-
Risco de estagflação nos EUA é 'bastante alto', diz à AFP Stiglitz, Nobel de Economia
-
Arteta aposta no jovem Dowman: 'Está pronto para jogar regularmente'
-
Rotas alternativas ao Estreito de Ormuz são insuficientes para atender à demanda
-
Prefeitos dos EUA se opõem a centros de dados, enquanto cresce reação contra IA
-
Chelsea é multado em 10 milhões de libras por irregularidades financeiras
-
Rei da Espanha admite que houve 'muito abuso' na conquista da América
-
Cubanos emigrados vão poder investir na ilha, diz ministro à NBC
-
Sean Penn, vencedor do Oscar, está em Kiev
-
'Não tenho um plano específico, é só tentar', diz Guardiola antes de duelo com Real Madrid
-
Começa na França julgamento de apelação de Sarkozy por suposto financiamento líbio
-
Espanha substitui Finalíssima por amistoso contra Sérvia
-
Vídeos falsos sobre guerra no Oriente Médio se multiplicam no X apesar dos alertas
-
Bombardeios russos deixam três mortos na Ucrânia; explosões em Kiev
-
Rosalía inicia na França a turnê internacional de 'Lux'
-
Barril de petróleo passa dos 100 dólares, bolsas operam com cautela
-
Israel anuncia operações terrestres contra o Hezbollah no Líbano
-
Iranianos que fugiram do 'inferno' acompanham a guerra no exílio
-
Cinco momentos importantes da 98ª edição do Oscar
-
'Uma Batalha Após a Outra' é o grande vencedor do Oscar
-
'Valor Sentimental', da Noruega, ganha Oscar de Melhor Filme Internacional
-
'Uma Batalha Após a Outra' leva o Oscar de Melhor Filme
-
Oscar: últimas novidades
-
México bate recorde mundial de maior aula de futebol
-
Sinner vence Medvedev e conquista seu 1º título de Masters 1000 de Indian Wells
-
Milan perde para Lazio (1-0) e deixa líder Inter escapar; Como vence Roma
-
Extrema direita avança nas eleições municipais na França; esquerda lidera em Paris
-
Richarlison marca no fim e Tottenham arranca empate contra Liverpool; United vence Villa
-
Stuttgart vence Leipzig (1-0) e segue na luta por vaga na Champions
-
Sabalenka vence Rybakina de virada e conquista seu 1º título de Indian Wells
-
Bayern de Munique fica sem goleiros após lesão de Ulreich
-
Extrema-direita avança no sul da França nas eleições municipais
-
Verstappen volta a criticar versão de 2026 da F1: "é uma piada"
-
Djokovic desiste do Masters 1000 de Miami devido a lesão no ombro
-
Lyon empata com Le Havre (0-0) e chega a seu 4º jogo seguido sem vencer na Ligue 1
-
Com 3 de Raphinha, Barça vence Sevilla (5-2) e volta a abrir 4 pontos na liderança
-
Irã adverte que guerra se ampliará se outros países intervirem
-
Franceses votam em eleições municipais a um ano das presidenciais
-
Mbappé volta aos treinos do Real Madrid antes da visita ao Manchester City
-
Com 2 gols brasileiros, United vence Aston Villa (3-1) e se consolida em 3º no Inglês
-
Bolsonaro tem melhora da função renal, mas segue sem previsão de alta
-
Equador inicia 15 dias de operações antidrogas com apoio dos EUA
-
Chanceler do Irã 'não vê nenhuma razão' para negociar' com EUA
-
Forças israelenses matam duas crianças e seus pais na Cisjordânia
-
Zelensky denuncia 'chantagem' europeia para reabrir oleoduto que transporta petróleo russo
-
Uefa anuncia cancelamento da Finalíssima entre Argentina e Espanha
-
Irã adverte que se outros países intervierem a guerra se ampliará
-
Chegou o Oscar: 'Uma Batalha Após a Outra' e 'Pecadores' travam o último duelo
-
Trump diz que ainda não há condições para acordo com Irã
-
Kimi Antonelli (Mercedes), de 19 anos, vence GP da China de F1
-
Alcaraz perde para Medvedev nas semis de Indian Wells, sua 1ª derrota do ano
UE promete 'resposta firme' a ameaças de Trump sobre Groenlândia
A União Europeia prometeu nesta terça-feira (20) uma resposta "firme" às ameaças de Donald Trump sobre a Groenlândia, à espera de uma reunião em Davos, na quarta-feira, sobre o futuro desse território autônomo dinamarquês no Ártico.
