-
Chegou o Oscar: 'Uma Batalha Após a Outra' e 'Pecadores' travam o último duelo
-
Trump diz que ainda não há condições para acordo com Irã
-
Kimi Antonelli (Mercedes), de 19 anos, vence GP da China de F1
-
Alcaraz perde para Medvedev nas semis de Indian Wells, sua 1ª derrota do ano
-
Real Madrid vence Elche (4-1) e coloca pressão sobre líder Barça
-
Arsenal vence Everton (1-0) e acelera rumo ao título; City não consegue seguir ritmo
-
Sinner vence Zverev e vai disputar sua 1ª final de Indian Wells
-
Atlético de Madrid vence Getafe (1-0) e reassume 3º lugar no Espanhol
-
Arsenal derrota Everton (1-0) e acelera rumo ao título; Newcastle vence Chelsea
-
Trump diz que outros países 'devem se ocupar' da segurança do Estreito de Ormuz
-
Lens é derrotado na visita ao Lorient (2-1) e perde chance de tomar liderança do PSG
-
Inter de Milão tropeça em casa contra Atalanta (1-1)
-
Perdas humanas na guerra do Oriente Médio
-
Bolsonaro segue estável, mas sua função renal piorou
-
Embaixada dos EUA é atacada e bombardeios a grupo pró-Irã matam três no Iraque
-
Bayern de Munique arranca empate (1-1) contra Leverkusen; Dortmund vence, mas continua distante
-
Trump quer envolvimento internacional para garantir tráfego no Estreito de Ormuz
-
Ministro do Esporte da Rússia defende reintegração de atletas, hino e bandeira nos Jogos Paralímpicos
-
Israel afirma que guerra contra Irã entra em 'fase decisiva'
-
Defesa Civil de Gaza reporta seis mortos em ataques israelenses
-
'Branca de Neve' e 'Guerra dos Mundos' levam Framboesa de Ouro
-
Morre, aos 96 anos, o filósofo alemão Jürgen Habermas
-
Trump pede que outros países enviem forças navais ao Estreito de Ormuz
-
Quem vai levar o Oscar de Melhor Filme? Confira os dez indicados
-
Coreia do Sul acusa Pyongyang de lançar cerca de 10 mísseis balísticos não identificados
-
Ataque à embaixada dos EUA e três mortos em bombardeios contra grupo pró-Irã no Iraque
-
Antonelli se torna, no GP da China, o mais jovem da história a conquistar pole position
-
Brasil e Paraguai impulsionam relações após tensão diplomática
-
Presidente da Venezuela pede fim de sanções dos EUA em reunião com missão colombiana
-
EUA bombardeia principal centro petrolífero do Irã no Golfo
-
Homem que atacou sinagoga nos EUA deu um tiro na cabeça (FBI)
-
Olympique de Marselha vence Auxerre e se consolida em 3º no Francês
-
Cuba confirma 'negociações' com EUA e inicia libertação de presos
-
Bolívia captura um dos narcotraficantes mais procurados do Cone Sul
-
Roma recebe sinal verde para construir novo estádio que pode ser usado na Euro 2032
-
Lula revoga visto de assessor dos EUA que queria visitar Bolsonaro
-
Fornecimento de gás é retomado no Peru após semanas de racionamento
-
Cássio sofre grave lesão no joelho esquerdo e terá que fazer cirurgia
-
Ucrânia inaugura embaixada no Panamá, um parceiro fundamental
-
GPs de F1 do Bahrein e da Arábia Saudita devem ser 'cancelados ou adiados'
-
Em ano eleitoral, Lula revoga visto de assessor dos EUA que queria visitar Bolsonaro
-
Fortes explosões abalam o Irã durante manifestação com autoridades
-
Marset, um dos narcotraficantes mais procurados do Cone Sul, é capturado na Bolívia
-
Ministra das Relações Exteriores da Groenlândia renuncia
-
Martín Anselmi vive momento de pressão máxima no Botafogo
-
Canadá constrói novo quebra-gelo para reforçar presença no Ártico
-
Diretores de elenco finalmente serão reconhecidos no Oscar
-
Lula revoga visto de diplomata dos EUA que queria visitar Bolsonaro
-
Com semana livre para treinar, Manchester United quer voltar a vencer no Inglês
-
Ex-presidente Bolsonaro dá entrada na UTI com broncopneumonia
Supremo dos EUA, reticente a limitar contatos do governo com redes sociais
A maioria dos juízes da Suprema Corte dos Estados Unidos mostrou-se reticente, nesta segunda-feira (18), a impedir que o governo federal entre em contato com as plataformas das redes sociais para que elas removam conteúdos que ele considera problemáticos.
