-
Copom reduz Selic a 14,75%, primeiro corte em quase dois anos
-
Liverpool goleia Galatasaray (4-0) e vai enfrentar PSG nas quartas da Champions
-
Atlético de Madrid perde para Tottenham (3-2), mas vai enfrentar Barça nas quartas da Champions
-
Família processa resort nos EUA por servir chocolate quente muito quente
-
Bayern volta a golear Atalanta (4-1) e vai enfrentar Real Madrid nas quartas da Champions
-
Costa Rica fecha embaixada em Cuba e diz que é preciso 'limpar o hemisfério de comunistas'
-
Indicado de Trump para liderar Segurança Interna passa por audiência tensa no Senado
-
Barcelona atropela Newcastle (7-2) e vai às quartas da Champions
-
Rastreadores apontam que petroleiro russo envia petróleo para Cuba
-
Com lesão no tornozelo, Barcola vai desfalcar PSG por várias semanas
-
Mastantuono é a grande ausência na lista de convocados da Argentina para amistoso contra Guatemala
-
Presidente da Venezuela destitui Padrino, leal ministro da Defesa de Maduro
-
Fed mantém juros, enquanto guerra afeta perspectivas da inflação
-
Donnarumma diz que Vini Jr. deveria tentar 'ser querido por todo mundo'
-
Preço do petróleo dispara após ataques a instalações de gás no Irã; bolsas caem
-
Braga goleia Ferencváros (4-0) e avança às quartas de final da Liga Europa
-
Chefe do tráfico morre em operação policial no centro do Rio, que deixa outros 7 mortos
-
De Verstappen a Hamilton, estrelas divergem sobre novo regulamento da Fórmula 1
-
Paquistão e Afeganistão anunciam cessar-fogo durante fim do Ramadã
-
Membros de comboio internacional começam a chegar a Cuba com ajuda humanitária
-
'Contate-nos': Mossad israelense busca espiões no Irã em plena guerra
-
Nova partícula é descoberta pelo Grande Colisor de Hádrons
-
Paquistão anuncia cessar-fogo com Afeganistão durante fim do Ramadã
-
Com lesão no ombro, Kasper Schmeichel fala em possível aposentadoria
-
Senegal pede investigação por 'suspeita de corrupção' após ter título da CAN retirado
-
Israel mata outro alto dirigente iraniano e dá liberdade de ação ao seu Exército
-
Eurodeputados querem proibir criação de imagens sexuais falsas geradas por IA
-
EUA diz que IA da Anthropic representa 'risco inaceitável' para o Exército
-
Promotoria na Noruega pede mais de 7 anos de prisão para filho de princesa julgado por estupros
-
Ryan Gosling quer levar o público aos cinemas com 'Devoradores de Estrelas'
-
Ucranianos recebem seus prisioneiros de guerra à beira da estrada
-
ONG confirma que ataque contra clínica de Cabul deixou 'centenas de mortos e feridos'
-
Pelo menos 12 mortos em bombardeios israelenses no centro de Beirute
-
Federação de Senegal vai recorrer contra decisão 'injusta' que retirou o título do país da Copa Africana
-
Irã promete vingar a morte de Larijani
-
Com aprovação do Paraguai, Mercosul ratifica acordo comercial com a UE
-
Bukele endurece guerra contra grupos criminosos em El Salvador
-
ONU alerta para redução dos avanços contra a mortalidade infantil
-
Bia Haddad é eliminada na primeira rodada do WTA 1000 de Miami
-
Colômbia denuncia suposto bombardeio do Equador em meio a crise diplomática
-
Cerimônia do Oscar tem audiência 9% menor
-
Nvidia retoma produção de chips para clientes da China
-
Brasil reforça proteção de menores na internet
-
CAF retira título do Senegal e declara Marrocos campeão da Copa Africana de Nações
-
Atlético de Madrid tenta, contra o Tottenham, confirmar vaga nas quartas da Champions
-
Com dois gols de Vini, Real Madrid volta a vencer City (2-1) e vai às quartas da Champions
-
Arsenal vence Leverkusen (2-0) e avança às quartas de final da Champions
-
PSG volta a vencer Chelsea (3-0) e vai às quartas da Champions
-
Szoboszlai lidera Liverpool na luta pela virada contra o Galatasaray
-
Petróleo sobe diante de perturbações no fornecimento
Presidência de Trump, o contraplano de Cannes
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, quer controlar Hollywood e impor tarifas de 100% sobre os filmes estrangeiros, uma política em oposição direta aos valores do Festival de Cinema de Cannes.
