-
UE propõe proibição das redes sociais aos menores de 13 anos
-
Três mortos em acidente de helicóptero de notícias em Los Angeles
-
CEO da Meta rejeita apelos para desacelerar o desenvolvimento da IA
-
Arábia Saudita acusa houthis de ataque contra Meca
-
EUA prepara pacote de armas bilionário para Israel (imprensa)
-
Assassinatos de ativistas ambientais dobraram em 2025 no Brasil (Global Witness)
-
Fluminense perde para Platense (2-1), mas avança à semifinal da Libertadores
-
Artistas abandonam turnê de Ed Sheeran em apoio a rapper pró-Palestina
-
Técnico da Venezuela deixa Soteldo e Savarino fora de amistosos na Ásia
-
Real Madrid vence Elche com gol salvador de Espí
-
Salvadorenhos denunciam perda de direitos sob governo Bukele
-
Presidente da Finlândia afirma à AFP que Trump "fez bem à Otan"
-
Democratas acusam diretor do FBI de intimidar jornalistas
-
Liverpool elimina Tottenham na Copa da Liga Inglesa; Arsenal também avança
-
Riade e Cairo exigem livre navegação no Mar Vermelho ante bloqueio de rebeldes do Iêmen
-
Messi se despedirá da Argentina em amistoso em outubro, em Buenos Aires
-
México autoriza entrada de militares dos EUA para treinamento
-
Trump anuncia fechamento do Kennedy Center após juiz vetar rebatizá-lo com seu nome
-
Promotores não pedirão pena de morte para filho do cineasta Rob Reiner
-
Lens demite técnico Dino Toppmöller após seis jogos
-
Guerra com Irã custou US$ 38 bi aos EUA, diz Escritório do Orçamento do Congresso
-
Alex Saab, ex-aliado de Maduro, se declara culpado de lavagem de dinheiro nos EUA
-
James Rodríguez anuncia aposentadoria da seleção da Colômbia
-
Helen Mirren mergulha na psicologia de Patricia Highsmith em 'A Talent For Murder'
-
Argentina anuncia primeiros amistosos após saída de Messi
-
Empresa de IA Mistral critica atores que buscam 'fortalecer sua posição no mercado'
-
Juiz decide que nome de Trump não pode ser reincorporado ao Kennedy Center
-
Morre aos 85 anos, em Paris, documentarista chileno Patricio Guzmán
-
OpenAI, Anthropic e Google buscam criar órgão de supervisão de riscos da IA
-
Nairóbi será sede do Mundial de Atletismo em 2029, o primeiro na África
-
Itália e Espanha mantêm controle de fronteiras após crise migratória em Ceuta
-
Volta às aulas marcada pelo medo em região devastada por terremotos na Venezuela
-
Trump critica decisão 'horrível' da Suprema Corte sobre voto por correio
-
Camp Nou será sede da final da Liga dos Campeões de 2029
-
Arábia Saudita e Egito exigem livre navegação no Mar Vermelho diante de bloqueio de rebeldes do Iêmen
-
Ex-funcionário do Google afirma que 'a IA tem o potencial de nos matar'
-
Justiça francesa condena auxiliar escolar por abusos sexuais de crianças
-
Canadá continuará sendo o 'parceiro mais importante' dos EUA em áreas-chave, diz primeiro-ministro
-
Arquiteto chinês Ma Yansong harmoniza natureza com 'sensação futurista'
-
STF inicia sessão inédita com Moraes na mira
-
Ex-presidente filipino Duterte sofre de perda significativa de memória, diz sua defesa
-
'Está nos deixando mais burros', população mundial divide opiniões sobre a IA
-
Turquia prende dezenas de manifestantes que protestavam contra a repressão LGBTQIA+
-
China e Rússia alertam contra a militarização do espaço após anúncio dos EUA
-
Rússia realizará eleições sem suspense sob a sombra da guerra na Ucrânia
-
Países Baixos expõem grande coleção de Van Gogh pela primeira vez em 40 anos
-
Arábia Saudita promete resposta firme aos ataques houthis
-
Comércio varejista desacelera em agosto na China
-
Líder da extrema direita australiana pede desculpas por chamas indígenas de 'primitivos'
-
Declínio da democracia nos Estados Unidos tem consequências em todo o mundo, afirma relatório
Trump anuncia cessar-fogo entre Israel e Líbano que inclui Hezbollah
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que Israel e Líbano concordaram com um cessar-fogo de dez dias que começa nesta quinta-feira (16) e incluirá o movimento xiita libanês Hezbollah, que é apoiado pelo Irã.