Tanto os juízes conservadores quanto os liberais do tribunal de nove membros pareceram reticentes a apoiar a decisão de um tribunal inferior que limitaria severamente as interações do governo com as empresas de redes sociais.
O caso é o desdobramento de um processo apresentado pelos procuradores-gerais republicanos de Louisiana e Missouri, na qual estimam que funcionários governamentais foram longe demais em seus esforços por combater a desinformação sobre vacinas e eleições.
No ano passado, um tribunal inferior restringiu a possibilidade de que alguns funcionários e agências do governo do democrata Joe Biden interagissem com companhias de redes sociais para moderar seu conteúdo.
A decisão, que a Suprema Corte suspendeu até analisar o caso, foi uma vitória para os conservadores que alegam que o governo pressionou ou conspirou com plataformas como Facebook e Twitter para censurar conteúdo de direita com o pretexto de lutar contra a desinformação.
- Persuasão e coerção -
Em representação do Departamento de Justiça perante a Suprema Corte nesta segunda-feira, o procurador-geral adjunto Brian Fletcher disse que existe uma "distinção fundamental entre persuasão e coerção".
"O governo não pode utilizar ameaças coercitivas para reprimir a expressão, mas tem o direito de falar por si próprio informando, persuadindo ou criticando os oradores privados", afirmou.
O tribunal inferior, disse Fletcher, "confundiu persuasão com coerção".
O juiz Samuel Alito, conservador, disse que o expediente demonstrava que os funcionários do governo teriam se dedicado a "molestar constantemente o Facebook e algumas das outras plataformas" tratando-os "como seus subordinados".
Mas o presidente da Suprema Corte, John Roberts, também conservador, disse que o governo federal não fala com uma voz uníssona. "O governo não é monolítico", assinalou Roberts. "Isso tem que diluir significativamente o conceito de coerção, não?"
Fletcher disse que as interações entre os funcionários de saúde e as plataformas tinham que ser vistas à luz de "um esforço para conseguir fazer com que os americanos se vacinassem durante uma pandemia única na vida".
"Havia uma preocupação de que os americanos estavam recebendo as notícias sobre vacina destas plataformas e as plataformas estavam promovendo má informação", disse Fletcher, acrescentando que "as plataformas estavam moderando o conteúdo muito antes de o governo falar com eles".
- 'Censura' -
J. Benjamin Aguinaga, advogado-geral da Louisiana, denunciou o que denominou de "censura governamental". "Não tem cabimento em nossa democracia", afirmou.
A ordem do tribunal inferior se aplicava à Casa Branca e a uma série de agências como o FBI, o Departamento de Estado e o Departamento de Justiça, bem como aos Centros para o Controle e a Prevenção de Doenças (CDC).
A decisão impedia que as agências e funcionários se reunissem com companhias de redes sociais ou denunciassem conteúdos supostamente protegidos pela Primeira Emenda da Constituição sobre a liberdade de expressão.
O então procurador-geral da Louisiana e atual governador do estado, Jeff Landry, acusou os funcionários de tentarem "ditar o que os americanos podem e não podem dizer em Facebook, Twitter, YouTube e outras plataformas sobre covid-19, eleições, críticas ao governo e mais".
Alguns especialistas em desinformação e na Primeira Emenda criticaram a decisão, por estimarem que as autoridades necessitam encontrar um equilíbrio entre, por um lado, denunciar mentiras e, por outro, censurar conteúdo ou restringir a liberdade de expressão.
P.Martin--AMWN