No início do evento (13 a 24 de maio), Cannes oferecerá uma tribuna para uma lenda do cinema mundial que também é um dos críticos mais veementes do presidente republicano.
Aos 81 anos, o americano Robert De Niro, que receberá uma Palma de Ouro honorária durante a cerimônia de abertura na terça-feira (13), já chamou o presidente americano de encarnação do "mal absoluto" e um "palhaço".
Em resposta, o bilionário de Nova York afirmou que o astro de "Taxi Driver" sofria da "síndrome de Trump", uma expressão sarcástica amplamente usada por apoiadores do presidente republicano para responder às críticas.
O ator também expressou publicamente seu apoio à sua filha transgênero, um anúncio que vai contra um dos principais pilares da política de Trump: a separação de gêneros.
"Não é o Festival de Cannes que é político, são os artistas", proclamou seu delegado-geral Thierry Frémaux. "Quando eles o são, nós somos com eles", acrescentou.
No ano passado, em meio à campanha presidencial dos Estados Unidos, Cannes tomou a ousada decisão de selecionar "O Aprendiz" para a competição oficial, filme que narra o pacto faustiano firmado pelo jovem Donald Trump para construir sua fortuna e fama.
"Um filme difamatório e politicamente repugnante", reagiu o presidente republicano.
A priori, não haverá nada tão direto na seleção de Cannes este ano.
Em 2017, alguns meses após a primeira eleição de Trump, a mostra francesa já havia oferecido uma tribuna ao ex-vice-presidente dos EUA, Al Gore, que apresentou a continuação de seu grito de guerra ambiental, "Uma Verdade Inconveniente".
"Houve muitos retrocessos no passado, aqui está um novo", disse o democrata.
- Guerra comercial -
Oito anos depois, Trump corre o risco de monopolizar os holofotes devido à guerra comercial e social que desencadeou, que também não poupou o cinema.
Nos Estados Unidos, a gigante Disney está sendo investigada por programas de diversidade, equidade e inclusão que o governo quer erradicar em empresas americanas e estrangeiras.
A nova política pressiona os estúdios de Hollywood, tentados a se alinhar à agenda anti-woke do presidente.
Poucos dias antes da abertura de Cannes, Trump também anunciou que quer impor tarifas de 100% sobre os filmes rodados no exterior para salvar a indústria cinematográfica americana que, segundo ele, "está morrendo muito rápido".
"Outros países oferecem todos os tipos de incentivos para atrair nossos cineastas e estúdios para longe dos Estados Unidos", afirmou no domingo em sua rede Truth Social, referindo-se a isso como "uma ameaça à segurança nacional".
O governo Trump já havia chocado a Europa e a França em particular, ao criticar os mecanismos que obrigam as plataformas a financiar produções nacionais para preservar a exceção cultural.
Práticas que, de acordo com um memorando recente do governo dos EUA, equivalem a uma "extorsão".
"Nas últimas semanas, houve rumores de que o modelo europeu seria penalizador ou desleal para os atores americanos", lamentou Gaëtan Bruel, diretordo Centro Nacional de Cinema e Imagem Animada (CNC) francês, no início de abril.
Nos Estados Unidos, a ofensiva trumpista recebeu, de fato, o apoio do poderoso Directors Guild of America (DGA), o que provoca, por sua vez, o espanto de um grupo de grandes cineastas franceses, como Jacques Audiard, vencedor da Palma de Ouro em Cannes em 2015.
"Nossas regras não devem servir como bodes expiatórios", argumenta o grupo em uma carta de 17 de abril ao DGA.
Ch.Havering--AMWN