-
México autoriza entrada de militares dos EUA para treinamento
-
Trump anuncia fechamento do Kennedy Center após juiz vetar rebatizá-lo com seu nome
-
Promotores não pedirão pena de morte para filho do cineasta Rob Reiner
-
Lens demite técnico Dino Toppmöller após seis jogos
-
Guerra com Irã custou US$ 38 bi aos EUA, diz Escritório do Orçamento do Congresso
-
Alex Saab, ex-aliado de Maduro, se declara culpado de lavagem de dinheiro nos EUA
-
James Rodríguez anuncia aposentadoria da seleção da Colômbia
-
Helen Mirren mergulha na psicologia de Patricia Highsmith em 'A Talent For Murder'
-
Argentina anuncia primeiros amistosos após saída de Messi
-
Empresa de IA Mistral critica atores que buscam 'fortalecer sua posição no mercado'
-
Juiz decide que nome de Trump não pode ser reincorporado ao Kennedy Center
-
Morre aos 85 anos, em Paris, documentarista chileno Patricio Guzmán
-
OpenAI, Anthropic e Google buscam criar órgão de supervisão de riscos da IA
-
Nairóbi será sede do Mundial de Atletismo em 2029, o primeiro na África
-
Itália e Espanha mantêm controle de fronteiras após crise migratória em Ceuta
-
Volta às aulas marcada pelo medo em região devastada por terremotos na Venezuela
-
Trump critica decisão 'horrível' da Suprema Corte sobre voto por correio
-
Camp Nou será sede da final da Liga dos Campeões de 2029
-
Arábia Saudita e Egito exigem livre navegação no Mar Vermelho diante de bloqueio de rebeldes do Iêmen
-
Ex-funcionário do Google afirma que 'a IA tem o potencial de nos matar'
-
Justiça francesa condena auxiliar escolar por abusos sexuais de crianças
-
Canadá continuará sendo o 'parceiro mais importante' dos EUA em áreas-chave, diz primeiro-ministro
-
Arquiteto chinês Ma Yansong harmoniza natureza com 'sensação futurista'
-
STF inicia sessão inédita com Moraes na mira
-
Ex-presidente filipino Duterte sofre de perda significativa de memória, diz sua defesa
-
'Está nos deixando mais burros', população mundial divide opiniões sobre a IA
-
Turquia prende dezenas de manifestantes que protestavam contra a repressão LGBTQIA+
-
China e Rússia alertam contra a militarização do espaço após anúncio dos EUA
-
Rússia realizará eleições sem suspense sob a sombra da guerra na Ucrânia
-
Países Baixos expõem grande coleção de Van Gogh pela primeira vez em 40 anos
-
Arábia Saudita promete resposta firme aos ataques houthis
-
Comércio varejista desacelera em agosto na China
-
Líder da extrema direita australiana pede desculpas por chamas indígenas de 'primitivos'
-
Declínio da democracia nos Estados Unidos tem consequências em todo o mundo, afirma relatório
-
Japão tem mais de 100.000 pessoas com mais de 100 anos pela primeira vez
-
Arábia Saudita promete resposta firme a ataques houthis
-
'O Segredo de Widow's Bay' e 'The Pitt' triunfam no Emmy
-
Alexandre de Moraes e André Mendonça, os ministros em guerra no STF
-
Começa o Emmy nos EUA com "O Segredo de Widow's Bay" e "The Pitt" como favoritos
-
Detidos em "Alcatraz dos Jacarés" ficavam em celas do tamanho de uma cabine telefônica
-
Filho de Trump confirma que empresário russo pagou festas de seu casamento
-
Zelensky diz que Ucrânia está pronta para "medidas de desescalada"
-
Betis vira sobre Villarreal e sobe para 3º no Campeonato Espanhol
-
EUA elimina normas climáticas para usinas de energia durante reunião do G20
-
Leeds goleia Newcastle e sobe para 3º no Campeonato Inglês
-
Roma e Inter pisam no acelerador e seguem 100% no Italiano
-
Philippe Coutinho diz que espera reencontrar "paixão" pelo futebol no Santos
-
Trump chama de "farsa" alertas sobre ameaça da IA à humanidade
-
Nova York fecha 12 sites de pornografia "deepfake" com imagens de celebridades e políticos
-
Grêmio anuncia retorno do técnico Renato Gaúcho
Putin visita China para reafirmar laços inabaláveis após viagem de Trump
O presidente russo, Vladimir Putin, chega nesta terça-feira (19) a Pequim para se reunir com seu homólogo chinês e "velho amigo" Xi Jinping, com quem espera deixar claro que seus laços são inabaláveis, poucos dias após a visita de Donald Trump ao país asiático.
