-
Suécia goleia Tunísia na estreia (5-1) e lidera grupo F da Copa de 2026
-
Bellingham pode ser o "fator X" da Inglaterra na Copa do Mundo, avisa Henderson
-
Enfrentar a Espanha na estreia da Copa "é um sonho", diz técnico de Cabo Verde
-
Costa do Marfim vence Equador no fim (1-0) em sua estreia na Copa do Mundo
-
Bélgica da era pós-Hazard estreia na Copa de 2026 contra o Egito de Salah
-
Japão arranca empate com Países Baixos (2-2) na abertura do Grupo F da Copa do Mundo
-
Panamá nega que será 'saco de pancadas' de seus rivais na Copa, como apontou Ibrahimovic
-
EUA e Irã anunciam acordo e fim "permanente" das operações militares
-
Uruguai estreia na Copa contra Arábia Saudita em meio a incertezas e desfalques importantes
-
Deschamps prepara França sem surpresas para estreia na Copa contra Senegal
-
Nagelsmann destaca paciência e intensidade da Alemanha na goleada sobre Curaçao
-
Messi chega à sua histórica sexta Copa do Mundo 'empolgado como sempre'
-
Fortes distúrbios em Genebra contra cúpula do G7 na França
-
'Não é uma vergonha', diz técnico de Curaçao após derrota por 7 a 1 para Alemanha
-
Cantor americano e youtuber argentino entre mortos em colisão de helicópteros no Rio
-
Fortes distúrbios em protesto em Genebra contra cúpula do G7 na França
-
Alemanha atropela Curaçao (7-1) na estreia na Copa do Mundo
-
Alívio na Suíça após rejeição de limite à imigração
-
Trump condena ataque israelense contra Beirute e garante que acordo segue próximo
-
Dembélé busca repetir na seleção francesa o bom rendimento no PSG
-
Seis mortos após colisão de helicópteros no Rio de Janeiro
-
Azarão do Grupo H, Cabo Verde quer fazer história em sua 1ª Copa do Mundo
-
Marrocos e outras federações africanas criticam Uefa por 'falta de reconhecimento'
-
Vekic derruba Raducanu e é campeã do WTA 500 de Queen's
-
Majchrzak surpreende De Minaur e é campeão do ATP 250 de 's-Hertogenbosch
-
Ben Shelton é campeão do ATP 250 de Stuttgart e conquista seu 1º título na grama
-
Hamilton conquista 1ª vitória pela Ferrari no GP de Barcelona-Catalunha de F1
-
Irã chega aos EUA para Copa do Mundo em meio à tensão geopolítica
-
Espanha de Yamal inicia busca pelo título mundial contra estreante Cabo Verde
-
Brasil de Ancelotti confirma receios nos EUA
-
Três mortos em bombardeios israelenses no sul de Beirute
-
Ofensiva russa perde força apesar dos bombardeios contra a Ucrânia
-
Após estreia discreta do Brasil, Alemanha entra em campo na Copa do Mundo
-
Suíça rejeita teto migratório, segundo primeiras estimativas
-
Fifa é responsável pelo respeito à bandeira do Irã, diz presidente da Federação Iraniana
-
Austrália derrota a Turquia por 2-0 pelo Grupo D
-
Curaçao espera "complicar a vida" da Alemanha na estreia na Copa do Mundo
-
Jalen Brunson (Knicks) é eleito MVP das Finais da NBA
-
New York Knicks vence Spurs na final e conquista seu 1º título da NBA após 53 anos
-
Escócia sofre mas vence Haiti (1-0) e lidera Grupo C, do Brasil
-
Neuer será titular no gol da Alemanha contra Curaçao, diz técnico Julian Nagelsmann
-
Com estreia do Brasil, Copa do Mundo invade Nova York enlouquecida pelos Knicks
-
"Não se ganha a Copa do Mundo no primeiro jogo", diz Ancelotti
-
Com Memphis, seleção holandesa estreia na Copa contra Japão sem capitão
-
'Não tem muito o que falar, é trabalhar', diz Vini Jr. após empate do Brasil com Marrocos
-
Candidatos presidenciais na Colômbia encerram campanhas com comícios no fim de semana
-
Brasil empata com Marrocos (1-1) em sua estreia na Copa do Mundo de 2026
-
Vitinha destaca 'qualidade' de Portugal, mas descarta favoritismo na Copa
-
Equador pode gerar 'perigo a qualquer momento', alerta técnico da Costa do Marfim
-
Catar arranca empate nos acréscimos com Suíça (1-1) na Copa do Mundo
Irã anuncia fechamento do Estreito de Ormuz em resposta ao bloqueio de seus portos
O Irã anunciou neste sábado (18) que voltou a fechar o Estreito de Ormuz, poucas horas após a reabertura da via, em resposta à decisão dos Estados Unidos de manter o bloqueio aos seus portos.
