-
Rússia e Ucrânia trocam ataques contra infraestruturas energéticas
-
'Como uma guerra': Paris amanhece atônita diante da violência
-
Papa saúda multidão no Vaticano pela primeira vez desde sua cirurgia de câncer
-
França avalia os danos após distúrbios 'sem precedentes' em protestos contra o custo de vida
-
Lula e Flávio Bolsonaro se enfrentam em seu primeiro debate a uma semana do 2º turno
-
Manifestantes ocupam praça de Lisboa em protesto contra aumento do custo de vida
-
EUA exime Rússia de novas sanções e Moscou comemora
-
França registra distúrbios e saques após protestos contra custo de vida elevado
-
Inter de Milão vence Bologna de virada (3-1) e lidera Italiano
-
Dembélé brilha e PSG vence Strasbourg de virada (3-1) no Francês
-
Bayern goleia Leipzig (6-1) com hat-trick de Luis Díaz e lidera a Bundesliga
-
Colonos israelenses atacam comitiva de diplomatas europeus na Cisjordânia
-
Barça derrota Betis (5-2) e mantém campanha 100% no Espanhol
-
Ex-promotor que denunciava vínculos de políticos com gangues é morto na Guatemala
-
Arábia Saudita intercepta drones sobre Riade e outras regiões
-
City vence Ipswich (3-2) com 2 gols de Haaland; Liverpool sofre para derrotar Brentford
-
'Estou triste': crianças tentam lidar com tragédia após ataque a tiros em escola do Oregon
-
Napoli perde na visita ao lanterna Venezia (1-0) e pressão sobre Allegri aumenta
-
Bukele esclarece que libertação antecipada será para colaboradores ocasionais de gangues
-
João Fonseca encerra sua temporada e vai focar em 2027
-
Leão XIV retorna ao Vaticano após cirurgia para tratar câncer de pulmão
-
Davidovich ou Jódar: Xangai terá, pela primeira vez, um espanhol campeão
-
Libertado o líder do movimento das 'baratas' da Índia
-
'Tomamos a Bastilha': Protestos contra o custo de vida abalam a França
-
Como apostas sobre as eleições brasileiras se tornaram falsas pesquisas?
-
'Estamos sufocando': Protestos contra o custo de vida abalam a França
-
Trump isenta Rússia de novas sanções e Moscou comemora
-
FMI e Banco Mundial encerram suas assembleias entre 'otimismo' e 'preocupação'
-
Leão XIV retorna ao Vaticano neste sábado após cirurgia no pulmão
-
Céline Dion se despede de Paris em seu último show antes de voltar em maio
-
Flávio Bolsonaro diz que não planeja dar um cargo ao pai se for eleito
-
Noosha Aubel: vezetői kudarc új kezdet helyett – alkalmas-e Potsdam polgármestere a tisztsége betöltésére?
-
نوشا آوبل: ناکامی در مدیریت بهجای آغازی نو؛ آیا شهردار پوتسدام از عهدهٔ مسئولیتهایش برمیآید؟
-
Нуша Аубел: управленски провал вместо ново начало — на висотата на поста си ли е кметицата на Потсдам?
-
Noosha Aubel: eșec la conducere în locul unui nou început – este primărița Potsdamului la înălțimea funcției sale?
-
Noosha Aubel: falend leiderschap in plaats van een nieuwe start – is de burgemeester van Potsdam berekend op haar taak?
-
Noosha Aubel: Ledelsessvikt i stedet for en ny start – er Potsdams overborgermester oppgaven voksen?
-
Noosha Aubel: Misslyckat ledarskap i stället för en nystart – är Potsdams överborgmästare vuxen uppgiften?
-
Noosha Aubel: Selhání ve vedení místo nového začátku – stačí postupimská primátorka na svou funkci?
-
Trump exime Rússia de novas sanções aprovadas pelo Congresso
-
Coreia do Norte testa sistema de torpedo com inteligência artificial
-
Primeira-dama da Colômbia nega irregularidades em doações por terremoto
-
Musk apresenta 'carro voador' da Tesla
-
Zelensky obtém apoio europeu em meio a nova disputa com Trump
-
Irã nega envolvimento em ataques houthis e desmente Arábia Saudita
-
Bolívia recebe primeira visita de Estado de um presidente chileno em 71 anos
-
Jovem suspeito de ataque a tiros nos EUA parecia solitário e retraído, dizem vizinhos
-
Protestos abalam Albânia pelo quarto dia e premier denuncia interferência estrangeira
-
Conselho de Segurança veta candidatos a chefe da ONU em nova votação preliminar
-
'Sportswashing' ou investimento? Ruanda enfrenta desafio de receber a Fórmula 1
Lula e Flávio Bolsonaro se enfrentam em seu primeiro debate a uma semana do 2º turno
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) se enfrentam, neste domingo (18), em seu primeiro debate, em um dia marcado por mobilizações de ambos os lados no país e a uma semana de um segundo turno que se prevê acirrado.
Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, se impôs no primeiro turno em 4 de outubro com 47% dos votos, contra 45% de Lula. As pesquisas previam uma vantagem para o presidente.
O debate, que ocorrerá na noite de domingo, é aguardado como um momento-chave da campanha, após a recusa de Lula em encontrar-se com seu rival antes do primeiro turno.
Antes de ficarem frente a frente no estúdio da TV Band, em São Paulo, Flávio Bolsonaro liderará um comício na Avenida Paulista, na mesma cidade.
Enquanto isso, no Rio de Janeiro, o cantor Caetano Veloso convocou um "ato pela democracia", ao lado de dezenas de artistas, na Praia de Copacabana.
A convocação soma-se a uma onda de manifestações nas grandes cidades brasileiras, protagonizadas por uma esquerda que, antes do primeiro turno, parecia apática.
Com o protagonismo de estudantes e movimentos sociais, esses atos expressam, sobretudo, a rejeição a um novo governo de extrema direita, com palavras de ordem como "Bolsonaro nunca mais".
Pesquisas dos institutos Datafolha e Quaest, publicadas esta semana, apontam 51% das intenções de voto para o senador, contra 49% para o presidente. Uma semana antes, o Datafolha indicava uma vantagem maior (52% a 48%).
No entorno de Lula, há um clima de "esperança contida", embora cientes de que se trata de uma batalha muito difícil, afirmou uma fonte do governo na sexta-feira.
- Denúncia contra a Meta -
Lula, com quase 81 anos e em busca de um quarto mandato, admitiu que sua campanha no primeiro turno foi a mais "desorganizada" de que participou, e mudou de rumo.
Reforçou sua estratégia nas redes sociais com a ajuda de jovens influenciadores eleitos deputados, e acusou a gigante Meta de "interferência" nas eleições por restringir seus conteúdos no Instagram e no WhatsApp.
Sua campanha informou, no sábado, ter solicitado às autoridades que investiguem se a campanha de Bolsonaro recebeu benefícios econômicos da Meta, uma acusação também encaminhada ao relator especial da ONU sobre a liberdade de expressão.
A empresa americana negou ter tomado partido no pleito e, embora tenha admitido falhas — como a desativação, por erro, de anúncios da campanha de Lula —, alegou que se tratou de "incidentes" técnicos.
Lula também multiplicou os anúncios de medidas populares.
Na quarta-feira, o Congresso aprovou o fim da escala 6x1, uma emenda constitucional que garante dois dias de descanso remunerado por semana, em vez de um — uma bandeira de sua campanha que beneficiará milhões de trabalhadores.
Flávio Bolsonaro, que havia se manifestado contra, acabou votando a favor.
Votou por "oportunismo eleitoral", disparou Lula, que chegou a dizer sobre seu rival que ele não serve nem para ser "síndico de prédio".
O presidente anunciou, ainda, o perdão de dívidas para microempreendedores, bolsas universitárias e a eliminação de impostos sobre combustíveis.
- "Não viram nada ainda" -
Lula "engana as pessoas para conseguir votos, eu não, eu trabalho com a verdade", disse Flávio Bolsonaro em uma entrevista na sexta-feira.
Enquanto isso, o político de direita reforçou seu discurso de "mão dura" contra a criminalidade, a principal preocupação dos brasileiros.
"Aqueles que acham que eu sou radical na segurança pública não viram nada ainda", disse ele esta semana, antes de afirmar que o modelo de El Salvador, que promoveu o encarceramento em massa de membros de gangues, lhe parece "pouco".
O senador, de 45 anos, promete libertar seu pai, Jair Bolsonaro (2019-2022), condenado a 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado, embora tenha ressaltado que reservar um cargo para ele em um eventual governo "não está no radar".
"O PT não tem mais legitimidade para governar. É muita mentira, muito roubo, muito escândalo", disse à AFP Luis Henrique Vilaba, de 60 anos, durante um comício de Flávio Bolsonaro em Porto Alegre.
L.Durand--AMWN