-
Ataques russos deixam dois mortos na capital da Ucrânia
-
'Medo de sair': violência assusta moradores de cidade turística na Colômbia
-
Anthropic apresenta descobertas biológicas impulsionadas por IA
-
Premier da Austrália afirma que OpenAI hackeou site do governo
-
Delcy afirma na ONU que haverá eleições na Venezuela
-
Presidente chinês chega a Washington para uma aguardada cúpula com Trump
-
Presidente do Irã afirma a Trump que seu país não se 'ajoelhará'
-
Executivos pedem na ONU cautela no desenvolvimento da IA
-
Juiz examina proibição de Trump a veículos de comunicação na Casa Branca
-
Panamá pede à ONU apoio para projeto vital para Canal
-
Kimi Antonelli chega ao GP do Azerbaijão de F1 de olho no título, mas com pés no chão
-
Ataques russos deixam sete mortos na Ucrânia; Zelensky promete atacar no inverno
-
Parlamento venezuelano apoia presença de presidente interina na ONU
-
CEO da OpenAI pede na ONU 'cuidado extremo' com a IA
-
Grande Mesquita de Paris dedicará sermão de sexta-feira à visita do papa
-
Zelensky acusa Rússia de recrutar soldados de 47 nacionalidades
-
Rio de Janeiro bate recorde de chuvas em setembro
-
Verstappen descarta participar das 24 Horas de Le Mans em 2027
-
Houthis ameaçam atacar interesses americanos se EUA apoiar Arábia Saudita
-
Manchester United registra novo déficit, apesar de receita recorde
-
Estudo alerta que El Niño pode causar 451 mil mortes adicionais no mundo até fevereiro
-
Pilotos da F1 questionam decisão da FIA de reduzir duração das corridas em 2027
-
Harvey Weinstein é condenado a 15 anos de prisão por agressão sexual
-
Cristiano Ronaldo diz que não pensa em aposentadoria da seleção portuguesa
-
Comércios fechados em cidade turística da Colômbia após violência do narcotráfico
-
Meia dinamarquês Christian Eriksen rescinde com o Wolfsburg
-
Presidente do Irã adverte Trump que seu país jamais se 'ajoelhará'
-
Harvey Weinstein é condenado a 15 anos de prisão após repetição de julgamento por agressão sexual
-
Almada e Foyth são cortados da seleção argentina por lesão
-
Milei diz que ONU é 'organização inútil' que alimenta 'casta de parasitas'
-
Alonso diz que carros híbridos estão acabando com pilotagem clássica da F1
-
Internacional anuncia Eduardo Baptista como novo técnico
-
Trump e Rodríguez conversaram sobre reestruturação da dívida venezuelana, afirma Rubio
-
Presidente do Irã alerta Trump na ONU que seu país não 'se ajoelhará'
-
Pela primeira vez, OSCE não foi convidada a observar as eleições nos EUA
-
Ataques russos contra instalações civis na Ucrânia deixam ao menos sete mortos
-
Isack Hadjar renova contrato com a Red Bull para 2027
-
Documentos questionam álibi de Hitler sobre morte suspeita de sobrinha
-
أليكس بودي والبروفيسور الدكتور شتيفان هاوبت يتفقان على التعاون من أجل مجموعة فنية أسطورية في رومانيا
-
アレックス・ボディ氏とシュテファン・ハウプト教授、ルーマニアの伝説的な美術コレクションをめぐり提携に合意
-
亞歷克斯·博迪與史蒂芬·豪普特教授就羅馬尼亞傳奇藝術收藏達成合作協議
-
Алекс Боді та проф. д-р Стефан Гаупт домовилися про співпрацю щодо легендарної колекції мистецтва в Румунії
-
Алекс Боди и проф. д-р Стефан Хаупт договорились о сотрудничестве в рамках легендарной коллекции произведений искусства в Румынии
-
Alex Bodi și prof. dr. Stefan Haupt încheie un acord de cooperare pentru o colecție de artă legendară în România
-
Alex Bodi e o Prof. Dr. Stefan Haupt acordam cooperação para uma coleção de arte lendária na Roménia
-
Justiça francesa confirma julgamento de jogador marroquino Achraf Hakimi por estupro
-
'Vou bater de novo mil vezes', diz Bruno Guimarães após virar a página de pênalti perdido na Copa
-
Os detectores de texto gerados por IA são confiáveis?
