-
Cubanos emigrados vão poder investir na ilha, diz ministro à NBC
-
Sean Penn, vencedor do Oscar, está em Kiev
-
'Não tenho um plano específico, é só tentar', diz Guardiola antes de duelo com Real Madrid
-
Começa na França julgamento de apelação de Sarkozy por suposto financiamento líbio
-
Espanha substitui Finalíssima por amistoso contra Sérvia
-
Vídeos falsos sobre guerra no Oriente Médio se multiplicam no X apesar dos alertas
-
Bombardeios russos deixam três mortos na Ucrânia; explosões em Kiev
-
Rosalía inicia na França a turnê internacional de 'Lux'
-
Barril de petróleo passa dos 100 dólares, bolsas operam com cautela
-
Israel anuncia operações terrestres contra o Hezbollah no Líbano
-
Iranianos que fugiram do 'inferno' acompanham a guerra no exílio
-
Cinco momentos importantes da 98ª edição do Oscar
-
'Uma Batalha Após a Outra' é o grande vencedor do Oscar
-
'Valor Sentimental', da Noruega, ganha Oscar de Melhor Filme Internacional
-
'Uma Batalha Após a Outra' leva o Oscar de Melhor Filme
-
Oscar: últimas novidades
-
México bate recorde mundial de maior aula de futebol
-
Sinner vence Medvedev e conquista seu 1º título de Masters 1000 de Indian Wells
-
Milan perde para Lazio (1-0) e deixa líder Inter escapar; Como vence Roma
-
Extrema direita avança nas eleições municipais na França; esquerda lidera em Paris
-
Richarlison marca no fim e Tottenham arranca empate contra Liverpool; United vence Villa
-
Stuttgart vence Leipzig (1-0) e segue na luta por vaga na Champions
-
Sabalenka vence Rybakina de virada e conquista seu 1º título de Indian Wells
-
Bayern de Munique fica sem goleiros após lesão de Ulreich
-
Extrema-direita avança no sul da França nas eleições municipais
-
Verstappen volta a criticar versão de 2026 da F1: "é uma piada"
-
Djokovic desiste do Masters 1000 de Miami devido a lesão no ombro
-
Lyon empata com Le Havre (0-0) e chega a seu 4º jogo seguido sem vencer na Ligue 1
-
Com 3 de Raphinha, Barça vence Sevilla (5-2) e volta a abrir 4 pontos na liderança
-
Irã adverte que guerra se ampliará se outros países intervirem
-
Franceses votam em eleições municipais a um ano das presidenciais
-
Mbappé volta aos treinos do Real Madrid antes da visita ao Manchester City
-
Com 2 gols brasileiros, United vence Aston Villa (3-1) e se consolida em 3º no Inglês
-
Bolsonaro tem melhora da função renal, mas segue sem previsão de alta
-
Equador inicia 15 dias de operações antidrogas com apoio dos EUA
-
Chanceler do Irã 'não vê nenhuma razão' para negociar' com EUA
-
Forças israelenses matam duas crianças e seus pais na Cisjordânia
-
Zelensky denuncia 'chantagem' europeia para reabrir oleoduto que transporta petróleo russo
-
Uefa anuncia cancelamento da Finalíssima entre Argentina e Espanha
-
Irã adverte que se outros países intervierem a guerra se ampliará
-
Chegou o Oscar: 'Uma Batalha Após a Outra' e 'Pecadores' travam o último duelo
-
Trump diz que ainda não há condições para acordo com Irã
-
Kimi Antonelli (Mercedes), de 19 anos, vence GP da China de F1
-
Alcaraz perde para Medvedev nas semis de Indian Wells, sua 1ª derrota do ano
-
Real Madrid vence Elche (4-1) e coloca pressão sobre líder Barça
-
Arsenal vence Everton (1-0) e acelera rumo ao título; City não consegue seguir ritmo
-
Sinner vence Zverev e vai disputar sua 1ª final de Indian Wells
-
Atlético de Madrid vence Getafe (1-0) e reassume 3º lugar no Espanhol
-
Arsenal derrota Everton (1-0) e acelera rumo ao título; Newcastle vence Chelsea
-
Trump diz que outros países 'devem se ocupar' da segurança do Estreito de Ormuz
Fim da primeira sessão de negociações entre Ucrânia, Rússia e EUA em Abu Dhabi
Representantes da Rússia, da Ucrânia e dos Estados Unidos realizaram nesta sexta-feira (23), em Abu Dhabi, uma primeira sessão de negociações diretas, depois que Moscou exigiu que Kiev retire suas tropas do leste ucraniano para pôr fim a quatro anos de conflito.