Trump também afirmou que está tentando organizar a primeira reunião da história entre os líderes dos dois países.
De acordo com o líder americano, a trégua chega após conversas "excelentes" com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e o presidente libanês, Joseph Aoun, dois dias depois que Israel e Líbano iniciaram negociações de paz em Washington.
"Estes dois líderes acordaram que, para alcançar a PAZ entre os seus países, iniciarão formalmente um CESSAR-FOGO de 10 dias às 5h00 P.M.", horário de Washington (18h em Brasília), escreveu Trump em sua rede Truth Social.
"Ambas as partes querem a PAZ e creio que ela será concretizada rapidamente", acrescentou, ao indicar que instruiu o vice-presidente J.D. Vance, o secretário de Estado, Marco Rubio, e o chefe do Estado-Maior Conjunto do Exército, Dan Caine, a trabalharem com os dois países "para alcançar uma paz duradoura".
"Foi uma honra para mim ter solucionado nove guerras em todo o mundo, e esta será a décima, assim que, MÃOS À OBRA!", exclamou em sua rede social o mandatário, que lançou em 28 de fevereiro a ofensiva contra o Irã em colaboração com Israel.
Posteriormente, ao deixar a Casa Branca para uma viagem a Las Vegas, Trump falou com repórteres sobre o cessar-fogo, e confirmou que a trégua inclui o Hezbollah.
O Departamento de Estado anunciou depois que o Líbano havia se comprometido a tomar "medidas concretas" para prevenir qualquer ataque de Hezbollah contra Israel como parte do cessar-fogo.
Ibrahim Moussaoui, deputado do braço político do movimento xiita, assegurou à AFP que a organização respeitaria o cessar-fogo "com cautela [...] sempre que se trate de uma interrupção total das hostilidades contra nós e que Israel não o utilize para realizar assassinatos" de integrantes do Hezbollah.
Quanto à esperada reunião histórica entre Aoun e Netanyahu, Trump disse que ela acontecerá na Casa Branca, "nos próximos quatro ou cinco dias".
"Esta será a primeira vez que se reunirão em 44 anos, o que não é precisamente um exemplo de boa vizinhança, considerando que são vizinhos", brincou, ao se referir ao encontro de 1982 entre líderes israelenses e o presidente eleito do Líbano, Bachir Gemayel, que foi assassinado antes de assumir o cargo.
Tecnicamente, Israel e Líbano estão em guerra há décadas.
Na terça-feira foram realizadas conversas diretas entre os embaixadores dos dois países em Washington, as primeiras deste tipo desde 1993.
- Um milhão de deslocados -
No início de março, o Líbano foi arrastado para o conflito bélico no Oriente Médio pelo Hezbollah, que lançou foguetes contra Israel em apoio ao Irã, seu aliado, que havia sido atacado anteriormente por Israel e Estados Unidos.
Os ataques israelenses contra o Líbano causaram a morte de mais de 2 mil pessoas e provocaram o deslocamento de mais de um milhão. Além disso, as forças terrestres israelenses invadiram o sul do país.
Horas antes da entrada em vigor do cessar-fogo, o Ministério da Saúde libanês informou que sete pessoas morreram e 33 ficaram feridas em um ataque aéreo israelense no sul do país.
O Hezbollah, por sua vez, reivindicou a autoria de vários ataques contra posições militares no norte do território israelense.
Em Israel, Netanyahu explicou que a trégua representava uma oportunidade para concluir um acordo de paz "histórico" com Beirute.
No entanto, assegurou que, durante a suspensão das hostilidades, o Exército israelense manteria sua presença no sul do Líbano, dentro de uma faixa fronteiriça de dez quilômetros de largura.
O Exército libanês pediu aos deslocados do sul do país pela ofensiva israelense que não retornem a suas casas apesar da suspensão das hostilidades.
O primeiro-ministro libanês, Nawaf Salam, comemorou o acordo de cessar-fogo, assim como as presidências francesa, da Comissão Europeia e do Conselho Europeu.
burs-dk-bpe/eml/dg/dga/rpr/am
S.F.Warren--AMWN