-
EUA prepara pacote de armas bilionário para Israel (imprensa)
-
Assassinatos de ativistas ambientais dobraram em 2025 no Brasil (Global Witness)
-
Fluminense perde para Platense (2-1), mas avança à semifinal da Libertadores
-
Artistas abandonam turnê de Ed Sheeran em apoio a rapper pró-Palestina
-
Técnico da Venezuela deixa Soteldo e Savarino fora de amistosos na Ásia
-
Real Madrid vence Elche com gol salvador de Espí
-
Salvadorenhos denunciam perda de direitos sob governo Bukele
-
Presidente da Finlândia afirma à AFP que Trump "fez bem à Otan"
-
Democratas acusam diretor do FBI de intimidar jornalistas
-
Liverpool elimina Tottenham na Copa da Liga Inglesa; Arsenal também avança
-
Riade e Cairo exigem livre navegação no Mar Vermelho ante bloqueio de rebeldes do Iêmen
-
Messi se despedirá da Argentina em amistoso em outubro, em Buenos Aires
-
México autoriza entrada de militares dos EUA para treinamento
-
Trump anuncia fechamento do Kennedy Center após juiz vetar rebatizá-lo com seu nome
-
Promotores não pedirão pena de morte para filho do cineasta Rob Reiner
-
Lens demite técnico Dino Toppmöller após seis jogos
-
Guerra com Irã custou US$ 38 bi aos EUA, diz Escritório do Orçamento do Congresso
-
Alex Saab, ex-aliado de Maduro, se declara culpado de lavagem de dinheiro nos EUA
-
James Rodríguez anuncia aposentadoria da seleção da Colômbia
-
Helen Mirren mergulha na psicologia de Patricia Highsmith em 'A Talent For Murder'
-
Argentina anuncia primeiros amistosos após saída de Messi
-
Empresa de IA Mistral critica atores que buscam 'fortalecer sua posição no mercado'
-
Juiz decide que nome de Trump não pode ser reincorporado ao Kennedy Center
-
Morre aos 85 anos, em Paris, documentarista chileno Patricio Guzmán
-
OpenAI, Anthropic e Google buscam criar órgão de supervisão de riscos da IA
-
Nairóbi será sede do Mundial de Atletismo em 2029, o primeiro na África
-
Itália e Espanha mantêm controle de fronteiras após crise migratória em Ceuta
-
Volta às aulas marcada pelo medo em região devastada por terremotos na Venezuela
-
Trump critica decisão 'horrível' da Suprema Corte sobre voto por correio
-
Camp Nou será sede da final da Liga dos Campeões de 2029
-
Arábia Saudita e Egito exigem livre navegação no Mar Vermelho diante de bloqueio de rebeldes do Iêmen
-
Ex-funcionário do Google afirma que 'a IA tem o potencial de nos matar'
-
Justiça francesa condena auxiliar escolar por abusos sexuais de crianças
-
Canadá continuará sendo o 'parceiro mais importante' dos EUA em áreas-chave, diz primeiro-ministro
-
Arquiteto chinês Ma Yansong harmoniza natureza com 'sensação futurista'
-
STF inicia sessão inédita com Moraes na mira
-
Ex-presidente filipino Duterte sofre de perda significativa de memória, diz sua defesa
-
'Está nos deixando mais burros', população mundial divide opiniões sobre a IA
-
Turquia prende dezenas de manifestantes que protestavam contra a repressão LGBTQIA+
-
China e Rússia alertam contra a militarização do espaço após anúncio dos EUA
-
Rússia realizará eleições sem suspense sob a sombra da guerra na Ucrânia
-
Países Baixos expõem grande coleção de Van Gogh pela primeira vez em 40 anos
-
Arábia Saudita promete resposta firme aos ataques houthis
-
Comércio varejista desacelera em agosto na China
-
Líder da extrema direita australiana pede desculpas por chamas indígenas de 'primitivos'
-
Declínio da democracia nos Estados Unidos tem consequências em todo o mundo, afirma relatório
-
Japão tem mais de 100.000 pessoas com mais de 100 anos pela primeira vez
-
Arábia Saudita promete resposta firme a ataques houthis
-
'O Segredo de Widow's Bay' e 'The Pitt' triunfam no Emmy
-
Alexandre de Moraes e André Mendonça, os ministros em guerra no STF
Irã e Rússia denunciam intervencionismo de UE e EUA em tensões entre Azerbaijão e Armênia
Irã e Rússia denunciaram durante uma reunião, nesta segunda-feira (23), o que para eles é intervencionismo europeu e americano nas relações entre o Azerbaijão e a Armênia, tensas desde a vitória azerbaijana em Nagorno-Karabakh, um enclave até então nas mãos de separatistas armênios.
Os chefes da diplomacia armênia, azerbaijana, russa, turca e iraniana se reuniram em Teerã para tentar reduzir as tensões entre Baku e Ierevan, sem a participação dos países ocidentais.
A reunião coincidiu com o início dos exercícios militares do Azerbaijão com a Turquia, perto da fronteira com a Armênia.
"Os problemas da região não podem ser resolvidos com a intervenção de forças estrangeiras", disse o presidente iraniano, Ebrahim Raisi, segundo o site da Presidência.
O ministro iraniano das Relações Exteriores, Hossein Amir Abdollahian, também manifestou que "a presença de estrangeiros na região não só não resolve os problemas, como complica a situação".
Após a reunião, seu contraparte russo, Sergei Lavrov, denunciou "as tentativas, primeiro por parte da União Europeia, e em certa medida por parte dos Estados Unidos, de interferir no processo de delimitação" da fronteira entre a Armênia e o Azerbaijão.
Em uma declaração conjunta final, os participantes do encontro ressaltaram "a importância da solução pacífica das diferenças, o respeito à soberania, à independência política, à integridade territorial (...) e à não ingerência nos assuntos internos".
- Manobras militares -
O Ministério da Defesa do Azerbaijão anunciou, nesta segunda, que as manobras ocorrem em Baku, a capital, no enclave azerbaijano de Nakhchivan, que faz fronteira com Armênia, Turquia e Irã, assim como em "territórios libertados".
O ministério não especificou onde neste último caso, embora a fórmula possa designar o próprio Nagorno-Karabakh ou áreas vizinhas.
O objetivo é "melhorar o comando militar" e "garantir a interoperabilidade no combate" entre os dois países aliados, Azerbaijão e Turquia.
Em setembro, o Azerbaijão alcançou uma vitória militar impressionante em apenas 24 horas contra os separatistas armênios de Nagorno-Karabakh.
Desde então, esta região montanhosa do Cáucaso foi esvaziada de grande parte da sua população, com a saída de mais de 100 mil dos 120 mil armênios oficialmente registrados.
Antes dessa vitória, Azerbaijão e Armênia travaram duas guerras pelo controle deste enclave montanhoso, uma entre o final da década de 1980 e o início da década de 1990, quando a União Soviética se desintegrou, e a outra no final de 2020, vencida pelo Azerbaijão.
Agora, Ierevan teme que seu vizinho, mais forte economicamente, mais bem armado e apoiado pela Turquia, queira continuar avançando.
Concretamente, a Armênia teme que o Azerbaijão ataque o sul do seu território, conseguindo, assim, uma continuidade territorial com o enclave de Nakhchivan.
Atualmente, há vários fóruns de diálogo entre a Armênia e o Azerbaijão, mas nenhum resultou em um acordo entre os dois países.
M.Thompson--AMWN