-
Panamá nega que será 'saco de pancadas' de seus rivais na Copa, como apontou Ibrahimovic
-
EUA e Irã anunciam acordo e fim "permanente" das operações militares
-
Uruguai estreia na Copa contra Arábia Saudita em meio a incertezas e desfalques importantes
-
Deschamps prepara França sem surpresas para estreia na Copa contra Senegal
-
Nagelsmann destaca paciência e intensidade da Alemanha na goleada sobre Curaçao
-
Messi chega à sua histórica sexta Copa do Mundo 'empolgado como sempre'
-
Fortes distúrbios em Genebra contra cúpula do G7 na França
-
'Não é uma vergonha', diz técnico de Curaçao após derrota por 7 a 1 para Alemanha
-
Cantor americano e youtuber argentino entre mortos em colisão de helicópteros no Rio
-
Fortes distúrbios em protesto em Genebra contra cúpula do G7 na França
-
Alemanha atropela Curaçao (7-1) na estreia na Copa do Mundo
-
Alívio na Suíça após rejeição de limite à imigração
-
Trump condena ataque israelense contra Beirute e garante que acordo segue próximo
-
Dembélé busca repetir na seleção francesa o bom rendimento no PSG
-
Seis mortos após colisão de helicópteros no Rio de Janeiro
-
Azarão do Grupo H, Cabo Verde quer fazer história em sua 1ª Copa do Mundo
-
Marrocos e outras federações africanas criticam Uefa por 'falta de reconhecimento'
-
Vekic derruba Raducanu e é campeã do WTA 500 de Queen's
-
Majchrzak surpreende De Minaur e é campeão do ATP 250 de 's-Hertogenbosch
-
Ben Shelton é campeão do ATP 250 de Stuttgart e conquista seu 1º título na grama
-
Hamilton conquista 1ª vitória pela Ferrari no GP de Barcelona-Catalunha de F1
-
Irã chega aos EUA para Copa do Mundo em meio à tensão geopolítica
-
Espanha de Yamal inicia busca pelo título mundial contra estreante Cabo Verde
-
Brasil de Ancelotti confirma receios nos EUA
-
Três mortos em bombardeios israelenses no sul de Beirute
-
Ofensiva russa perde força apesar dos bombardeios contra a Ucrânia
-
Após estreia discreta do Brasil, Alemanha entra em campo na Copa do Mundo
-
Suíça rejeita teto migratório, segundo primeiras estimativas
-
Fifa é responsável pelo respeito à bandeira do Irã, diz presidente da Federação Iraniana
-
Austrália derrota a Turquia por 2-0 pelo Grupo D
-
Curaçao espera "complicar a vida" da Alemanha na estreia na Copa do Mundo
-
Jalen Brunson (Knicks) é eleito MVP das Finais da NBA
-
New York Knicks vence Spurs na final e conquista seu 1º título da NBA após 53 anos
-
Escócia sofre mas vence Haiti (1-0) e lidera Grupo C, do Brasil
-
Neuer será titular no gol da Alemanha contra Curaçao, diz técnico Julian Nagelsmann
-
Com estreia do Brasil, Copa do Mundo invade Nova York enlouquecida pelos Knicks
-
"Não se ganha a Copa do Mundo no primeiro jogo", diz Ancelotti
-
Com Memphis, seleção holandesa estreia na Copa contra Japão sem capitão
-
'Não tem muito o que falar, é trabalhar', diz Vini Jr. após empate do Brasil com Marrocos
-
Candidatos presidenciais na Colômbia encerram campanhas com comícios no fim de semana
-
Brasil empata com Marrocos (1-1) em sua estreia na Copa do Mundo de 2026
-
Vitinha destaca 'qualidade' de Portugal, mas descarta favoritismo na Copa
-
Equador pode gerar 'perigo a qualquer momento', alerta técnico da Costa do Marfim
-
Catar arranca empate nos acréscimos com Suíça (1-1) na Copa do Mundo
-
Argentina faz primeiro treino com zagueiro Marcos Senesi
-
Calor extremo põe à prova preparativos da França para Copa do Mundo
-
Uruguai aposta na 'intensidade' para estreia na Copa contra a Arábia Saudita
-
Kane destaca 'excelente preparação' da Inglaterra para estreia na Copa contra a Croácia
-
Presidente da FIA quer carros mais leves e menos caros na F1
-
De Minaur avança à final do ATP 250 de 's-Hertogenbosch; Medvedev cai nas semis
Chanceler do Irã se reúne com Putin após fracasso de diálogos de paz no Paquistão
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, se reuniu com o presidente da Rússia, Vladimir Putin, nesta segunda-feira (27), depois de responsabilizar os Estados Unidos pela estagnação dos diálogos de paz no Paquistão.
Quase três semanas após o cessar-fogo anunciado depois de 40 dias de combates de Estados Unidos e Israel contra o Irã, a Rússia continua sendo uma das principais bases de apoio da República Islâmica.