Desde que voltou à Casa Branca, o dirigente republicano argumenta que "precisa" dessa ilha, a maior do mundo e rica em minerais e terras raras, por motivos de segurança nacional, para evitar que Rússia e China imponham sua hegemonia nessa região estratégica.
Antes de partir para o Fórum Econômico Mundial, realizado todos os anos na estação de esqui suíça, Trump respondeu com suspense à pergunta sobre até onde está disposto a ir para se apoderar da Groenlândia: "Vocês vão descobrir."
"Temos muitas reuniões programadas sobre a Groenlândia, e acho que as coisas vão acabar muito bem", disse Trump, em um momento de tensão desde que oito países europeus manifestaram firme oposição a esse plano expansionista.
Todos eles são membros da Otan, entre os quais estão Reino Unido, Alemanha e França, as principais economias do continente.
Trump os ameaçou com tarifas caso se oponham.
Em seu discurso em Davos, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, advertiu que Trump poderia acabar lançando as relações com o bloco europeu em uma "espiral descendente".
"As tarifas propostas são um erro, especialmente entre aliados de longa data", afirmou.
"Nossa resposta será firme, unida e proporcional", acrescentou.
O presidente francês Emmanuel Macron, que também está em Davos, instou a União Europeia a "usar" suas poderosas ferramentas comerciais anticoerção para responder.
O representante da Casa Branca para o Comércio, Jamieson Greer, advertiu os países europeus de que "não seria prudente" recorrer a esse mecanismo de defesa econômica, que chamou de "bazuca comercial".
Diante das tensões, o Parlamento Europeu decidiu suspender o processo de ratificação do acordo comercial entre a União Europeia e os Estados Unidos, confirmaram nesta terça-feira seus principais grupos políticos.
- Desafio para a Otan -
Como parte de sua campanha para tomar a Groenlândia, Trump publicou uma fotomontagem de si mesmo, em sua plataforma Truth Social, na qual aparece fincando uma bandeira em uma paisagem rochosa e gelada ao lado de uma placa que diz: "Groenlândia - Território dos Estados Unidos. Est. 2026".
Em um discurso emocionado em Davos, o primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, declarou que seu país apoia "firmemente" a Groenlândia e a Dinamarca. Além disso, denunciou que o sistema de governança global liderado pelos Estados Unidos — mas sem mencionar diretamente o país nem o seu presidente — está sofrendo "uma ruptura".
Evocou "o fim de uma fantasia agradável e o início de uma realidade brutal na qual a geopolítica das grandes potências não está sujeita a nenhuma restrição".
Por sua vez, o ex-secretário-geral da Otan e ex-premiê dinamarquês Anders Fogh Rasmussen afirmou, em entrevista à AFP, que as ameaças recentes são "uma crise para a comunidade transatlântica em geral e um desafio para a ordem mundial tal como a conhecemos desde a Segunda Guerra".
- Trump não participará de eventual reunião do G7 -
Os líderes da União Europeia se reunirão em Bruxelas na quinta-feira para decidir como responder à crise, uma das mais graves para os vínculos transatlânticos em anos.
As relações entre Trump e Macron ficaram ainda mais tensas na segunda-feira, quando o presidente americano ameaçou impor tarifas de 200% sobre o vinho e o champanhe franceses, depois que a França insinuou que não participaria do seu "Conselho de Paz".
O mandatário francês enfatizou nesta terça em Davos que seu país prefere "respeito a valentões" e reprovou os encargos comerciais, que tachou de "inaceitáveis".
Analistas comparam esse conselho, supostamente criado para resolver conflitos internacionais, a uma versão do Conselho de Segurança da ONU na qual os países-membros têm que pagar para participar.
Trump confirmou, na segunda-feira, que o presidente russo Vladimir Putin está entre os líderes convidados.
O chefe de Estado ucraniano Volodimir Zelensky também foi convidado, mas disse que seria "muito difícil imaginar" fazer parte desse Conselho ao lado de Putin.
Trump afirmou nesta terça-feira que não compareceria a uma eventual reunião de emergência do G7 esta semana para falar sobre a guerra na Ucrânia, proposta por Macron, em relação a uma "mensagem privada" do presidente francês que o mandatário republicano publicou mais cedo em sua rede Truth Social, e que sugeria um encontro de emergência em Paris na quinta-feira.
Macron declarou horas antes que não havia "nenhuma reunião prevista", mas que a França estava disposta a organizar um encontro.
F.Dubois--AMWN