A confirmação da viagem de Putin aconteceu poucas horas depois de Trump concluir, na sexta-feira, uma pomposa visita de Estado, a primeira de um presidente dos Estados Unidos à China em quase uma década, com o objetivo de estabilizar suas turbulentas relações.
Putin e Xi pretendem discutir como "fortalecer ainda mais" a parceria estratégica entre os países e "trocar opiniões sobre questões internacionais e regionais cruciais", segundo um comunicado do Kremlin.
Os laços entre os presidentes se aprofundaram desde a invasão iniciada pela Rússia contra a Ucrânia em 2022. Desde então, Putin visita Pequim todos os anos.
Moscou está diplomaticamente isolada no cenário mundial e depende em grande medida de Pequim na área econômica, já que a China é a principal compradora do petróleo russo sob sanções.
Para ressaltar o tom cordial da visita, os dois presidentes trocaram "cartas de felicitação" no domingo para comemorar os 30 anos da associação estratégica entre seus países.
Xi afirmou que a cooperação entre Rússia e China tem se "aprofundado e consolidado continuamente", segundo a imprensa estatal chinesa.
Em uma mensagem em vídeo dirigida ao povo chinês, divulgada nesta terça-feira, Putin disse que as relações atingiram "um nível verdadeiramente sem precedentes" e que "o comércio entre Rússia e China continua crescendo".
"Sem nos aliarmos contra ninguém, buscamos a paz e a prosperidade universal", acrescentou o chefe de Estado russo, sem mencionar nenhum terceiro país.
- Queridos e velhos amigos -
Quando Putin visitou Pequim pela última vez, em setembro de 2025, Xi o recebeu de braços abertos como um "velho amigo", uma linguagem que o líder chinês não usou com Trump na semana passada.
Putin, que chama Xi de "querido amigo", está ansioso para mostrar ao mundo que suas relações não são afetadas pela visita de Trump.
A visita do presidente russo não deve ter a mesma pompa que a de Trump, mas "a relação entre Xi e Putin não exige este tipo de gesto de apaziguamento", disse Patricia Kim, do centro de pesquisa Brookings Institution, com sede em Washington.
As partes consideram que seus vínculos são "estruturalmente mais fortes e estáveis" do que os laços entre China e Estados Unidos, acrescentou.
A China pede com frequência o início de negociações para acabar com a guerra na Ucrânia, que já dura mais de quatro anos, mas nunca condenou a Rússia por sua ofensiva. Além disso, Pequim se apresenta como uma parte neutra.
Trump e Xi abordaram a questão da Ucrânia na semana passada, mas o presidente americano deixou a China sem conseguir qualquer avanço.
"É quase certo que Xi informe Putin sobre sua reunião com Trump", disse Kim.
A analista considera que a falta de resultados claros da reunião "provavelmente tranquilizará Moscou ao saber que Xi não chegou a nenhum acordo com Trump que minasse substancialmente os interesses russos".
- Petróleo -
Putin espera que a China aprofunde seu compromisso com Moscou, depois de Trump ter declarado ao canal Fox News durante sua visita que Pequim havia concordado em comprar petróleo dos Estados Unidos.
Como a Rússia depende das vendas para a China para sustentar seu esforço de guerra, "Putin não quer perder o apoio", explicou à AFP Lyle Morris, da organização Asia Society.
"É provável que Putin esteja ansioso para ouvir de Xi qual será o próximo passo da China no Oriente Médio", acrescentou Morris, depois que "Trump deixou claro que espera que Pequim desempenhe um papel de liderança".
Contudo, a respeito da guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, China e Rússia podem ter prioridades diferentes.
"(A China) depende da liberdade das principais rotas marítimas do mundo para sustentar suas atividades econômicas e preferiria que o impasse no Estreito de Ormuz terminasse o mais rápido possível", disse James Char, da Universidade Tecnológica de Nanyang, em Singapura.
Por outro lado, Moscou "se beneficiou economicamente dos combates no Irã devido à flexibilização das sanções contra o fornecimento de energia russa, de modo que pode ter uma opinião diferente".
Depois de se reunir com Xi em abril, o chefe da diplomacia russa, Sergei Lavrov, disse que a Rússia poderia "compensar" a escassez de energia da China à medida que a guerra afeta os suprimentos mundiais.
F.Schneider--AMWN