Até agora, os esforços para impulsionar os diálogos sobre o cessar-fogo e a reabertura do Estreito de Ormuz fracassaram, diante da firmeza demonstrada tanto por Washington quanto por Teerã. No início de abril, o Paquistão, que atua como mediador, sediou uma primeira rodada de encontros.
"A abordagem dos Estados Unidos fez com que a rodada anterior de negociações, apesar dos avanços, não alcançasse os objetivos devido a exigências excessivas", disse Araghchi em sua chegada a São Petersburgo.
Desde que teve início a guerra no Oriente Médio, o mundo passou a "entender o verdadeiro poder do Irã" e "ficou evidente que a República Islâmica é um sistema estável, robusto e poderoso", disse ele a Putin, segundo a televisão estatal russa.
A Rússia fará "tudo" o que estiver ao seu alcance para que "a paz seja alcançada o mais rápido possível", assegurou o presidente russo, citado pela mídia estatal de seu país.
Putin afirmou que Moscou pretende "continuar sua relação estratégica" com Teerã e exaltou a "coragem" e o "heroísmo" do povo iraniano, que luta por "sua independência".
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, realizará, nesta segunda-feira, uma reunião de crise sobre o Irã, indicaram meios de comunicação americanos.
Segundo um artigo da plataforma Axios, o Irã enviou aos EUA uma nova proposta para reabrir o Estreito de Ormuz e pôr fim à guerra e também para, em uma etapa posterior, negociar questões relacionadas ao programa nuclear iraniano. A agência oficial iraniana Irna compartilhou a matéria no Telegram.
De acordo com a agência iraniana Fars, Teerã enviou "mensagens escritas" a Washington através do Paquistão para definir suas "linhas vermelhas", incluindo a questão nuclear e o Estreito de Ormuz.
Por esta via marítima, essencial para o transporte de fertilizantes, passavam 20% dos hidrocarbonetos consumidos em nível mundial antes da guerra. Agora, ela está submetida a um duplo bloqueio: iraniano e americano.
- "Nenhuma base legal" -
Agora, Teerã está elaborando um projeto de lei para que o estratégico estreito fique sob o controle do exército iraniano, informou Ebrahim Azizi, presidente da comissão parlamentar encarregada da segurança nacional.
Segundo o texto, os navios israelenses ficariam proibidos de passar por ali e qualquer embarcação que deseje cruzá-lo terá de pagar direitos de passagem em riais iranianos.
O secretário-geral da agência marítima da ONU, Arsenio Domínguez, reafirmou que "não existe nenhuma base legal" para cobrar um pedágio "nos estreitos utilizados para a navegação internacional".
O Conselho de Segurança da ONU realizará uma reunião sobre segurança marítima na noite desta segunda-feira, em Nova York.
"Não podemos tolerar que os iranianos tentem instaurar um sistema no qual eles decidam quem pode usar uma via marítima internacional e quanto é preciso pagar a eles para usá-la", afirmou o secretário de Estado americano, Marco Rubio, em declarações à emissora Fox News.
Enquanto isso, em Teerã "a situação se tornou assustadora", contou Farshad, um empresário de 41 anos. "As pessoas estão chocadas por não terem dinheiro para comprar nada, nem para comer", disse à AFP. "Meus amigos estão pedindo empréstimos a pessoas do seu convívio apenas para conseguir se manter".
- "Duas ameaças principais" -
No front libanês, o exército israelense reportou bombardeios contra posições do movimento islamista pró-iraniano Hezbollah no leste do país, apesar do precário cessar-fogo que entrou em vigor há dez dias.
O Hezbollah arrastou o Líbano para a guerra no Oriente Médio em 2 de março, quando atirou foguetes contra Israel em vingança pela morte do líder supremo iraniano, Ali Khamenei. Israel respondeu com bombardeios e uma invasão terrestre.
"Ainda há duas ameaças principais procedentes do Hezbollah: os foguetes de 122 mm e os drones", disse o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu. "Isto exige uma combinação de ações operacionais e tecnológicas", afirmou.
O líder do movimento xiita, Naim Qassem, reafirmou seu repúdio às negociações diretas entre Líbano e Israel, e considerou que elas poderiam levar Beirute a uma "espiral de instabilidade".
Em resposta, o presidente libanês, Joseph Aoun, afirmou que a "traição" era daqueles que "levam seu país à guerra para alcançar interesses estrangeiros" e assegurou que não aceitará nenhum acordo "humilhante" com Israel.
Mais de 2.500 pessoas morreram no Líbano desde 2 de março, assim como 16 soldados israelenses, segundo fontes oficiais libanesas e israelenses.
burs-ft/dw/tc/abs/mas/meb/ahg/dbh/fp/yr/mvv/jc/aa/mvv/am
M.Thompson--AMWN