Em uma mensagem na rede X, o negociador ucraniano Rustem Umerov afirmou que as conversas se concentraram "nos parâmetros para pôr fim à guerra da Rússia e na continuação lógica do processo de negociação orientado a avançar rumo a uma paz digna e duradoura".
Está previsto que as três delegações retomem o diálogo no sábado.
Trata-se das primeiras negociações diretas conhecidas entre Moscou e Kiev sobre o plano proposto por Washington para encerrar a guerra, que deixou dezenas de milhares de mortos desde 2022.
— "Abandonar o Donbass" —
"As Forças Armadas ucranianas devem abandonar o Donbass, devem se retirar. É uma condição muito importante", declarou o porta-voz da Presidência russa, Dmitri Peskov, antes do início das conversas.
"Sem uma solução para a questão territorial (...) não faz sentido esperar a conclusão de um acordo de longo prazo", acrescentou.
A Rússia exige a retirada total das forças ucranianas do Donbass, um território industrial e de mineração do leste da Ucrânia que inclui as regiões administrativas de Donetsk e Lugansk e que é majoritariamente controlado por Moscou.
O Kremlin concentra suas exigências em Donetsk, que controla parcialmente e que continua sendo o epicentro dos combates.
A reunião em Abu Dhabi ocorre um dia após dois encontros de alto nível: um em Davos entre o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, e seu par americano, Donald Trump, e outro em Moscou entre o presidente russo, Vladimir Putin, e os enviados americanos Steve Witkoff e Jared Kushner.
O último ciclo de negociações diretas ocorreu em julho de 2025, em Istambul, mas somente a troca de prisioneiros e de corpos de soldados mortos foi acordada.
"A questão do Donbass é central", disse Zelensky nesta sexta-feira. Ele acrescentou que o tema será discutido em Abu Dhabi.
No início da tarde, o presidente ucraniano afirmou ter conversado com a equipe negociadora enviada aos Emirados para tratar dos "temas" que devem ser abordados e dos "resultados desejados".
Um alto funcionário próximo às negociações, que pediu anonimato, disse à AFP que "muitas coisas dependerão da posição dos americanos".
Na quinta-feira, Zelensky criticou seus aliados em um discurso no Fórum Econômico Mundial de Davos e descreveu uma Europa "fragmentada" e "perdida", incapaz de influenciar as posições de Trump e sem "vontade política" diante de Putin.
A delegação russa é chefiada pelo general Igor Kostiukov, chefe dos serviços de inteligência militar (GRU), informou à imprensa o assessor diplomático do Kremlin, Yuri Ushakov.
Além de Umerov, a Ucrânia está representada pelo chefe do gabinete presidencial, Kyrylo Budanov, por seu adjunto, Sergiy Kyslytsya, pelo dirigente do partido presidencial David Arakhamia e pelo chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, o general Andrii Hnatov.
A agenda desta sexta-feira em Abu Dhabi incluía outra reunião sobre temas econômicos entre Witkoff e um enviado do Kremlin, Kirill Dmitriev.
"Estamos sinceramente interessados em uma solução do conflito por meios político-diplomáticos", assegurou Ushakov. Mas, "enquanto isso não acontecer, a Rússia continuará alcançando seus objetivos (...) no campo de batalha", acrescentou.
— Garantias de segurança —
Em Davos, Zelensky manteve um breve encontro na quinta-feira com Trump, que classificou como "positivo", embora tenha reconhecido que o diálogo foi "complexo".
Ainda assim, afirmou ter alcançado um acordo sobre as garantias de segurança que os Estados Unidos devem oferecer à Ucrânia para dissuadir a Rússia de voltar a atacar uma vez que o conflito termine.
Nos últimos meses, Moscou intensificou os ataques contra a rede energética ucraniana, provocando apagões massivos de eletricidade e aquecimento, especialmente na capital, em pleno inverno.
Na região de Donetsk, um bombardeio russo deixou quatro mortos na noite de quinta-feira, entre eles uma criança de cinco anos, e outro disparo russo matou três civis nesta sexta-feira na região de Kharkiv, no nordeste da Ucrânia, segundo as autoridades ucranianas.
No setor energético, a operadora ucraniana Ukrenergo anunciou que nesta sexta-feira teve de interromper o fornecimento "na maioria das regiões".
L.Harper--AMWN