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Exército israelense declara Cidade de Gaza como zona de combate
O exército israelense declarou, nesta sexta-feira (29), que a Cidade de Gaza é uma "zona de combate perigosa" antes de lançar uma ofensiva para tomar a localidade mais populosa do território palestino, assolado por quase dois anos de guerra.
Israel enfrenta crescente pressão interna e externa para terminar a guerra na Faixa de Gaza, onde a maioria da população foi deslocada pelo menos uma vez durante o conflito.
O exército israelense não dá sinais de que irá suspender seus planos de tomar a Cidade de Gaza, e seu porta-voz em árabe afirmou que as tropas não irão esperar.
"A partir de hoje (...), a pausa tática local na atividade militar não se aplicará à zona da Cidade de Gaza, que constitui uma zona de combate perigosa", indicou um comunicado militar.
Essa "pausa tática local" diária havia sido anunciada no final de julho para a Cidade de Gaza, a maior cidade da Faixa de Gaza, e outras áreas do território palestino com o objetivo, segundo o exército, de "permitir a passagem segura dos comboios da ONU" e de ONGs humanitárias.
Mohamed Abu Qamar, de 42 anos, originário do campo de Jabalia, no norte de Gaza, preparava-se para ir rumo ao sul, apesar de sentir "o coração doer" ao partir.
"Não queremos deixar nosso lar. Estamos exaustos, vamos do norte ao sul sem descanso", relatou à AFP por telefone. "A morte nos cerca. Partimos sem saber se chegaremos em segurança ou morreremos no meio do caminho".
A ONU estima que atualmente quase um milhão de pessoas vivem na governadoria de Gaza, que inclui a Cidade de Gaza e seus arredores.
- Israel recupera os corpos de dois reféns -
A Defesa Civil de Gaza indicou, nesta sexta-feira, que pelo menos 40 pessoas morreram no território palestino desde o amanhecer.
O exército israelense, contactado pela AFP, pediu as coordenadas dos ataques para verificar os relatos.
Dadas as restrições impostas por Israel aos meios de comunicação em Gaza e as dificuldades de acesso ao território, a AFP não pode verificar de forma independente as afirmações da Defesa Civil ou do exército israelense.
O exército não convocou a população a deixar a Cidade de Gaza, mas na quarta-feira afirmou que a evacuação é "inevitável", devido à decisão de Israel de tomar o controle dessa localidade, considerada um dos últimos redutos do Hamas.
Abdul Karim Al Damagh, de 64 anos, disse à AFP que está indo para o sul e que é a quinta vez que é deslocado.
"Hoje, mais uma vez, devo abandonar o que resta da minha casa e das minhas memórias (...) pode ser que o sul seja mais tranquilo, mas não é seguro, o medo nos persegue, a morte está sempre por perto", afirmou.
O conflito começou com o ataque do Hamas contra Israel em 7 de outubro de 2023, que causou a morte de 1.219 pessoas, em sua maioria civis, conforme um levantamento baseado em números oficiais. Os militantes sequestraram 251 pessoas.
Dos 47 reféns que permanecem cativos na Faixa de Gaza, estima-se que cerca de vinte ainda estejam vivos.
Nesta sexta-feira, o exército israelense anunciou que recuperou os corpos de dois reféns em uma operação em Gaza. Um deles foi identificado como Ilan Weiss, assassinado durante o ataque de 7 de outubro.
Em Gaza, a ofensiva israelense matou 63.025 pessoas, em sua maioria civis, conforme dados do Ministério da Saúde do território palestino - governado pelo Hamas -, considerados confiáveis pela ONU.
Como medida de pressão, a Turquia anunciou nesta sexta-feira o fechamento de seus portos e espaço aéreo para navios e aviões oficiais de Israel, uma medida que não afetará voos comerciais.
O Hamas comemorou a decisão da Turquia e convocou a "intensificar as sanções" para isolar Israel e obrigá-lo a pôr fim ao "genocídio e à destruição na Faixa de Gaza".
P.Martin--AMWN