-
Crianças voltam às aulas no Irã
-
Reino Unido investiga Pornhub visando proteção a menores
Trump se reunirá com Putin em 15 de agosto e menciona "troca de territórios"
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que se reunirá com seu homólogo russo, Vladimir Putin, no dia 15 de agosto, no Alasca, como parte de seus esforços de mediação para pôr fim à guerra na Ucrânia, que, segundo ele, incluirá uma "troca de territórios".
A ofensiva em grande escala da Rússia contra a Ucrânia, lançada em fevereiro de 2022, já deixou dezenas de milhares de mortos e grandes destruições. Após mais de três anos de combates, as posições de Kiev e Moscou parecem irreconciliáveis até o momento.
"A tão esperada reunião entre eu, como presidente dos Estados Unidos, e o presidente Vladimir Putin, da Rússia, acontecerá na próxima sexta-feira, 15 de agosto de 2025, no grande estado do Alasca", escreveu Trump nesta sexta-feira (8) em sua plataforma Truth Social.
Trump, que prometeu em diversas ocasiões acabar com a guerra na Ucrânia, falou várias vezes por telefone com o presidente russo nos últimos meses, mas não se reuniu com ele desde que retornou à Casa Branca em janeiro.
Será, portanto, o primeiro encontro presencial entre ambos desde junho de 2019, durante o primeiro mandato do republicano (2017-2021).
— "Troca de territórios" —
"Haverá alguma troca de territórios para benefício de ambos" em caso de um futuro acordo entre Rússia e Ucrânia, disse Trump a jornalistas na Casa Branca pouco antes, durante uma cúpula com os líderes da Armênia e do Azerbaijão.
Ele não deu detalhes. "Falamos de um território onde os combates já duram mais de três anos e meio (...) é complicado, não é nada fácil, mas vamos recuperar parte dele", afirmou.
Moscou exige que a Ucrânia ceda quatro oblasts (regiões administrativas) parcialmente ocupados (Donetsk, Lugansk, Zaporizhzhia e Kherson), além da Crimeia, anexada em 2014, e que renuncie ao recebimento de armas ocidentais e a qualquer adesão à Otan.
Essas exigências são inaceitáveis para Kiev, que pede a retirada das tropas russas de seu território e garantias de segurança ocidentais. Isso incluiria mais fornecimento de armas e o envio de um contingente europeu, o que a Rússia se opõe.
A Ucrânia também solicita, em coordenação com seus aliados europeus, um cessar-fogo de 30 dias, que Moscou rejeita.
Putin conversou por telefone nesta sexta-feira com o presidente chinês, Xi Jinping, e o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi.
Essas chamadas ocorreram no dia em que expirava o ultimato dado à Rússia na semana passada por Trump, para avançar nas negociações com a Ucrânia, sob a ameaça de novas sanções dos Estados Unidos.
O último ciclo de negociações diretas entre os dois beligerantes, em Istambul, em julho, resultou apenas na troca de prisioneiros e restos mortais de soldados.
Em uma tentativa de avançar nas negociações, o enviado americano Steve Witkoff foi recebido no Kremlin por Putin.
Isso representou uma aceleração diplomática que culminou na quinta-feira com o anúncio da Rússia de um "acordo de princípio" para uma reunião entre os mandatários dos Estados Unidos e da Rússia.
— Não há "soluções simples" —
"A China se alegra em ver que Rússia e Estados Unidos mantêm contato, melhoram suas relações e promovem uma solução política para a crise ucraniana", declarou Xi Jinping ao seu homólogo russo, segundo a agência oficial de notícias Xinhua.
O presidente chinês "ressaltou que assuntos complexos não têm soluções simples" e acrescentou que "a China sempre apoiará (...) a paz e a promoção das negociações", detalhou a televisão pública CCTV.
Por sua vez, o premiê indiano, Narendra Modi, declarou que manteve uma "boa" conversa com seu "amigo" Putin.
Washington ameaçou impor tarifas colossais a países que comercializem com a Rússia, como Índia e China.
Mas, questionado na quinta-feira se manteria ou não seu ultimato à Rússia, Trump respondeu: "Isso dependerá de Putin, vamos ver o que ele diz".
Enquanto isso, o Exército russo continua seus bombardeios na Ucrânia e os ataques na linha de frente, onde seus soldados são mais numerosos e estão melhor equipados.
A.Malone--AMWN