A reabertura, na sexta-feira, da passagem marítima crucial para o transporte mundial de petróleo foi bem recebida nas Bolsas e gerou otimismo em Washington, onde o presidente Donald Trump declarou à AFP que um acordo de paz mais amplo entre Estados Unidos e Irã estava "muito próximo".
A República Islâmica havia "aceitado de boa-fé autorizar a passagem de um número limitado de petroleiros e navios comerciais" pelo estreito, mas os americanos "continuam com atos de pirataria amparados no chamado bloqueio", denunciou neste sábado o comando central das Forças Armadas iranianas.
Por este motivo, acrescenta um comunicado militar, a situação voltou "ao estado anterior e a passagem estratégica fica agora sob o controle rigoroso" do Irã.
O anúncio aconteceu no momento em que diversas peças diplomáticas se movimentam para tentar acabar com a guerra no Oriente Médio, com um acordo que vá além do cessar-fogo de duas semanas que entrou em vigor em 8 de abril entre Irã e Estados Unidos.
Na manhã de sábado, o site MarineTraffic mostrava uma tímida retomada do tráfego comercial em Ormuz: pouco mais de 10 navios circulavam na região, incluindo petroleiros, mas por volta das 9h00 GMT (6h00 de Brasília) pelo menos dois pareciam dar meia-volta.
Um cruzeiro, o Celestyal Discovery, atravessou a via sem passageiros para um deslocamento entre Dubai e Mascate, algo inédito desde o início da guerra em 28 de fevereiro, segundo a mesma fonte.
Antes da guerra, quase 120 navios atravessavam diariamente o estreito, segundo a publicação especializada Lloyd’s List.
- 21 navios bloqueados -
Após o anúncio iraniano da reabertura do estreito, o presidente Donald Trump afirmou que o bloqueio americano aos portos iranianos prosseguiria "totalmente em vigor" até o fim das negociações, e que "continuaria" se um acordo não for alcançado.
"Desde o início do bloqueio, 21 navios acataram as ordens das forças americanas de dar meia-volta e retornar ao Irã", anunciou neste sábado o Comando Central dos Estados Unidos.
No Irã, o jornal conservador Kayhan expressou hostilidade ao processo de distensão, ao considerar que abrir o estreito "antes de receber indenizações e da suspensão total das sanções (...) dá ao inimigo pérfido a possibilidade de recuperar forças em plena batalha".
A retomada do tráfego no estreito provocou uma alta nas Bolsas e uma queda expressiva nos preços do petróleo, já que 20% do petróleo bruto e do gás natural liquefeito mundiais passava por Ormuz antes do conflito.
- Paquistão movimenta suas peças -
Na sexta-feira, Trump disse à AFP que um acordo de paz estava "muito próximo" e afirmou que o Irã havia aceitado entregar seu urânio enriquecido, um ponto crucial das negociações.
O Irã, no entanto, negou ter aceitado a transferência das reservas de urânio enriquecido.
O comandante do Exército e o primeiro-ministro do Paquistão anunciaram neste sábado a conclusão de visitas diplomáticas de alto nível no âmbito dos esforços de paz.
O marechal Asim Munir, comandante do Estado-Maior do Exército paquistanês, concluiu uma visita de três dias ao Irã, onde se reuniu com autoridades. O primeiro-ministro Shehbaz Sharif anunciou o fim de uma viagem que teve escalas na Arábia Saudita, Catar e Turquia.
- Líbano busca "acordo permanente" -
No Líbano, a outra frente de batalha da guerra, muitos deslocados retornaram para suas casas, no sul do país ou na periferia sul de Beirute.
A trégua entre Israel e o movimento pró-iraniano Hezbollah começou na sexta-feira à meia-noite (18h00 de Brasília na quinta-feira), após um mês e meio de conflito que deixou quase 2.300 mortos no lado libanês, além de um milhão de deslocados.
O Exército israelense mantém a presença no Líbano em uma faixa de 10 quilômetros de profundidade a partir da fronteira.
Trump afirmou que o governo americano "proibiu" Israel de bombardear o Líbano.
"Israel não bombardeará mais o Líbano. Os Estados Unidos PROIBIRAM de fazer isso. JÁ BASTA!", escreveu na rede Truth Social.
O Líbano trabalha agora em "um acordo permanente" com Israel, segundo seu presidente, Joseph Aoun, que prometeu "salvaguardar os direitos" de seu país e "não ceder nenhum pedaço do território nacional" nas negociações.
Para Aoun, a trégua é "uma fase de transição (...) para trabalhar em um acordo permanente que proteja os direitos do nosso povo, a unidade do nosso país e a soberania da nossa nação".
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, destacou que a ofensiva contra o Hezbollah não terminou.
"Ainda há coisas que planejamos fazer a respeito das ameaças representadas pelos foguetes e drones" do movimento libanês, disse Netanyahu.
burs/dc/amj/lb/ahg/meb/fp
Y.Aukaiv--AMWN