar a tarefa", explica.
O.Norris--AMWN